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<category>Blog Dzai</category>
<description>A política vista dos bastidores, com um olhar de repórter</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog do Krieger</title>
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<title>Blog do Krieger</title>
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		<title><![CDATA[Tchau]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=35085</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Este é o último post que farei neste blog. Como contei hoje na coluna Nas Entrelinhas, estou me despedindo do Correio para assumir um novo desafio profissional. </P> <P>O blog foi uma experiência muito forte para mim. Em alguns momentos, adorei fazer. Em outros, me desesperei com dificuldades técnicas ou com a falta de tempo para cuidar dele da forma como gostaria. </P> <P>Alguns dias, ele saiu da forma como eu sonhava. Em muitos outros, não. Mas peguei gosto e acho que estava pegando o jeito. Vou sentir falta. </P> <P>Quero agradecer à direção do Correio Braziliense por ter me confiado um espaço tão importante, sem qualquer vigilância ou interferência.&nbsp; </P> <P>E quero, acima de tudo, agradecer a quem se tornou leitor desse blog. Continuem por aqui. Há ótimos blogs na página do Correio. E muitos outros nessa blogosfera.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Um grande abraço a todos.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P>Gustavo Krieger</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=35084</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<TABLE width="100%"> <TBODY> <TR> <TD><!--  <br><font class="titulo">Sem escolher lado</font> <br> <br> --> <BR><STRONG><FONT size=4><FONT class=titulo>Sem escolher lado</FONT> <BR> <BR></FONT></STRONG><FONT size=2><EM><FONT class=sutia>Honestamente, não acredito que algum governo possa estar sempre certo ou sempre errado. Por isso, acho que qualquer alinhamento automático é um erro</FONT> <BR> <BR></EM><FONT class=assinatura>Por Gustavo Krieger</FONT> <BR><FONT class=complassinatura><A href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br"><FONT color=#000066>gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</FONT></FONT></FONT></A>  <P><!--  --><FONT class=texto><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090416/fotos/a4-1.jpg" align=right border=0>Há dois dias, o Ugo Braga, que também escreve neste espaço, repassou a todo o time da coluna um e-mail, redigido por um leitor atento e crítico. O título era algo como “sem oposição, só nos resta a imprensa”. O leitor lamentava a falta de uma oposição digna deste nome no país e exortava a mídia a desempenhar esse papel. Distribuía elogios a todo nós, mas fazia ressalvas ao que chamou de “tolerância governista” de minha parte. Confesso que a mensagem me deixou pensando. Em primeiro lugar sobre a tal tolerância a mim atribuída. Em segundo, pela convocação feita pelo leitor.  <BR> <BR>A acusação não me pega. Tenho colecionado outros tantos e-mails me xingando de tucano, recebidos após colunas nas quais pesei a mão na análise de erros do governo. Outros, me acusando de governista. Dependendo da coluna, muda a acusação. Considero isso um elogio. Se consegui desagradar aos dois lados, devo ter feito alguma coisa certa.  <BR> <BR>Com o perdão do leitor, não acho que o papel dos jornalistas seja fazer oposição. Nossa tarefa é maior que essa. Temos de fiscalizar o governo, o Congresso e os políticos. Apontar erros e denunciar casos de corrupção, mas também falar de políticas públicas, fazer análise e revelar bastidores. E ser livres para falar de erros do governo e da oposição.  <BR> <BR>Honestamente, não acredito que algum governo possa estar sempre certo ou sempre errado. Por isso, acho que qualquer alinhamento automático é um erro.  <BR> <BR>No período em que escrevi nesse espaço certamente desagradei a muita gente. Mas sempre obedeci minha própria consciência.  <BR> <BR><B>Justiça</B>  <BR>Já tratei do assunto há alguns dias, mas acho que vale mais uma lembrança. Ficou para hoje, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os recursos com os quais o governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), tenta se manter no cargo. Há um mês e meio, a Corte decidiu pela cassação do mandato dele. Mas, graças aos recursos, Lago ganhou tempo. E vem usando cada segundo. A oposição recorreu à justiça para tentar paralisar os gastos que ele vem realizando na fase final de sua administração.  <BR> <BR>Tive acesso a alguns dados. Em março, ele fez gastos extraordinários de R$ 648 milhões. O dinheiro foi repassado para aliados políticos e para obras que ainda não começaram. A prefeitura de São Luís recebeu R$ 150 milhões. A de Imperatriz, ficou com R$ 77 milhões. A Assembleia Legislativa, que luta contra a cassação dele, ganhou quase 36 milhões.  <BR> <BR>O governador, que pode estar vivendo os estertores de seu mandato, lançou um programa para distribuir R$ 150 a famílias carentes. Uma bomba-relógio pronta a explodir no colo de sua sucessora, caso a perda de mandato seja confirmada.  <BR> <BR>Tudo isso remete a um problema estrutural dos processos de cassação dos governadores. Lago foi eleito em desafio à candidatura de Roseana Sarney (PMDB). Conseguiu encarnar em sua candidatura a oposição ao clã Sarney. Dois anos depois, a Justiça Eleitoral concluiu que sua eleição se deveu ao abuso de poder econômico e à compra de votos e decidiu cassar seu mandato. Quando essa decisão for implementada, Roseana assumirá o governo. Ou seja, o governador virtualmente cassado está tomando conta do caixa que sua inimiga vai administrar.  <BR> <BR>É o tipo de situação que não pode mesmo dar certo. O Maranhão é um exemplo, mas o mesmo aconteceu em outros estados. A cassação de governantes eleitos sob a suspeita de uso da máquina pública ou de abuso de poder econômico é uma saudável novidade da política brasileira. Agora é preciso dar um segundo passo e criar um rito mais rápido, que poupe os estados e suas populações desse tipo de impasse.  <BR> <BR><B>Despedida</B>  <BR>Aos leitores, uma boa notícia. Esta é a última Nas Entrelinhas que escrevo, ao menos até que a vida apronte alguma nova surpresa. Deixo o jornal, para assumir um novo desafio profissional. Agradeço à direção do Correio pela confiança em me conceder o espaço e pelo espírito democrático com que sempre tratou minhas opiniões. E aos leitores, pela paciência.</FONT> <!--  <hr>  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
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		<title><![CDATA[A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=35083</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<STRONG><FONT size=4>Sem escolher lado <BR> <BR></FONT></STRONG><FONT size=2><EM><FONT class=sutia>Honestamente, não acredito que algum governo possa estar sempre certo ou sempre errado. Por isso, acho que qualquer alinhamento automático é um erro</FONT> <BR> <BR></EM><FONT class=assinatura>Por Gustavo Krieger</FONT> <BR><FONT class=complassinatura><A href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br"><FONT color=#000066>gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</FONT></FONT></FONT></A>  <P><!--  --><FONT class=texto><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090416/fotos/a4-1.jpg" align=right border=0>Há dois dias, o Ugo Braga, que também escreve neste espaço, repassou a todo o time da coluna um e-mail, redigido por um leitor atento e crítico. O título era algo como “sem oposição, só nos resta a imprensa”. O leitor lamentava a falta de uma oposição digna deste nome no país e exortava a mídia a desempenhar esse papel. Distribuía elogios a todo nós, mas fazia ressalvas ao que chamou de “tolerância governista” de minha parte. Confesso que a mensagem me deixou pensando. Em primeiro lugar sobre a tal tolerância a mim atribuída. Em segundo, pela convocação feita pelo leitor.  <BR> <BR>A acusação não me pega. Tenho colecionado outros tantos e-mails me xingando de tucano, recebidos após colunas nas quais pesei a mão na análise de erros do governo. Outros, me acusando de governista. Dependendo da coluna, muda a acusação. Considero isso um elogio. Se consegui desagradar aos dois lados, devo ter feito alguma coisa certa.  <BR> <BR>Com o perdão do leitor, não acho que o papel dos jornalistas seja fazer oposição. Nossa tarefa é maior que essa. Temos de fiscalizar o governo, o Congresso e os políticos. Apontar erros e denunciar casos de corrupção, mas também falar de políticas públicas, fazer análise e revelar bastidores. E ser livres para falar de erros do governo e da oposição.  <BR> <BR>Honestamente, não acredito que algum governo possa estar sempre certo ou sempre errado. Por isso, acho que qualquer alinhamento automático é um erro.  <BR> <BR>No período em que escrevi nesse espaço certamente desagradei a muita gente. Mas sempre obedeci minha própria consciência.  <BR> <BR><B>Justiça</B>  <BR>Já tratei do assunto há alguns dias, mas acho que vale mais uma lembrança. Ficou para hoje, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os recursos com os quais o governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), tenta se manter no cargo. Há um mês e meio, a Corte decidiu pela cassação do mandato dele. Mas, graças aos recursos, Lago ganhou tempo. E vem usando cada segundo. A oposição recorreu à justiça para tentar paralisar os gastos que ele vem realizando na fase final de sua administração.  <BR> <BR>Tive acesso a alguns dados. Em março, ele fez gastos extraordinários de R$ 648 milhões. O dinheiro foi repassado para aliados políticos e para obras que ainda não começaram. A prefeitura de São Luís recebeu R$ 150 milhões. A de Imperatriz, ficou com R$ 77 milhões. A Assembleia Legislativa, que luta contra a cassação dele, ganhou quase 36 milhões.  <BR> <BR>O governador, que pode estar vivendo os estertores de seu mandato, lançou um programa para distribuir R$ 150 a famílias carentes. Uma bomba-relógio pronta a explodir no colo de sua sucessora, caso a perda de mandato seja confirmada.  <BR> <BR>Tudo isso remete a um problema estrutural dos processos de cassação dos governadores. Lago foi eleito em desafio à candidatura de Roseana Sarney (PMDB). Conseguiu encarnar em sua candidatura a oposição ao clã Sarney. Dois anos depois, a Justiça Eleitoral concluiu que sua eleição se deveu ao abuso de poder econômico e à compra de votos e decidiu cassar seu mandato. Quando essa decisão for implementada, Roseana assumirá o governo. Ou seja, o governador virtualmente cassado está tomando conta do caixa que sua inimiga vai administrar.  <BR> <BR>É o tipo de situação que não pode mesmo dar certo. O Maranhão é um exemplo, mas o mesmo aconteceu em outros estados. A cassação de governantes eleitos sob a suspeita de uso da máquina pública ou de abuso de poder econômico é uma saudável novidade da política brasileira. Agora é preciso dar um segundo passo e criar um rito mais rápido, que poupe os estados e suas populações desse tipo de impasse.  <BR> <BR><B>Despedida</B>  <BR>Aos leitores, uma boa notícia. Esta é a última Nas Entrelinhas que escrevo, ao menos até que a vida apronte alguma nova surpresa. Deixo o jornal, para assumir um novo desafio profissional. Agradeço à direção do Correio pela confiança em me conceder o espaço e pelo espírito democrático com que sempre tratou minhas opiniões. E aos leitores, pela paciência.</FONT> <!--  <hr>  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --></P>
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		<title><![CDATA[R$ 1 bilhão para os prefeitos]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34881</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Uma fonte que participa da reunião do Conselho Político do governo me informa: o presidente Lula deu ordem para que o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 2009 seja igual ao de 2008. Pelas contas do governo, isso significa que a União terá de mandar mais R$ 1 bilhão aos prefeitos. Nesse momento, estão discutindo a forma.  
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		<title><![CDATA[A bronca de Lula]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34785</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br>    <br><font style="font-style: italic; text-decoration: underline; font-weight: bold;" class="sutia">O presidente foi duro. Disse que vai tirar o dinheiro de quem não viabilizou seus projetos. As verbas serão transferidas para outras obras, que podem ser concluídas em menor prazo</font> <br>     <br><font class="assinatura">por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <br> <br> <br>&nbsp;<!--  -->   <font class="texto">Nos últimos dias, o governo fez uma série de movimentos que demonstram inquietação com a crise da economia e seus efeitos políticos. O mais visível deles foi a demissão de Antonio Francisco de Lima Neto da presidência do Banco do Brasil (BB). Ele saiu porque não atendeu com a rapidez necessária a ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir o spread bancário (a diferença entre os juros que o BB paga a seus aplicadores e o que cobra pelos empréstimos). A medida pegou muito mal no mercado financeiro. As ações do banco caíram 8,15% em um dia. Mas, para a multidão que está sufocada pelos juros do cheque especial ou tem parte do salário comida pelo empréstimo com desconto em folha, ele passou seu recado. Sai do episódio como um presidente tão empenhado em baixar os juros que não hesita em mandar para o olho da rua quem resiste. Ainda não dá para avaliar a eficácia econômica da medida, mas do ponto de vista da imagem de Lula, ela só pode ter sido positiva.  <br>  <br>Ontem, quando a maior parte das repartições públicas estava fechada em Brasília, o presidente chamou ao seu gabinete os ministros e presidentes de estatais responsáveis por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Oficialmente, para um balanço. Na prática, para uma bronca em quem anda atrasando o cronograma. Lula recebeu os auxiliares com um detalhado relatório sobre o andamento de cada obra. Uma parcela significativa ainda não saiu do papel. O presidente foi duro. Disse que vai tirar o dinheiro de quem não viabilizou seus projetos. As verbas serão transferidas para outras obras, que podem ser concluídos em menor prazo.  <br>  <br>A bronca foi ouvida com toda a atenção. Afinal, todos sabiam que o presidente do Banco do Brasil tinha sido demitido na véspera por demorar em atender o presidente. Numa hora assim, ninguém quer correr riscos. Nem de perder verbas nem de perder o cargo.  <br>  <br>O presidente tem pressa. Quer resultados logo. Não por acaso, o governo estreou nesta semana a campanha publicitária do programa Minha casa, minha vida, que promete a construção de 1 milhão de residências. As casas ainda não existem. Nas previsões mais otimistas, demorará uns seis meses até que as primeiras unidades sejam inauguradas. Mas é preciso mostrar, desde já, que o governo está agindo. Um levantamento da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que tive a oportunidade de ver, mostrava que o lançamento do programa teve grande exposição na mídia, especialmente nos jornais regionais. Agora, a tarefa é mantê-lo em evidência e aí entra a campanha publicitária.  <br>  <br>Tudo isso tem como pano de fundo a preocupação do governo com os efeitos políticos da crise. Aquela que o presidente Lula se esforça tanto para negar que acaba confirmando. As pesquisas de opinião realizadas em março revelaram uma queda de até 10 pontos na popularidade do presidente Lula. O Palácio do Planalto esperava uma baixa, mas não tão grande. E ninguém no governo sabe prever o que acontecerá na próxima rodada de pesquisas. Por isso, todos fazem tanta força para mudar esse quadro.  <br>  <br>O PAC já era parte essencial do plano político de Lula para o segundo mandato. A ideia era projetar a imagem dele como um tocador de obras e a da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como a gerente que transformou os projetos em realidade. A crise econômica aumentou ainda mais essa importância. O presidente vê os investimentos do PAC como uma arma para manter a economia aquecida. Uma versão local dos planos de investimentos que Barack Obama lançou nos Estados Unidos.  <br>  <br>É por isso que o presidente está tão preocupado em atender os pedidos dos prefeitos. Teme que o aperto dos cofres municipais, provocado pela crise, os impeça de investir em obras. As prefeituras são parceiras fundamentais da execução do PAC. Para agradar a seus ocupantes Lula está disposto a abrir mão de arrecadação, liberar mais emendas parlamentares ao orçamento ou qualquer outra medida que se faça necessária.  <br>  <br>A propaganda do programa de moradia na TV convida os telespectadores a visitar o site www.confiancanobrasil.com.br. É uma página na qual estão expostos os principais projetos do governo Lula. O PAC é o principal destaque. Logo de cara há uma enquete, perguntando se o internauta conhece alguma obra do PAC em sua cidade. Até ontem à tarde, a pesquisa tinha sido respondida por 10.937 pessoas. Nada menos que 80% responderam que não conheciam nenhum projeto. Por aí se vê que Lula ainda terá muitas dores de cabeça a administrar.</font>  
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		<title><![CDATA[A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34784</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="file:///C:/DOCUME%7E1/10105/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-20.jpg" alt=""><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/5ed56fcbe8f29cf7a8df4d95b9285b69.jpg"> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[O passado de Dilma]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34734</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<br style="font-style: italic;">   <font style="font-style: italic;" class="sutia">Dilma Rousseff tem um passado político e é importante que ele seja conhecido e julgado, sem preconceitos nem mistificações pelos brasileiros</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090409/fotos/a4-1.jpg" align="right">Nos últimos dias, foram publicadas reportagens sobre o passado da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como militante e dirigente da VAR-Palmares, organização de esquerda que escolheu o caminho da luta armada para combater o regime militar. Como acontece sempre que a mídia trata do assunto, instalou-se uma polêmica entre os adversários e os admiradores da ministra. Uns veem nas reportagens sobre o tema uma tentativa de minar a candidatura dela à Presidência da República em 2010, pintando o seu retrato como o de uma terrorista. Já os outros... Bom, os outros a acusam mesmo de ter sido uma terrorista.  <br>  <br>Pessoalmente, acho um bom debate. A ministra Dilma Rousseff tem um passado político e é importante que ele seja conhecido e julgado, sem preconceitos nem mistificações pelos brasileiros. E é bom que ela tenha uma história. A crítica mais correta que pode ser feita à sua candidatura presidencial é a da artificialidade. Ela não foi escolhida no debate interno do PT, seu partido. Foi pinçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre os ministros e ungida por ele como candidata à sua sucessão. Só depois foi sendo assimilada pela legenda.  <br>  <br>Com um processo de escolha assim, o grande risco é o da imposição de uma candidatura artificial, de alguém que seja mais um produto de marketing. Nesse sentido, é tranquilizador saber que Dilma tem uma história política que remonta há mais de três décadas. É uma prova de que ela tem conteúdo. Concordar ou não com esse conteúdo é prerrogativa de cada brasileiro, que poderá votar nela ou não.  <br>  <br>Reportagens sobre o assunto são importantes. E, por isso, é fundamental que sejam exatas. Que não se exagere nem o papel de Dilma na Var-Palmares nem a importância da organização na vida dela.  <br>  <br><b>Terrorismo ou revolução?</b>  <br>Na primeira frase desta coluna, tomei um cuidado especial ao descrever a VAR-Palmares. Não usei para defini-la a palavra terrorista e tampouco lhe dei a chancela de revolucionária. A atenção ao texto foi proposital. Nesse caso, as palavras são carregadas de simbologia e valor. Quem descreve como terrorista a ação da organização a está condenando e, por extensão, a seus militantes. Por outro lado, o termo revolucionária lhe empresta um ar de romantismo e justificação. Prefiro ser mais seco. Tratava-se de um grupo de militantes de esquerda que escolheu as armas para combater um regime imposto pelas armas. Você pode concordar com isso, ou ao menos compreender a ação. Ou não. De qualquer forma, isso ajuda a compreender a alma de Dilma Rousseff. Era alguém disposta a arriscar a vida pelo que acreditava. E também a romper com os limites da legalidade, se isso lhe parecesse correto. Convenhamos, isso é mais do que sabemos sobre a maioria dos políticos.  <br>  <br>É claro que a Dilma de hoje é bem diferente da jovem militante que foi presa e torturada no tempo da ditadura. Está mais pragmática, mais centrada e provavelmente mais conservadora. Uma transformação semelhante à que aconteceu com José Serra, um de seus prováveis adversários nas eleições do ano que vem. O governador de São Paulo não é igual ao jovem que foi dirigente da UNE e militante da Ação Popular, outro movimento de esquerda contrário ao regime militar. Mas boa parte do que ambos são hoje é resultado da forma como viveram aqueles anos de chumbo.  <br>  <br><b>Informação</b>  <br>Honestamente, não acredito que esse será um tema central da decisão de voto. A crise econômica, os programas sociais do governo, as denúncias de corrupção e a competência dos marqueteiros de lado a lado vão pesar mais. Mas o assunto estará presente na campanha eleitoral, não tenham dúvidas. Muita gente se recusará a votar em Dilma para não dar seu apoio a alguém que consideram uma ex-terrorista. E terão todo o direito de agir assim. Outros, ao contrário, podem ver nesse passado um sinal de que ela é mais do que a ministra com jeitão de supergerente que o país conheceu durante o governo de Lula. É uma das boas coisas da democracia.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->          <br>  
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		<title><![CDATA[A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34609</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font style="font-weight: bold;" class="titulo" size="5">O último ano</font> <br>    <br><font class="sutia">A equipe de Lula em 2010 é um mistério para o qual possivelmente nem ele tem a resposta. Pode ser um grande comitê eleitoral ou uma demonstração do vazio que cerca o fim dos mandatos</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger <br>Arte: Caio Gomez/CB/D.A Press</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090407/fotos/a4-1a.jpg" align="right">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem horror à perspectiva do fim do mandato. Não, esta não é mais uma coluna sobre o fantasma de alguma manobra para quebrar o arcabouço legal e tentar lhe garantir mais algum tempo de poder. Já deixei claro em outros textos que não acredito nessas teorias conspiratórias. Lula sairá em 1º de janeiro de 2011. E é justamente a inexorabilidade desse afastamento que o preocupa. O presidente gosta do poder e quer exercê-lo plenamente até o último momento. O que lhe causa apreensão é o risco daqueles últimos meses, em que o político com a expectativa de poder se torna mais importante do que o atual ocupante do cargo. Como diz a velha piada, são aqueles momentos em que o café demora tanto a ser providenciado que já chega frio ao gabinete.  <br>  <br>Lula tentará fugir a essa regra e até já tem uma fórmula. Como não pode ser candidato, investiu na criação da candidatura de sua auxiliar mais próxima, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Avalia que, no último ano de mandato, a condição de privilegiado cabo eleitoral lhe garantirá a importância que deseja. É uma boa aposta. Todos, no governo e na oposição, sabem que o alcance da candidatura oficial dependerá diretamente da popularidade de Lula e do grau de envolvimento que ele terá na campanha.  <br>  <br>O que me deixa preocupado é imaginar o que acontecerá com o governo federal ao longo de 2010. Um levantamento feito pelo jornalista Josias de Souza revela que entre 18 e 21 ministros pensam em candidatar-se a algum cargo nas próximas eleições. Tudo bem que o governo Lula tem 37 ministros, mas mesmo assim, será uma tremenda mudança. A lei eleitoral exige que eles saiam dos cargos em março de 2010, quando ainda faltarão nove meses para o fim do mandato do presidente.  <br>  <br>Será uma megarreforma ministerial. Alterará as áreas mais sensíveis do governo, desde a Casa Civil até o Banco Central, passando por Educação, Justiça e outras pastas estratégicas. E, para complicar ainda mais a vida do presidente, ele não poderá chamar para sua equipe ninguém que tenha pretensões eleitorais.  <br>  <br>O presidente nunca se mostrou muito confortável com reformas ministeriais. Leva um longo tempo para afastar auxiliares e ainda mais para escolher os novos ocupantes das cadeiras. Isso, quando a encrenca envolve um ministério. Imagine-se com 20.  <br>  <br>Qual será a cara dessa equipe de final de mandato? A saída dos políticos e a impossibilidade de chamar outros apontariam para uma equipe de técnicos. Por outro lado, Lula aposta na força do governo para eleger Dilma. É de se supor que ele espere ver seus ministros trabalhando politicamente por sua candidata.  <br>  <br>Deverão ser técnicos escolhidos politicamente, por indicações dos partidos que integram a base do governo. Mas também terão que contar com a confiança de Lula. A última coisa que ele vai querer é descobrir que algum de seus novos ministros está fazendo corpo mole ou ajudando outros candidatos.  <br>  <br>Há outro elemento para complicar a equação. A base governista de hoje é congressual. Foi montada para dar a Lula maioria na Câmara e no Senado. O presidente deseja que a mesma (imensa) base esteja no palanque de Dilma, ao menos formalmente. Mas essa será uma nova negociação, com regras próprias. Os espaços no ministério podem ser tanto uma forte moeda de troca quanto um instrumento de retaliação contra os rebeldes. A lei eleitoral impõe uma série de restrições ao uso político da máquina pública em anos eleitorais, mas todos sabem que apesar delas os cargos mantém boa parte do seu poder de fogo.  <br>  <br>A equipe de Lula para o último ano de governo é um mistério para o qual possivelmente nem ele tem a resposta. Pode ser um grande comitê eleitoral ou uma demonstração do vazio que cerca o fim dos mandatos.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->           
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		<title><![CDATA[Castelo de areia - A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34347</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="titulo">Castelo de areia</font> <br>    <br><font class="sutia">É fundamental que a corrupção seja combatida e os corruptos presos. Para isso, a PF precisa ser conhecida por sua eficiência e não por sua pressa</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090402/fotos/a4-1.jpg" align="right">Eu gosto de filmes policiais. Se eles envolverem intrigas políticas e os bastidores do poder, melhor ainda. Supostamente então, deveria achar eletrizante o drama que se segue à Operação Castelo de Areia, em que a Polícia Federal escarafuncha os arquivos da Camargo Corrêa, uma das maiores empresas do Brasil e dona de polpudos e polêmicos contratos com a administração pública. Mas não consigo. O caso tem cara de filme velho e sua parte política apresenta um enredo a que todos nós já fomos expostos à exaustão.  <br>  <br>É sempre assim: a Polícia Federal faz uma operação de grande repercussão. O noticiário do dia é tomado por imagens de gente importante sendo presa. Engravatados espremendo-se na parte de trás de camburões são sucesso garantido de audiência. Horas depois, aparecem os vazamentos. Começam a pipocar nomes de políticos suspeitos de envolvimento com o esquema da vez. Eles ficam no centro do tiroteio por um ou dois dias e depois partem para o contra-ataque. Denunciam armações e acusam a PF de atuar politicamente contra eles. Se o acusado é da oposição, esmera-se para dizer que tudo não passou de um plano maquiavélico, normalmente atribuído ao ministro da Justiça, Tarso Genro. Se é do PT, a saída é acusar setores da PF que seriam remanescentes dos governos tucanos. Ao fim, o que está em debate não é mais o suposto crime, mas a ação da polícia e suas eventuais conspirações.  <br>  <br>Honestamente falando, acredito pouco nessas teorias conspiratórias. Os problemas que existem são mais consequência de falhas na condução dos inquéritos que de um grande plano para usar a Polícia Federal como arma política. Mas isso não torna a questão menos grave. Atropelos em inquéritos provocam dois sérios riscos: um é o de acusar injustamente os inocentes. Outro é de deixar escapar os culpados.  <br>  <br>O caso da Operação Castelo de Areia é um bom exemplo dos erros e acertos da PF. Tudo começou com uma denúncia anônima de que um doleiro, conhecido no mercado por supostos serviços de lavagem de dinheiro, estaria a serviço de diretores da Camargo Corrêa. Acusações sem nome do autor normalmente não são um bom começo, mas a polícia foi criteriosa. Acompanhou os passos do doleiro e, depois de certificar-se de que ele mantinha relações com a empreiteira, pediu a quebra de seu sigilo telefônico. Começaram, então, meses de escuta nas conversas dele e de seus interlocutores.  <br>  <br>No meio disso, surgiram conversas em que os diretores da empreiteira discutiam doações a políticos. Falavam em dinheiro “por dentro” e “por fora”. A suspeita, óbvia, era de que se tratava de um esquema de caixa dois. A PF não tinha outro caminho a não ser investigar. Qualquer outra atitude seria crime. O problema foi a forma como se deu essa investigação. A polícia não avançou em relação às conversas gravadas. Poderia, por exemplo, ter verificado na justiça eleitoral se os políticos citados tinham ou não contabilizado doações da empreiteira. Seria uma cautela justificável. A Camargo Corrêa é uma das maiores financiadoras do caixa um de campanha no Brasil. Isso não significa, de forma alguma, que ela não pudesse estar doando dinheiro “por fora”, como sugeriam as gravações. Mas recomendava que, antes de encaminhar o inquérito à justiça, a PF fizesse um esforço suplementar para separar o joio do trigo.  <br>  <br>Uma alternativa seria separar o caso em uma investigação própria. Tivesse feito isso, hoje a PF teria em sua mão arquivos e computadores da empreiteira capazes de confirmar ou descartar a suspeita. Poderia fechar o caso com muito mais eficiência dentro de alguns meses, ou então arquivá-lo sem expor os políticos e a si mesma a tantas suspeitas.  <br>  <br>O mesmo aconteceu com a Operação Satiagraha, há pouco tempo. Hoje, discutem-se mais as peripécias do delegado Protógenes Queiroz do que as acusações contra os políticos e empresários que ele prendeu. Para alguns, o policial é um herói. Para outros, um trapalhão. Melhor seria se ele fosse discreto.  <br>  <br>É fundamental que a corrupção seja combatida e os corruptos presos. Para isso, a PF precisa ser conhecida por sua eficiência e não por sua pressa. A Operação Sanguessuga, que desmascarou um esquema de desvio de verbas públicas para compra de ambulâncias, foi um exemplo de inquérito concluído no tempo certo. Seus resultados causaram impacto imediato e desdobraram-se em processos sólidos, que tramitam na justiça. Se esse cuidado não é tomado, a ação da polícia, mesmo quando feita contra os alvos certos, pode desabar como um castelo de areia.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->           
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		<title><![CDATA[Posição do PTB complica governo na MP do super-refis]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34252</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		A bancada do PTB fechou questão ontem a favor da manutenção do texto da MP 449 da forma como veio da Câmara. Para quem não sabe, o texto do governo foi transformado pelos deputados em uma espécie de "super-refis", abrindo espaço para que empresas de todos os tipos renegociem suas dívidas com o fisco em condições extremamente favoráveis. <br> <br>O partido tem nove votos efunciona como uma espécie de fiel da balança no Senado. Sua decisão torna praticamente impossível ao governo mudar o texto da MP. Restará negociar, ou então transferir ao presidente Lula a desagradável tarefa de vetar o texto. <br> <br>O movimento foi articulado pelo líder do PTB, Gim Argello (DF). Ele negociou com o relator da proposta na Câmara, Tadeu Filipelli (PMDB-DF). Foi, por sinal, com a certeza de ter o aval do PTB do Senado, que Filipelli jogou pesado em seu relatório. <br> <br>"É o momento de apoiar o emprego e não de estrangular as empresas", justifica Gim Argello. <br>  
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		<title><![CDATA[Contradição explicável - A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34190</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br>    <br><font class="sutia">Por enquanto, Dilma está ganhando os votos do núcleo duro do eleitorado de Lula. Aqueles cuja lealdade ainda não é ameaçada pelos efeitos da crise</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090331/fotos/entrelinhas.jpg" align="right">A pesquisa do instituto Sensus apontou uma aparente contradição. A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu significativamente, mas a candidata dele, Dilma Rousseff, ganhou pontos nos cenários eleitorais para 2010. E há outro dado aparentemente ainda mais estranho. Cresceu a importância de Lula como cabo eleitoral. O contingente de entrevistados que prometem votar no nome indicado por ele para sua sucessão pulou de 15,6% para 21,5%. Desencontros numéricos como esses costumam alimentar teorias de conspiração entre os torcedores contra ou a favor do governo. A verdade, prosaica, é que eles podem ser explicados com um olhar mais atento à pesquisa.  <br>  <br>Para começar, é bom olhar com calma para a popularidade do presidente e de sua administração. A avaliação positiva do governo caiu 10 pontos e a aprovação ao desempenho de Lula caiu oito. São números significativos em qualquer pesquisa. Mas o fato é que os índices continuam altíssimos. A aprovação de Lula está em 76,2%. Significa que ele tem o apoio de três entre cada quatro brasileiros. É um enorme patrimônio eleitoral. Para se ter uma ideia do que isso significa, basta comparar com a posição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em março de 2001, quando tinha o mesmo tempo de mandato que Lula tem hoje. A aprovação era de 45,6% e a desaprovação, de 45,4%.  <br>  <br>Em resumo: Lula pode não estar tão bem quanto no final do ano mas continua em posição privilegiada. Se vai mantê-la ou não, depende de muitas variáveis. O andamento da crise, as medidas do governo para enfrentá-la e a capacidade do presidente mostrar, no discurso, que a culpa não é dele. E ele vem se esforçando para isso.  <br>  <br>É um erro tomar por um escorregão verbal a frase em que ele atribuiu os problemas da economia mundial aos erros de “gente branca e de olhos azuis”. O presidente sabia o que estava falando e, mais importante, para quem. Seu alvo não era o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que assistiu constrangido ao ataque. Lula mirou no seu público. Queria mostrar aos brasileiros mais pobres que a encrenca é coisa dos gringos. A declaração pegou mal na imprensa internacional, mas ele está de olho é na audiência interna.  <br>  <br>Tudo bem, mas como explicar os movimentos divergentes: a subida da candidata no momento da queda do presidente? A razão é política. Por enquanto, Dilma está ganhando os votos do núcleo duro do eleitorado de Lula. Aqueles cuja lealdade ainda não é ameaçada pelos efeitos da crise. Vamos aos números. Na simulação em que enfrenta José Serra (PSDB), a ministra obteve 16,3%. Em outro cenário, no qual o candidato tucano é Aécio Neves, ela apresenta desempenho semelhante. Chega a 19,9%.  <br>  <br>Na mesma pesquisa, 21,5% dos entrevistados disseram que o candidato apoiado por Lula é o único em que votariam. Ou seja, a votação dela ainda cabe no contingente de eleitores cativos do presidente. Além disso, historicamente os institutos de opinião pública apontam que o PT teria a simpatia de cerca de 20% do eleitorado. Dilma está conquistando os votos de casa.  <br>  <br>Não é pouca coisa. Há um ano, ela patinava em torno dos 3%. Seu nome aparecia nas pesquisas ao lado de outros presidenciáveis com assento no governo Lula, como Tarso Genro ou Patrus Ananias. Vem ganhando espaço, de maneira lenta mas constante. Tornou-se o único nome do PT nos formulários dos pesquisadores. Aos poucos, vem sendo assimilada pelo partido e seus simpatizantes. É verdade que com graus diferentes de entusiasmo, variando da euforia ao pragmatismo. Mas ninguém mais discute sua primazia para suceder Lula. Ao menos em público.  <br>  <br>Um dado interessante: o grupo que promete votar no candidato de Lula subiu seis pontos de janeiro para cá. Ao mesmo tempo, caiu em oito pontos a parcela de entrevistados que condicionava seu apoio a conhecer antes o candidato oficial. Pois bem. O nome do governo está definido. É Dilma. Ao que parece, pela transferência de votos, ela vem sendo bem recebida.  <br>  <br>No Nordeste, região onde o presidente é mais bem avaliado, sua candidata tem o melhor desempenho, chegando a 26,5%, contra 38% de Serra.  <br>  <br>Essa é a boa notícia para o governo. A ruim é que os eleitores cativos de Lula e do PT não são suficientes para vencer uma eleição presidencial. Para ganhar, Dilma terá de conquistar votos na classe média e em outros segmentos menos vinculados ao governo. Uma tarefa que a crise econômica torna ainda mais complicada.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->           
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		<title><![CDATA[A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34189</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/0a85f956e39c7d9c5b8c3b5cfb68610f.jpg">  
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		<title><![CDATA[Pesquisa CNT mostra queda de Lula e crescimento de Dilma]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=34140</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		&nbsp; <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">A pesquisa mais recente do instituto Sensus, divulgada agora, trouxe boas e más notícias para o governo Lula. A má é a confirmação de que a crise atingiu a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A positiva, a continuidade no crescimento de sua candidata, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Parecem notícias contraditórias, mas dá para explicar.</P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Em primeiro lugar, a popularidade: A avaliação positiva do governo caiu de 72,5% em janeiro para 62,4% agora. São dez pontos percentuais, o que é significativo em qualquer pesquisa. Mas o deslocamento foi moderado. O que aumentou foi o contingente para quem o governo é regular: de 21,7% para 29,1%. A avaliação negativa fica em 7,6%. </P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">A aprovação do desempenho do presidente caiu oito pontos. De 84% para 76,2%. Mas o número ainda é altíssimo. Para se ter uma idéia, na mesma altura do segundo mandato, Fernando Henrique Cardoso tinha a aprovação de 45,6% e a desaprovação de 45,4%.</P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">A razão da queda é a mesma detectada pelas pesquisas do Ibope e Datafolha, divulgadas há poucos dias. Os brasileiros estão sentindo os efeitos da crise. Em janeiro, 38,5% dos entrevistados avaliaram que o emprego no país havia piorado nos seis meses anteriores. Agora, esse índice subiu par 54,5%. O mesmo acontece com a renda mensal. Em janeiro, 23,2% queixaram-se de que os rendimentos tinham caído no semestre anterior. Nesta pesquisa, o índice subiu para 32,6%.</P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Apesar disso, os brasileiros estão otimistas em relação ao futuro. Para 48,6% o nível de emprego no país aumentará nos próximos seis meses. Índice semelhante aos 51,1% registrado em janeiro. E, para 46,3%, o país sairá fortalecido da crise.</P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Com índices ainda altos e uma expectativa na qual o otimismo ainda supera a preocupação, Lula continua posicionado como um eleitor privilegiado em sua sucessão. Nesta pesquisa, 21,5% disseram que o candidato apoiado por Lula será o único capaz de ganhar seu voto. Mais do que os 15,6% que deram a mesma resposta em dezembro do ano passado. Nessa questão, há um dado interessante. Esses eleitores saíram do grupo que só definiria o voto depois de conhecer o candidato. Bom, o candidato do governo é conhecido: Dilma Rousseff. Isso mostra que o eleitorado de Lula parece satisfeito com a escolha de Dilma.</P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> <BR></P> <P class=western style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">A candidata continua a crescer de forma lenta, mas constante. O Sensus simula vários cenários. O mais provável é o em que ela enfrentaria o tucano José Serra e a candidata Heloísa Helena, do PSol. Nesse cenário, Serra teria 45,7% (três pontos a mais que em dezembro), e Dilma ficaria com 16,3% (também um crescimento de quase três pontos). Heloísa Helena parou em 11%. Os números dela já são mais positivos que os de Ciro Gomes (PSB), outro possível candidato da base governista.</P>
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		<title><![CDATA[Tudo normal]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33955</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Desde a amnhã de quarta-feira, o telefone do ministroTarso Genro não para de tocar. Do outro lado da linha, políticos preocupados com a operação da PF na construtora Camargo Correa. Alguns queriam informações. Outros, saber se havia jogo político na ação. Tarso manteve o discurso. Disse que a PF apenas atendeu a um pedido da justiça e que a operação e seus segredos pertencem ao Ministério Público.  
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		<title><![CDATA[A crise e as sombras. Coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33953</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font>   <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090326/fotos/entrelinhas.jpg" align="right"> <br> <br> <br>Ontem, numa conversa reservada com um influente parlamentar da base governista, ouvi algo surpreendente. “Tem gente pensando que, se a crise se agravar e atingir o Brasil em cheio, seria melhor tentar um grande acordo e não fazer eleições em 2010. Dar mais um ano de mandato para todos e jogar a disputa para 2011.” A ideia me pareceu inviável, mas o interlocutor merece respeito. É um daqueles políticos que frequenta os gabinetes mais importantes do Palácio do Planalto e costuma saber o que se passa por lá. Perguntei de quem seria a proposta. Ele se retraiu. “É algo que está sendo falado pelas sombras”, disse.  <br>  <br>Um ministro, com quem conversei logo depoi, pulou fora. “Essa conversa não passou nem perto de mim”, jura. É bom registrar que também se trata de fonte confiável e bem informada.  <br>  <br>De qualquer forma, é o tipo de história que todo mundo vai negar, mesmo se for verdade. Em primeiro lugar, cheira a golpe. Mas, além dos impedimentos éticos, há os de ordem prática. Mudar as regras do jogo tão perto da eleição exigiria uma maioria no Congresso que o governo Lula não tem. A saída, improvável, seria tentar um grande acordo, envolvendo a oposição. Em resumo: seria ainda mais complicado do que a tentativa de permitir que o presidente disputasse o terceiro mandato, aventura que naufragou no ano passado.  <br>  <br>Mas o simples fato de a ideia ser cogitada já é significativo. Mostra a inquietação que a crise econômica provoca entre aliados do Palácio do Planalto. Até setembro do ano passado, a disputa pela sucessão de Lula seguia um roteiro bem definido. A corrida seria entre um tucano, José Serra ou Aécio Neves, e Dilma Rousseff, escolhida por Lula para ser a candidata do PT. Outros nomes, como Ciro Gomes ou Heloísa Helena, fariam papel de coadjuvantes.  <br>  <br>Os tucanos aparecem mais bem posicionados nas pesquisas, mas a ministra conta com trunfos poderosos: a máquina do governo e o prestígio pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  <br>  <br>Esse cenário previsível mudou, assim como milhares de outras coisas no mundo pós-crise. O caixa do governo apertou e as pesquisas mais recentes mostraram abalo na popularidade do presidente Lula. Politicamente, as notícias são boas para a oposição. 2009, o ano em que a ministra terá de consolidar-se como candidata, será um período de dificuldades para o governo.  <br>  <br>É terreno fértil para teorias de conspiração e ideias que surgem das sombras. Mesmo que não prosperem, elas são um bom termômetro.  <br>  <br><b>Senado</b>  <br>Depois de anunciar que tinha 131 diretorias e corrigir a conta para 138 e depois para 181, o Senado informou que são apenas 38 cargos de direção. Os demais seriam funcionários chamados de diretores e que recebiam a gratificação como diretores, mas não são diretores. É a mais pura verdade. A multiplicação de diretorias não passou de uma estratégia engendrada pela burocracia da Casa para engordar o salário de alguns apadrinhados. Mas a admissão não melhora o quadro. Ao contrário. O Senado está reconhecendo que remunerava quase 150 nababos por uma função que eles não exerciam.  <br>  <br>A dança das diretorias é, provavelmente, o retrato mais significativo das dificuldades do Senado em enfrentar a crise. De uma hora para outra, a Casa transformou-se em pauta principal da imprensa. Em todas as redações, repórteres ansiosos começam seu dia com a missão de encontrar irregularidade em sua administração. É como quando alguém levanta uma pedra no quintal. Debaixo dela surge todo tipo de bicho esquisito.  <br>  <br>A cúpula do Senado lembra um lutador aturdido pela quantidade e violência dos golpes recebidos. Reage por instinto, de forma apressada. Por isso, a Casa se atrapalha diante de missões simples, como fazer a contabilidade de suas diretorias. Anunciam-se medidas de impacto, apenas para que alguns dias depois descubra-se que elas não foram implementadas.  <br>  <br>Ontem, no plenário, deu para ouvir a conversa entre dois senadores. Comentavam a operação da Polícia Federal que apreendeu documentos e prendeu diretores da empreiteira Camargo Correa. “Com essa história pode ser que se esqueçam da gente”, disse um deles, com ar aliviado.  <br>  <br>Os especialistas em gerenciamento de crise sugerem dois tipos de solução, absolutamente opostas, para esse tipo de encrenca. Uma é ficar quieto e esperar a onda passar, provavelmente com outro escândalo. A outra é enfrentar os problemas de frente. A segunda é melhor. Mas a primeira é bem mais provável.</font>  
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		<title><![CDATA[Bola Fora. A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33952</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[A novela das diretorias do Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33883</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Uma sugestão ao presidente José Sarney. Ele poderia instalar um placar eletrônico na frente do Senado informando quantas diretorias a casa diz ter. O número mudaria tanto que poderia virar uma nova atração política para Brasília. Para quem não lembra, primeiro elas eram 131. Depois passaram a 138 e chegaram a 181. Falou-se em 190. A nova versão é que seriam 38. E os outros? Segundo o Senado, eles são chamados de diretores, recebem gratificação como diretores, mas não são diretores. <br> <br>A confusão representa bem as dificuldades do Senado para reagir à sua crise. A Casa vive o pesadelo de qualquer político. Tornou-se a pauta principal de todos os veículos de comunicação. Isso significa que, a cada manhã, uma legião de ansiosos repórteres recebe a missão de descobrir alguma nova irregularidade em sua administração. É como quando a gente levanta uma pedra no quintal. Embaixo tem um monte de minhocas e outros bichinhos nojentos se mexendo. Pois bem. Tudo o que estava escondido no Senado está sendo mostrado, e com uma tremenda lente de aumento. Há histórias graves, como o uso de empresas terceirizadas para esconder a contratação de apadrinhados ou fraudes nos contratos. Outras que mostram o ridículo das manobras para aumentar salários, como essa multiplicação de diretorias. <br> <br>O Senado, com a nova versão, lipoaspirada, do número de diretorias, confirma o que escrevi neste blog há alguns dias. Os cargos não passavam de uma forma criada por altos funcionários para aumentar o salário de altos funcionários. Admitindo isso, a coisa melhora? Acho que não. A saída é cortar fundo. Se o sujeito não é diretor, não pode receber como se fosse. É assim que se gasta bem o dinheiro. Especialmente o dinheiro dos outros. <br> <br>O comando do Senado passa a imagem de um lutador aturdido com a quantidade e a violência dos golpes recebidos. Reage institivamente, sem pensar. Anuncia medidas que não se confirmam, como a demissão dos diretores virtuais, ou outras que precisam ser revistas dois dias depois. <br> <br>O manual de gerência de crises aponta duas saídas bem diferentes para o drama do Senado. A primeira é não fazer nada e esperar a onda passar. A segunda é enfrentar os problemas. A segunda é muito melhor, mas tenho quase certeza de que a escolhida será a primeira. <br>  
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		<title><![CDATA[Tantas emoções... A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33880</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[As prévias do PSDB. Tradução simultânea.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33841</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Veja o que disse hoje o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, sobre a polêmica em torno de prévias para escolher o candidato do partido à presidência da República em 2010: <br> <br>"<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Não havendo entendimento de Serra com Aécio e de Aécio com         Serra, faremos prévias</span>. <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">E faremos tudo dentro da lei. Estamos         acusando o governo de propaganda antecipada, não podemos         escorregar</span>". <br> <br>Sabe o que ele quis dizer? <br> <br><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;">Vamos adiar as prévias pelo maior tempo possível, usando a justiça eleitoral como desculpa. Nesse meio tempo, vamos tentar convencer Aécio Neves a desistir. Mas não podemos fechar a porta. Vai que ele não desiste... <br> <br></span></span>A cruzada de Aécio pelas prévias constrange a direção tucana. O partido gostaria de entregar a candidatura a José Serra, mas não pode deixar em má posição o governador de Minas. Ele sabe disso e estica a corda. Sabe que, se insistir muito, levará as prévias. Isso o coloca numa posição de força.<span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;"> <br></span></span>  
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		<title><![CDATA[Lula e os prefeitos. O discurso foi duro. Como será a ação?]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33840</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		"Os prefeitos estão comendo o pão que o diabo amassou". A frase foi dita durante reunião em que um grupo deles pediu a Lula o aumento nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios, o dinheiro do governo federal que vai para os Estados. Que ninguém pense que a declaração saiu de algum prefeito desesperado. Ela veio do próprio Lula. Veja o que ele disse: <br> <br>"Eu sei que vocês todos estão comendo o pão que o         diabo amassou com a queda do FPM, sei o que vocês estão         passando. A nós do governo federal não adianta o município estar         mal. O município é o primeiro pronto-socorro para atender a         população. Quero dizer a vocês que vamos discutir com muito         carinho porque acho que temos que encontrar uma solução". <br> <br>É Lula em seu melhor estilo. Antes que os prefeitos se queixassem, ele assumiu a reclamação. Desarmou o problema, ao menos naquele momento. A grande questão é saber como ele fará para atender essa e tantas outras reivindicações. O dinheiro para os municípios diminuiu porque a arrecadação da União caiu. Com um caixa apertado, há um limite para as propostas que podem ser atendidas. <br>  
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		<title><![CDATA[Um olhar sobre as pesquisas. A coluna Nas Entrelinhas de hoje.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33815</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font class="titulo">Avalanche  de números</font> <br>    <br><font class="sutia">Até as pesquisas da semana passada, questionava-se por que a crise não afetava a popularidade de Lula. Hoje, discute-se qual será o tamanho do estrago</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font>   <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090324/fotos/a4-1.jpg" align="right"> <br> <br> <br>Quem folheou os jornais nos últimos dias deve ter tido dificuldades para acreditar que este não é um ano eleitoral. As páginas estavam tomadas por pesquisas, de todo tipo. Mediu-se a popularidade do presidente da República e do Congresso. Testaram-se cenários para a eleição presidencial e as disputas pelos governos estaduais em 2010. Uma avalanche de números, que deixa muita coisa para pensar. A começar pela primeira queda em muito tempo da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele perdeu espaço nas pesquisas do Datafolha e do Ibope. O tombo, a depender do instituto e do critério de medição, varia de cinco a nove pontos. Ainda é pouco, para quem ostentava índices em torno de 80%. Lula continua um presidente popular, mas agora com uma incômoda pulga atrás da orelha.  <br>  <br>O problema é que a queda foi maior entre os brasileiros mais pobres. Eles, que sempre constituíram a principal base de Lula, são os mais atingidos pela crise econômica, em especial pelo desemprego. O fato dos índices continuarem altos é uma demonstração de que a grande maioria continua acreditando no discurso do presidente, de que seu governo não é o culpado pela crise e está fazendo o possível para vencê-la. Mas o fato é que a pergunta mudou. Até as pesquisas da semana passada, questionava-se por que a crise não afetava a popularidade de Lula. Hoje, discute-se qual será o tamanho do estrago.  <br>  <br>O Datafolha testou também a imagem do Congresso. Comprovou o que se imaginava. A série de denúncias de maus hábitos e desvios administrativos no parlamento piorou a avaliação que a população faz de senadores e deputados. Para 37% dos entrevistados, o trabalho deles é ruim ou péssimo. São seis pontos a mais que o constatado em novembro de 2008. O conceito regular ficou com 39% e apenas 16% consideram a atuação do Congresso ótima ou boa.  <br>  <br>O resultado é perfeitamente compreensível para uma pesquisa realizada no olho do furacão que envolve o Congresso. A questão em aberto, nesse caso, é se o parlamento saberá reagir à sua própria crise. Se não conseguir, o desgaste só crescerá.  <br>  <br>Para completar, o Datafolha realizou uma bateria de pesquisas eleitorais. Na disputa pelo Palácio do Planalto, governo e oposição encontraram motivos para comemorar. De um lado, o tucano José Serra lidera em todos os cenários onde seu nome é colocado. De outro, Dilma Rousseff (PT), a candidata de Lula, continua a crescer. Seu ritmo é devagar, mas sempre. O cenário é de uma eleição em aberto. Dilma terá de manter o crescimento em 2008, de forma a chegar ao ano eleitoral em condições de polarizar com o candidato tucano. Mesmo que tenha menos pontos, conta com a estrutura do governo e a popularidade ainda alta de Lula.  <br>  <br>O instituto adicionou um complicador, ao testar um cenário no qual José Serra e Aécio Neves são adversários, algo que só seria possível se o governador de Minas Gerais trocasse o PSDB pelo PMDB. Nesse caso, a eleição certamente iria para o segundo turno. Aécio, Dilma, Ciro Gomes e Heloísa Helena lutariam por uma vaga para enfrentar Serra. Jogo duro.  <br>  <br>Nos estados, a perspectiva é que a disputa seja dominada por nomes tradicionais. Em São Paulo, Geraldo Alckmin lidera, com índices acima de 40%. Seu desafio é vencer a disputa interna. O adversário, Aloysio Nunes, patina nos 3%, mas é forte na estrutura partidária e no governo estadual. No estado, chama a atenção a dificuldade do PT em construir o nome. Recém-saída da campanha pela prefeitura, Marta Suplicy é quem aparece melhor, com 13%. O ex-ministro Antonio Palocci, preferido de Lula, não passa dos 5%.  <br>  <br>No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) lidera, mas os 26% que obteve não chegam a entusiasmar para quem está no comando do estado. Também demonstraram força outros velhos conhecidos de campanhas majoritárias no Rio, como Fernando Gabeira (PV), Marcelo Crivella (PRB), Anthony Garotinho (PMDB) e Cesar Maia (DEM). A depender da pesquisa, a disputa está completamente indefinida.  <br>  <br>Outro governador que lidera é Jaques Wagner (PT), da Bahia. Seus índices variam de 36% a 38%. Bem mais do que os 7% exibidos pelo ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), outro nome da base de Lula interessado no cargo. Esse é um cenário que agrada a Lula, porque lhe dá argumentos para tentar convencer o peemedebista a apoiar o governador, garantindo um palanque forte para Dilma na Bahia. Bem mais difícil, por exemplo, é costurar um acordo no Rio Grande do Sul. Lá, o ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), tem 30% e o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), fica com 27%. A perspectiva é de disputa e palanques divididos.  <br>  <br>Como os políticos gostam de dizer, ainda falta muito para as eleições. Mas as pesquisas mostram como o quadro vai se formando.</font>  
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		<title><![CDATA[A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33813</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/7a281de12d8c8edf9931bebf8b627105.jpg">ge  
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		<title><![CDATA[Ibope também registra queda da avaliação de Lula]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33683</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<P>Divulgada hoje à tarde, a pesquisa do Ibope, feita para a Confederação Nacional da Indústria também mostra que a crise econômica começa a afetar a popularidade do presidente Lula e do governo. A tendência aparece nos vários índices usados para avaliação.</P> <P>&nbsp;</P> <P>1) <STRONG><U>A avaliação do governo</U></STRONG> - Em dezembro do ano passado, 73% dos entrevistados consideravam o governo "bom ou ótimo". Agora, esse grupo é de 64%, numa queda de nove pontos. A avaliação "regular" subiu de 20% para 25%. O contigente para quem o governo é "ruim ou péssimo" subiu de 6% para 10%.</P> <P>&nbsp;</P> <P>2) <STRONG><U>Aprovação do governo</U></STRONG> - Continua alta, mas sofreu um abalo. Em dezembro, 84% aprovavam o governo. Hoje, são 78%. A desaprovação subiu de 14% para 19%.</P> <P>&nbsp;</P> <P>3) <STRONG><U>Confiança no presidente Lula -</U></STRONG> Caiu seis pontos. Em dezembro era de 80%. Agora, são 74%.</P> <P>&nbsp;</P> <P>4) <U><STRONG>Nota média do governo</STRONG></U> - Numa escala de um a dez, o governo recebeu 7,4. Boa nota, mas menor que os 7,8 de dezembro.</P> <P>&nbsp;</P> <P>O quadro é muito semelhante ao mostrado mais cedo pelo Datafolha. A popularidade de Lula continua alta, mas ele não parece mais invunerável à crise. A curva, que vinha sendo de alta desde o início do segundo mandato, mostra sua primeira queda. </P> <P>&nbsp;</P> <P>A razão óbvia é a economia. Para 68% dos entrevistados, o desemprego aumentará nos próximos seis meses. Em dezembro, o grupo dos pessimistas era de 63%. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Apesar disso, a pesquisa mostra que os brasileiros estão longe do pânico com a crise. Para 83% dos entrevistados, 2009 será um ano bom ou muito bom. Apenas 12% esperam um ano ruim ou muito ruim.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Segundo a pesquisa, 81% dos entrevistados sabem sobre a crise. Para 83% deles, ela é muito grave. O número de pessoas que diz sentir os efeitos dela passou de 29% para 37%. O medo de ser afetado atinge 69%. E apenas 32% acham que os problemas serão superados em 2009. Na pesquisa anterior, os otimistas eram 51%. </P> <P>&nbsp;</P> <P>Outro dado importante. Em dezembro, 62% dos entrevistados consideravam boa ou ótima a atuação do governo no combate à crise. Hoje, são apenas 47%.</P> <P>&nbsp;</P> <P>A pesquisa dá o seu recado. A crise atinge, sim, a popularidade do governo. Até aqui, apesar dos problemas, o clima ainda é de certo otimismo. O eventual agravamento da crise pode causar um reflexo ainda maior nos índices de Lula.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Esquerda do PT é contra o pedido de Delúbio para voltar ao PT]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33673</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Recebi uma mensagem distribuída por Valter Pomar, secretário de Relações Internacionais do PT e um dos líderes da esquerda do partido. Ele combate o pedido de refiliação feito pelo ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares. A esquerda é minoritária no partido, mas continua tendo a capacidade de fazer barulho. Leia a seguir a mensagem de Pomar e a carta em que Delúbio pediu para voltar. <br> <br><span style="font-weight: bold;">A mensagem de Pomar:</span> <br> <br><style> .hmmessage P { margin:0px; padding:0px } body.hmmessage { font-size: 10pt; font-family:Verdana } </style><span style="font-style: italic;">Delúbio Soares de Castro foi expulso do Partido dos Trabalhadores, em 2005. A  expulsão foi aprovada por maioria de votos no Diretório Nacional.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Em 18  de março de 2009, Delúbio Soares dirigiu uma carta (ver mais abaixo) ao  presidente Ricardo Berzoini, solicitando sua “reintegração” ao Partido. A mesma  carta foi enviada a todos os membros do Diretório Nacional do PT, com ampla  repercussão na imprensa.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Delúbio Soares tem o direito de pedir  reintegração? Sim. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Delúbio Soares fez certo ao encaminhar este pedido  diretamente ao presidente nacional do Partido? Sim, pois dada a gravidade do  caso, seria um erro tentar reintegração disfarçada, através de um diretório de  base.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Delúbio Soares deve ser reintegrado ao PT? Não. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Votei pela  expulsão de Delúbio Soares. Não acho que expulsões devam ser eternas. Mas  tampouco acho que se aplique, no caso, a “progressão automática de pena”, como  sugeriu uma dirigente do Partido que apóia a reintegração. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Caberia a  revisão de pena, através da reintegração, se Delúbio Soares reconhecesse os  erros políticos e administrativos que cometeu. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Ele não reconheceu seus  erros, na época. Cabe lembrar que, ao contrário de Sílvio Pereira, Delúbio  Soares lutou contra sua expulsão, exatamente porque considerava que seus erros  não eram de tal monta que fosse cabível sua expulsão.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Ele não reconheceu  seus erros posteriormente. E não imagino que os reconheça agora, estando como  está em meio a um processo judicial.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Sem um reconhecimento dos erros,  estaríamos reintegrando o mesmo Delúbio Soares que foi expulso em 2005. Na  prática, anulando a pena aplicada.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Um agravante: sua carta, entregue a  Berzoini, é de alguém que se julga vítima, não de alguém que se reconhece  culpado. </span><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Ou seja: Delúbio leva em consideração apenas quem votou contra sua  expulsão, desconsiderando os argumentos e os sentimentos dos demais.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Não  há nenhum fato ou argumento novo, portanto, que justifique mudar a posição da  maioria do Diretório Nacional em 2005. Sendo assim, da mesma maneira e pelos  mesmos motivos que votei pela sua expulsão, votarei agora contra sua  reintegração.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Meu segundo motivo é político: o PT enfrentará em 2010 uma  batalha fenomenal pela presidência da República. Venceremos se mantivermos foco  na disputa política principal e se garantirmos a unidade  partidária.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Neste momento e nestas circunstâncias, introduzir o debate  sobre a “reintegração” de Delúbio ao PT é fazer o jogo da oposição de direita  (PSDB e DEM).</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">O simples fato do tema ter sido introduzido no debate  público e ocupar o tempo da direção nacional do Partido, com possíveis seqüelas  no PED 2009, já é um contratempo para quem deseja manter o foco no principal  objetivo do período: vencer em 2010.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Ademais, todo mundo sabe que Delúbio  Soares não quer voltar ao PT para ser um “militante de base”. Quer voltar para  ser candidato às eleições de 2010. Infelizmente, não assume isto na carta que  enviou ao presidente do Partido. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Portanto, reintegrar Delúbio Soares  será fornecer, agora e no próximo ano, farta matéria-prima para os ataques da  direita, ajudando a reavivar os ataques lançados contra nós durante a crise de  2005.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Por fim: os militantes de um projeto pessoal só pensam em si  mesmos. Mas os militantes de uma causa precisam pensar primeiro nela. </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">As  decisões que tomamos, no dia a dia de nossa atuação como dirigentes partidários,  são produto de nosso livre arbítrio. Se, produto destas decisões, algum de nós é  levado ao “degredo”, não se deve culpar o Partido nem a causa por  isto.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Assim, para ser conseqüente com o que fala em sua carta a Ricardo  Berzoini, a respeito de seu compromisso com a “causa coletiva”, Delúbio Soares  deveria retirar seu pedido de reintegração, evitando com isto um desgastante  debate público com o qual só a direita tem a ganhar.&nbsp;  </span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><strong style="font-style: italic;"></strong><strong style="font-style: italic;"></strong><span style="font-weight: bold;">E a carta de Delúbio:</span> <br> <br><style> .hmmessage P { margin:0px; padding:0px } body.hmmessage { font-size: 10pt; font-family:Verdana } </style><em>Ao Presidente Nacional do PT <br>Dep. Ricardo Berzoini  <br>Cada dia de minha  vida foi dedicado ao PT e à causa de construção de um país mais justo e  solidário. São públicos os fatos que levaram ao meu afastamento do Partido dos  Trabalhadores, Partido que ajudei a fundar e ao qual dediquei minha vida, desde  sua fundação. Relembro que todos os meus atos sempre foram pautados pela vontade  política da transformação social e econômica deste país. Notório também e do  conhecimento de todos que sempre apoiei e contribuí com o Partido, sempre ao  lado de meus companheiros e comprometido com a causa coletiva, nos momentos bons  e nos momentos de dificuldades <br>Exilado, cumpro meu degredo doloroso há mais  de 3 anos, afastado do Partido dos Trabalhadores, sem que a essência de nossa  causa deixasse de pulsar&nbsp; em meu coração e permanecer em minha mente. Com minha  vida investigada e virada do avesso, não pesam sobre mim acusações de qualquer  alcance de dinheiro público e não sou acusado de um único ato que visasse meu  beneficio, seja político, financeiro ou pessoal. Sinto-me cumprindo a pena  capital, o que não é- nem nunca foi- compatível com nossos ideais. <br>Por isso,  venho como cidadão, eleitor e principalmente como militante que viveu e vive  essa causa como sua própria, pedir minha reintegração ao PT, onde quero ser mais  um militante de base, com os ideais e compromissos intactos, firmes e sólidos.   <br>Saudações,  <br>Delúbio Soares de Castro <br> <br> <br></em> <br>  
		]]>
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		<title><![CDATA[Datafolha. Serra amplia liderança, mas Dilma continua a subir.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33667</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		A pesquisa Datafolha também sondou o cenário para 2010. Leia trecho da matéria da Folha:<span style="font-style: italic; font-weight: bold;"> <br> <br>O governador paulista, José Serra (PSDB), mantém ampla liderança em todos os  cenários em que aparece na mais recente pesquisa Datafolha sobre a sucessão  presidencial de 2010, com taxas que variam de 41% a 47%, conforme o  questionário. Mas a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), voltou a  crescer, de 3 a 4 pontos percentuais, dependendo da situação. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">No primeiro  cenário do Datafolha são apontados como candidatos, além de Serra (41% das  intenções de voto) e Dilma (11%), o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que  oscilou um ponto e teria hoje 16%, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), que  perdeu três pontos e aparece com 11%. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Há um ano, nesse mesmo levantamento,  Dilma tinha apenas 3% das intenções. Em novembro de 2008, ela subiu para 8% e  agora atinge 11%. Serra tinha 38% em março de 2008 e ficou estável, com 41%, nos  dois mais recentes levantamentos. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Hoje, Serra seria mais bem votado no  Sudeste (45%) e no Sul (44%) e menos votado no Nordeste (34%). Já Dilma tem  melhor desempenho no Nordeste (14%) e no Centro-Oeste (13%) e o pior no Sudeste  (9%). <br> <br></span>Comentários: <br> <br>1) A crise econômica pode ser um bom cabo eleitoral para Serra. Não apenas pelo estrago que causa na popularidade do governo <span style="font-weight: bold;">(leia no post abaixo)</span>, mas porque ela pode fazer com que os eleitores busquem alguém com perfil adequado para cuidar de uma economia em crise. Serra construiu sua carreira política pela economia. <br> <br>2) Dilma ainda está longe de Serra, mas como indica a matéria, em um ano ela foi de 3% para 11%. A candidata de Lula cresce devagar, mas sempre. Beneficia-se da grande exposição que recebe, como a estrela do governo, e da força da máquina que comanda. Seu desafio é repetir a performance ao longo de 2010. Ela precisa terminar o ano com mais de 20 pontos e num claro segundo lugar, que aponte para a polarização com o candidato do PSDB. <br> <br>3) Embora não apareça na mídia como candidato preferencial do PSDB, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, tem índices respeitáveis, que variam entre 17% e 22% nos cenários em que substitui Serra. O Datafolha simulou um cenário com os dois na disputa, algo que só seria possível se Aécio deixasse o PSDB e fosse para o PMDB. Nesse caso, Serra teria 35%. Os outros estariam tecnicamente empatados: Ciro (14%), Aécio e Heloísa (12%) e  Dilma (11%). Um cenário que aponta para o segundo turno e tornaria a disputa imprevisível.  <br> <br><span style="font-style: italic; font-weight: bold;"></span>  
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		<title><![CDATA[Datafolha aponta efeitos da crise na popularidade de Lula]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33661</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		A pesquisa mais recente do Datafolha, divulgada hoje, foi a primeira a registrar queda na popularidade do presidente Lula por conta da crise econômica mundial. Abaixo, um trecho da reportagem: <br><p><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Com a crise econômica, a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula  da Silva sofreu a primeira queda desde o início do segundo mandato. A taxa de  aprovação caiu de 70%, em novembro do ano passado, para 65%, em pesquisa  concluída ontem pelo Datafolha. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Até então, a aprovação ao governo seguia uma  trajetória ascendente: 48% em março de 2007, 50% em novembro, 55% em março de  2008, 64% em setembro até chegar a 70% de ótimo/bom em novembro _patamar que  nenhum outro presidente brasileiro alcançou desde a redemocratização do país.  </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Para efeito de comparação, o então presidente Fernando Henrique Cardoso  atingiu no máximo 47% de ótimo/bom em 1996, no auge da popularidade trazida pelo  Plano Real. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">De 0 a 10, a nota média atribuída ao governo Lula também caiu  _de 7,6, em novembro, para 7,4, índice que ainda supera os 7,0 da pesquisa de  setembro. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">O presidente permanece com grande aprovação entre os eleitores que  tem a escolaridade fundamental _68% de ótimo/bom (quatro pontos a menos que na  pesquisa anterior. No estrato com escolaridade superior, a taxa permaneceu  rigorosamente estável em 64%. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Entre os brasileiros de menor renda, a  avaliação positiva caiu de 71% para 66%. Também houve queda na faixa superior de  renda _de 63% para 58%. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Em termos regionais, o Nordeste continua sendo a  principal área de apoio a Lula, com 77% de aprovação _quatro pontos a menos que  no levantamento anterior. A região concentra, como afirmou recentemente a  ministra Dilma Rousseff, 52% dos beneficiários do Bolsa Família e 40% dos  atendidos pelo Luz para Todos. </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A seguir aparecem as regiões  Norte/Centro-Oeste, com 64% de aprovação (nove pontos a menos); o Sudeste, com  60% (seis pontos a menos); e o Sul, com 57% (dois pontos a menos que na pesquisa  de novembro). </span><br style="font-style: italic; font-weight: bold;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A pesquisa reflete o aprofundamento da crise econômica no  Brasil. Em janeiro deste ano, a produção industrial caiu 17,2% em relação a  igual mês de 2008. Já os gastos do governo federal com o seguro-desemprego  subiram 25% no primeiro bimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano  passado. </span> <br></p> <br>Governistas dirão que a popularidade de Lula continua alta, apesar da queda. A oposição dirá que ela está caindo, embora seja alta. O fato é que, pela primeira vez, a crise atinge a imagem do presidente. Até onde irá a erosão dos índices ou por quanto tempo ela continuará é algo tão difícil de prever quanto o comportamento da economia mundial. Dependerá do cenário econômico, da reação do governo e de como ele conseguirá se comunicar. Mas a notícia é importante. <br> <br>Um detalhe importante é que a queda atingiu também os brasileiros mais pobres e menos escolarizados, que sempre constituíram a principal base de apoio de Lula. Provavelmente isso se deve ao medo do desemprego, maior entre os trabalhadores de baixa renda. A pesquisa comprova que esse é o grande fantasma da crise. Para 59% o desemprego vai aumentar. Em novembro, esse receio atingia 44%. <br> <br> <br> <br> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33668</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Depois de muitas ameaças, governistas fecham acordo para tentar a paz no Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33596</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Os principais líderes da base governista tiveram uma noite tensa, ontem. Reuniram-se numa sala isolada do restaurante Cello, em Brasília, para tentar dar um fim à crise no Senado. "Foram horas de lavação de roupa suja", descreve um dos presentes. Ao final, um acordo. Petistas e peemedebistas prometeram encerrar os ataques e os vazamentos de denúncias de um lado contra o outro. A petista Ideli Salvatti, derrotada pelo PMDB na disputa pela Comissão de Infra-Estrutura do Senado, será compensada com a liderança do governo no Congresso, cargo atualmente ocupado pela peemedebista Roseana Sarney. <br> <br>A reunião marcou o encerramento de um dia explosivo. O petista Tião Viana saiu do sério com o vazamento da informação de que emprestara um celular do Senado para que sua filha usasse durante uma viagem de férias ao México. Culpou o presidente da Casa, José Sarney (PMDB) e seus aliados e ameaçou "botar fogo no Senado", com uma nova onda de denúncias. <br> <br>A ameaça fez com que o Palácio do Planalto se envolvesse na briga. O ministro José Múcio Monteiro, coordenador político do governo, passou o dia entre petistas e peemedebistas. "Eles jogaram muito baixo. Envolveram a filha do Tião", protestou o líder do PT, Aloizio Mercadante. "Passaram um mês batendo na minha família", rebateu Sarney. Os aliados do presidente da Casa avisaram Mercadante de que havia novas denúncias contra Tião guardadas, para o caso dele insistir em suas pretensões incendiárias. <br> <br>As reuniões fizeram com que a sessão de ontem do Senado fosse encerrada prematuramente, por medo que alguém falasse mais do que devia. Múcio conseguiu convocar a reunião para a noite. Pelo PT, compareceram Mercadante e Ideli. Pelo PMDB, o líder Renan Calheiros e Romero Jucá, líder do governo no Senado. No meio de campo, dois petebistas: Múcio e o líder Gim Argello. <br> <br>O início da conversa foi duro, com troca de acusações e ameaças. "Se tudo o que for dito aqui vazer, é melhor fechar o Senado", explodiu um dos participantes. "Não vamos discutir o passado, é hora de olhar para frente", pediu Múcio. <br> <br>Ao final, as coisas se encaminharam. Petistas e peemedebistas prometeram parar com os ataques públicos e os vazamentos de informações sigilosas. Ideli pediu a liderança e recebeu a promessa de Renan. O movimento será feito assim que Roseana se afastar, seja para assumir o governo do Maranhão ou para submeter-se a uma cirurgia. <br> <br>Na próxima terça-feira, os líderes farão um gesto público. Vão, em comitiva, a Sarney, para dizer que apoiam seu projeto de reforma do parlamento. <br> <br>Sobrou tempo até para propor uma nova saída para a questão da tramitação de Medidas Provisórias. Renan Calheiros vai apresentar uma alternativa à decisão do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), que impôs limitações ao travamento da pauta pelas MPs. <br> <br>A paz foi feita formalmente, mas que ninguém se engane. Os ressentimentos cultivados aos longo dos últimos meses continuam lá, esperando. Como um vulcão. <br>  
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		<title><![CDATA[Reação tímida, mas importante. A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33592</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br>   <font class="sutia">O caminho para preservar o Congresso não é silenciar sobre seus erros, como parecem querer alguns políticos, e sim enfrentar os problemas</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090319/fotos/entrelinhas.jpg" align="right">O ano de 2009 tem sido um ano de más notícias para as duas casas do Congresso Nacional. Câmara e Senado produziram muito pouco. Levantamento publicado pela Folha de S. Paulo esta semana mostrou que a produtividade em plenário nos primeiros 43 dias de trabalho foi a menor dos últimos nove anos. Apenas oito propostas foram votadas. Dessas, quatro eram medidas provisórias, editadas pelo governo. Os baixos resultados são um reflexo das dificuldades enfrentadas pelo Legislativo. Deputados e senadores passaram mais tempo respondendo a denúncias ou envolvidos em disputas internas pelo poder do que cumprindo a missão para a qual foram eleitos.  <br>  <br>Os últimos dois dias foram marcados por uma tentativa de reação. No Senado, o presidente José Sarney (PMDB-AP) pediu que os 136 diretores coloquem os cargos à disposição. Se não produzir nenhum outro efeito, o gesto ao menos teve o mérito de revelar ao país que a Casa tinha 136 diretores e 81 senadores. Pode parecer incrível, mas nem mesmo Senado sabia dizer quantos eles eram. Em janeiro, o Correio publicou reportagem revelando o milagre da multiplicação de diretorias. Relatou o fenômeno, mas não o número, porque a diretoria encarregada não conseguiu a informação. Ainda ontem, quando anunciou a medida, a assessoria de Sarney anunciou que seriam 131 diretores. Horas depois, corrigiram a informação. Tinham descoberto outros cinco, provavelmente escondidos em alguma salinha, no fundo de um corredor.  <br>  <br>Hoje, Sarney anunciou a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para uma auditoria nos contratos e processos funcionais do Senado. Antes mesmo do trabalho começar, anunciou que cortará pela metade o número de diretorias. Talvez ele ainda não tenha percebido o tamanho do absurdo administrativo que lhe coube comandar. Se produzir um corte desse tamanho, o Senado ainda terá 68 diretores. Não há como justificar tanta gente com cargo de chefia, sala própria e ar de importância. No Senado há tanto chefe que a fila do elevador privativo é maior que a do reservado para os passageiros comuns.  <br>  <br>Mas as medidas de Sarney têm um grande mérito. O de chamar um olhar externo para avaliar e repensar a estrutura do Senado. A multidão de diretores tem uma explicação que chega a ser ridícula. Foi um jeitinho de dar uma gratificação de até R$ 2 mil para a turma que gravita em torno dos gabinetes. Os que eram secretarias ou subsecretarias foram transformados em diretorias, com o acréscimo da gratificação aos salários.  <br>  <br>Uma ideia dessas é resultado de uma estrutura que passa a maior parte do tempo pensando em como melhorar a própria vida. Difícil imaginar algo diferente em uma Casa onde a mesma pessoa ocupou a diretoria-geral durante 15 anos, administrando um enorme orçamento com pouca transparência. O estabelecimento dessa casta burocrática se deu porque há pouca renovação no comando político do Senado. O mesmo grupo vem dominando a Casa há anos.  <br>  <br>Sarney é um dos capitães desse barco e tem responsabilidade pelos problemas. Mas se ele quer agora comandar um processo de modernização, a postura deve ser saudada. O parlamento brasileiro precisa de reformas. Nos métodos, nas relações internas e na ética. Ao enfrentar o assunto, ele está dando um passo à frente.  <br>  <br>Também na terça-feira, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), deu uma espécie de grito de independência em relação ao abuso de medidas provisórias do governo. Decidiu que as MPs não vão mais trancar a votação de emendas constitucionais, leis complementares e decretos legislativos. É uma maneira esperta de contornar a lei, que determina o travamento da pauta sempre que a Câmara não consegue votar uma MP no prazo legal. Para Temer, como as medidas provisórias só podem tratar de assuntos regulamentados por leis ordinárias, apenas esse tipo de projeto seria atingido pelo travamento.  <br>  <br>Antes de mais nada, que ninguém se engane. O gesto de rebeldia foi combinado com o Palácio do Planalto. É uma forma de dar oxigênio ao Legislativo sem tirar de verdade o poder do governo de editar as MPs. Reduz a pressão sobre Temer e sobre o governo. Apesar disso, é um ponto positivo. A falta de capacidade do Congresso em ser protagonista de sua própria pauta é um dos grandes problemas do Parlamento. Temer decidiu enfrentar a questão. Com menos pirotecnia do que fez Garibaldi Alves (PMDB-RN), o ex-presidente do Senado que anunciou a devolução de uma medida provisória e acabou não cumprindo. Mas, provavelmente, com mais eficiência.  <br>  <br>Um parlamento fraco não interessa a ninguém. É ruim para o Brasil e para a democracia. Mas o caminho para preservar o Congresso não é silenciar sobre seus erros, como parecem querer alguns políticos. É, sim, enfrentar os problemas. Nesse sentido, os gestos de Temer e Sarney, embora ainda sejam tímidos, são positivos.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->           
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		<title><![CDATA[A charge do dia]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33591</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Mudanças na MP 447 causaram pequena rebelião na base governista]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33519</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<P>Na terça-feira, uma pequena rebelião sacudiu a bancada governista no Senado. A pedido do Ministério da Fazenda, o petista Augusto Botelho, relator da MP 447 em plenário, retirou do texto uma mudança introduzida pela Câmara, que aumentou o prazo para recolhimento de tributos da indústria do fumo. A notícia assustou o gaúcho Sérgio Zambiasi (PTB), que pediu ajuda para impedir a votação. O líder do PTB, Gim Argello, entrou em campo. Peitou o governo e conseguiu a garantia de que a indústria fumageira não será prejudicada.</P>
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		<title><![CDATA[Sob pressão, Sarney pede cabeças dos diretores]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33517</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<FONT size=2><EM><FONT class=sutia>Presidente do Senado exige que 131 chefes da Casa entreguem os cargos e, assim, tenta assumir o controle da crise instalada</FONT> <BR> <HR class=hr2> </EM><FONT class=assinatura>Leandro Colon e Gustavo Krieger</FONT> <BR><FONT class=complassinatura>Da equipe do Correio</FONT></FONT>  <P> <TABLE cellSpacing=1 cellPadding=1 width=120 align=right border=0><!-- <table width="120" align=""> --> <TBODY> <TR> <TD><FONT class=credito size=2>Cadu Gomes/CB/D.A Press</FONT></TD></TR> <TR> <TD class=imagem><FONT size=2><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090318/fotos/pri-1803-0401.jpg" border=1></FONT></TD></TR> <TR> <TD><FONT class=legenda size=2><EM>Sarney, acompanhado por seguranças do Senado: irritação e reclamações sobre o tempo gasto para administrar as denúncias <BR></EM></FONT></TD></TR><!--</table>--> <TR> <TD><FONT class=legenda size=2><EM>&nbsp;</EM></FONT></TD></TR></TBODY></TABLE><FONT class=texto>Pressionado pela onda de denúncias contra o Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP) reagiu. Exigiu ontem que todos os 131 diretores e subdiretores coloquem os cargos à disposição. Foi um ato político, com um olho na opinião pública e outro nas disputas internas. Na prática, os cargos sempre estiveram à disposição de Sarney. Cabe ao presidente nomear e demitir os ocupantes das diretorias. Com o gesto, ele quis sair da defensiva e assumir o controle da crise que assola o Senado desde sua posse. Hoje, anuncia um convênio com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para uma grande auditoria.  <BR> <BR>Ontem pela manhã, os aliados encontraram um Sarney muito irritado. Voltou a reclamar que está gastando todo o seu tempo administrando as denúncias. A gota d’água foi a acusação de que parentes dele teriam viajado do Maranhão para Brasília com passagens pagas pelo Senado e se hospedado na residência oficial da Presidência. Publicada por um jornal que lhe faz oposição no Maranhão, a notícia ganhou repercussão nacional. “Querem dizer até quem pode dormir na minha casa”, reclamou. Somente no ano passado, o Senado gastou R$ 20 milhões com passagens aéreas.  <BR> <BR>Sarney busca desvincular-se das denúncias. “Não tenho compromisso com o que estiver errado”, disse aos aliados. “Quem errou, será demitido.” Na verdade, os dois diretores que foram efetivamente demitidos até agora, Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi, chegaram ao poder pelas mãos dele, em gestões anteriores. O primeiro, então diretor-geral, saiu após a acusação de ter ocultado uma mansão no Lago Sul, enquanto o segundo perdeu a diretoria de Recursos Humanos na sexta-feira passada depois da revelação de que repassou aos filhos um apartamento funcional. Os dois deram as cartas no Senado por 15 anos.  <BR> <BR>A aliados, Sarney disse ainda ter se surpreendido com o número de funcionários com status de diretor. São 131 diretores e 81 senadores. O Correio revelou em janeiro esse processo de multiplicação de diretorias, executado ao longo dos últimos oito anos. A estrutura foi triplicada num efeito cascata que engordou a conta de muitos funcionários com adicionais nos salários que variam entre R$ 1,3 mil a R$ 2,2 mil. Cada setor criado, em muitos casos, não passa de uma mesa, mas quem o comanda recebe uma gratificação para administrar um serviço que deveria ser desempenhado por uma equipe. O servidor acaba sendo chefe de si mesmo. “Quem quiser continuar no cargo vai ter que explicar o que fazia e porque merece ser diretor”, diz uma pessoa ligada ao presidente do Senado.  <BR> <BR>Ontem, a reportagem revelou que a Casa aumentou em 122% o gasto com empresas terceirizadas. Cerca de R$ 460 milhões foram usados nesse tipo de serviço. O valor surpreendeu Sarney. A medida adotada ontem não significa que todos os 131 diretores e subs serão demitidos. O senador vai examinar caso a caso. Ele queria limpar o cenário. Avalia que boa parte das denúncias é resultado de brigas internas. Funcionários interessados em derrubar diretores estariam vazando informações contra eles. Ao pedir todos os cargos, ele quer colocar ordem nessa guerra. Desde a campanha, Sarney anunciava a intenção de promover uma “reforma do legislativo”, que iria das questões políticas à administração da Casa. O movimento contra os diretores e a auditoria da FGV são peças importantes em sua estratégia.</FONT> </P>
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		<title><![CDATA[Tião empresta celular oficial à filha]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33516</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<STRONG><FONT size=4><!-- <br><font class="sutia"></font> <br> --><!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> --><!-- <font class="complassinatura"></font> <br> --><!--  --> <BR></FONT></STRONG><FONT class=texto>O senador Tião Viana (PT-AC) admitiu ontem que emprestou um telefone celular que pertence ao Senado para sua filha levar a uma viagem ao México por duas semanas em janeiro. O petista anunciou que hoje vai procurar o diretor-geral, José Alexandre Gazineo, para pagar a conta. O valor, segundo o senador, ainda não foi fechado pela operadora de celular.  <BR>Viana alega que emprestou o aparelho para a filha apenas receber ligações da família. Ele garante que ela não efetuou chamadas. “Eu emprestei por questão de segurança para poder falar com ela”, disse. “Mas eu assumo a inteira responsabilidade e vou pagar”, disse.  <BR> <BR>Irritado com o vazamento do episódio, o senador subiu à tribuna ontem para destilar ataques aos adversários, chegando a usar o termo “canalhas”. “Quando se imagina que a Casa está preparada para um debate altivo sobre o que se passa aqui, meia dúzia de fofoqueiros prefere fazer insinuações de corredores sobre a minha dignidade”, disse. O petista tem sido acusado por aliados de José Sarney de vazar informações para a imprensa sobre a administração do Senado. Tião Viana perdeu para o peemedebista a eleição ao comando do Senado em fevereiro.  <BR> <BR>Levantamento obtido pelo Correio no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) mostra que o Senado repassou R$ 15 milhões às empresas de telefonia celular no ano passado. Com discrição, Sarney assinou na segunda-feira um ato para diminuir despesas com telefone celular corporativo usado por servidores. A medida reduz, por exemplo, de R$ 350 para R$ 300 o valor liberado para diretores, de R$ 300 para R$ 250 a subdiretores e R$ 250 a R$ 200 a demais cargos comissionados. Questionada, a Secretaria de Comunicação Social não revelou quantos funcionários serão atingidos pela medida e a economia estimada com essa redução. </FONT><!-- <hr class="hr2"> --><!-- <hr class="hr2"> --><!--  --><!-- <hr class="hr2"> --><!--  --><!-- <hr class="hr2"> --><!-- <font class=assinatura></font> -->
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		<title><![CDATA[A charge do dia]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33515</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[A unidade do PSDB. Convém desconfiar.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33435</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		O PSDB encenou um belo espetáculo de unidade ontem à noite, em Pernambuco. José Serra e Aécio Neves dividiram o palco no mesmo evento, trocaram juras de amizade e piadas amenas. Garantem que nada vai separá-los. <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/629d32527bf5890cf0ebdd8434c820b5.jpg"> <br> <br>É bom desconfiar desse tipo de cena. Ela foi preparada para dar exatamente essa impressão de unidade e quando políticos se esforçam demais para mostrar amizade... Já sabe, não?  <br> <br>O evento de Pernambuco era o lançamento de um livro sobre Tancredo Neves, o avô de Aécio, escrito pelo ex-ministro Fernando Lyra. O governador de Minas planejava usá-lo como ponto de partida para seu ciclo de viagens pelo Brasil, em defesa da realização de prévias para escolher o candidato do partido à Presidência da República. <br> <br>Serra não iria. Foi convencido na última hora, sábado à tarde, depois de um enorme esforço do presidente nacional do partido, Sérgio Guerra. O argumento decisivo foi não deixar a cena livre para o adversário. <br> <br>Na sexta-feira, Aécio despencou em São Paulo, onde foi cobrar explicações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Transformado em serrista, FHC vem distribuindo caneladas nas prévias e no governador mineiro. <br> <br>Portanto, não é bom levar a sério os sorrisos e abraços dessa segunda-feira à noite em Recife. <br>  
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		<title><![CDATA[O pior efeito da crise. Falta de produção no Congresso]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33429</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Boa reportagem publicada hoje pela Folha de S. Paulo. <br> <br> <br><font size="5"><b>Plenário do Congresso tem menor produção desde 2000</b></font>   <!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--> <table width="320"><tbody><tr> <td><font size="-2">Sérgio Lima-2.fev.09/Folha Imagem</font> <br><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/n1703200901.jpg" border="0"></td> <td valign="bottom"> <br></td> </tr></tbody></table><font size="-1"><i>José Sarney (à dir.) e Michel Temer, na abertura do ano legislativo</i></font>  <br> <br> <!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->  <font size="-1"> <b>RANIER BRAGON</b> <br>  DA SUCURSAL DE BRASÍLIA </font> <br> <br>  Quarenta e três dias após o  início oficial das atividades de  2009, o Congresso Nacional registra até agora a menor produtividade em plenário dos últimos nove anos, com só oito  projetos votados pelo Senado e  pela Câmara dos Deputados. <br> Ao custo proporcional de R$  740 milhões, equivalentes a 43  dias de um orçamento anual de  R$ 6,3 bilhões, congressistas só  aprovaram no plenário quatro  medidas provisórias e quatro  projetos de lei nesse período. <br> O número representa cerca  de um terço da largada de 2008,  quando 25 projetos foram votados pelos dois plenários. Em  2007, foram 38 (a Folha não  computou resoluções, requerimentos e outros projetos de  tramitação menos complexa). <br> O desempenho atual só tem paralelo com o de 2000, quando os primeiros 43 dias resultaram na votação de oito projetos. Naquele início de ano, porém, o Congresso havia trabalhado extraordinariamente no recesso e votado até emendas à Constituição, a peça legislativa mais difícil de aprovar. <br> Espaço nobre do Legislativo,  o plenário é um dos indicadores do desempenho do Congresso, que reúne várias outras  atividades, como fiscalização  do Executivo, trabalho de comissões permanentes, audiências públicas, debates e CPIs. <br> O comando do Legislativo está hoje nas mãos do PMDB, com José Sarney (AP) no Senado e Michel Temer (SP) na Câmara, sendo que ambos cumprem um terceiro mandato como presidentes das duas Casas. <br> A assessoria de Sarney argumenta que o Congresso não se  resume aos plenários, que as  comissões analisam projetos e  que o plenário, mesmo não votando, debate temas importantes para o país: a aprovação de  um projeto é a conclusão de todo o trabalho legislativo. <br> A assessoria de Temer disse  que os projetos votados são de  qualidade. "Além dos projetos  mencionados, o plenário aprovou importantes tratados internacionais, e as comissões  votaram, em caráter terminativo, outros 141 projetos de decreto legislativo, já remetidos  ao Senado", disse Temer. <br> O Senado contribuiu mais  para o resultado: votou até agora apenas uma MP. Segundo  Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, a  causa foi a MP 445, sobre a renegociação de dívidas do setor  agrícola. Ela estava com o prazo de votação estourado, o que  evitava que outros projetos  passassem à frente: "Não há  atraso. O que houve foi a necessidade de negociar com o governo para possibilitar que outros setores fossem incluídos  na renegociação da dívida agrária, como os de café, cacau e camarão. Esse atraso se justifica  pelo benefício à população". <br> Já o líder da bancada do DEM, José Agripino (RN), afirma que a oposição barrou as votações em plenário pois queria forçar a definição da composição das comissões permanentes da Casa, o que só ocorreu na primeira semana de março. "Não há como colocar a Casa em marcha sem o funcionamento das comissões", disse. <br> O plenário da Câmara votou  quatro projetos de lei e três  MPs, mas está "emperrado"  devido à falta de entendimento  em torno da MP que parcela dívidas tributárias com o governo. "A situação está normal. O  problema imediato é o da complexidade da MP, mas o Brasil  vota leis demais, tem muitas  leis. Eu presido a comissão da  consolidação das leis, que está  propondo a revogação de milhares delas", disse o deputado  Cândido Vaccarezza (PT-SP). <br>  
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		<title><![CDATA[As culpas do “boi de piranha”. A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33426</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br><font class="sutia">O que tem afligido o Senado não é excesso de transparência e sim investigação jornalística. A Casa está sob uma enorme lupa, colocada pela mídia</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <p>  <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090317/fotos/a4-1.jpg" align="right">Na semana passada, José Sarney (PMDB-AP) queixou-se de uma perseguição da imprensa à Casa presidida por ele. “O Senado está servindo de boi de piranha”, reclamou. A imagem remete ao antigo costume dos boiadeiros que, antes de atravessar um rio infestado pelos peixes ferozes, jogavam na água um animal doente. Enquanto ele era atacado, o restante da boiada passava ileso. Há uma impressão generalizada entre os parlamentares de que o Congresso seria mais visado por ser mais transparente. Executivo e Judiciário escapariam, por ser mais difíceis de investigar.  <br>  <br>O argumento pode ser bom, mas não é verdadeiro. Para começar, não é correto dizer que o Congresso seja mais transparente que outros poderes em questões administrativas. É só lembrar as denúncias dos últimos dias. O caso mais rumoroso foi a queda de Agaciel Maia da Diretoria-Geral do Senado. O alto funcionário vinha sendo alvo de acusações há meses. Jornalistas descobriram contratos superfaturados e renovados sem licitação com empresas investigadas pela Justiça por fraudes. Nada disso abalou sua permanência no cargo, onde estava desde 1995.  <br>  <br>O golpe decisivo veio com a revelação, do jornal Folha de S. Paulo, de que ele tinha registrado em nome do irmão, um deputado federal, a posse de uma casa avaliada em R$ 5 milhões. A mansão foi comprada em 1996. Em resumo: o homem que há 13 anos ocupava o cargo mais importante da administração do Senado, escondia um bem há 12 anos. Não se trata exatamente de um exemplo de transparência.  <br>  <br>O <b>Correio</b> revelou que apartamentos funcionais do Senado não eram usados por parlamentares e sim por servidores ligados a Agaciel. Alguns, há quase 10 anos. O ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi emprestava a um filho o imóvel oficial que recebeu em 1999. Enquanto isso, morava em uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A residência foi comprada em nome do filho, que ainda era um estudante menor de idade quando a escritura foi lavrada.  <br>  <br>Talvez o melhor exemplo dessas contradições seja a denúncia de que o Senado pagou R$ 6,2 milhões em horas extras em janeiro, mês em que a Casa estava em recesso, com gabinetes e corredores vazios. Sarney reconheceu que o pagamento era “um absurdo” e recomendou que os funcionários devolvessem o dinheiro. Mas até os assessores dele estavam na lista, elaborada pelos chefes de gabinete, sem nenhum tipo de fiscalização. O mais impressionante é que isso acontece todos os meses. Não existe controle da folha de ponto ou das horas extras. Quando a imprensa revela o fato e expõe os números, vem o choque.  <br>  <br>O que tem afligido o Senado não é excesso de transparência e sim investigação jornalística. A Casa está sob uma enorme lupa, colocada pela mídia. Com ela, os defeitos na estrutura aparecem com uma clareza cruel. Os parlamentares poderiam reclamar de que as lentes estão focadas neles e não em outras autoridades, mas, em parte, essa atenção da imprensa foi provocada pelo próprio parlamento. O escândalo que afastou Renan Calheiros (PMDB-AL) da Presidência da Casa e quase lhe custou o mandato, em 2006, expôs as engrenagens das relações internas de poder. Além disso, causaram fraturas em antigas alianças. E, dessas rachaduras, costumam vazar informações privilegiadas.  <br>  <br>A eleição de Sarney para comandar a Casa ajuda a manter o Senado em evidência. Queira ou não queira o senador, sua dimensão política atrai muita atenção. Até aqui, embora não esconda a irritação com a sucessão de abacaxis que lhe coube descascar, o presidente tem agido com rapidez e decisão. Demitiu os diretores sob suspeita, abriu investigações e reconheceu problemas, como no caso das horas extras pagas durante as férias.  <br>  <br>Agirá melhor se entender que a razão das denúncias não está nas qualidades do Senado e sim em seus defeitos. Reportagem de Leandro Colon e Marcelo Rocha, publica domingo pelo Correio, descreveu a situação da Casa como “uma festa entre amigos”. Por anos, o poder na Casa esteve concentrado em um pequeno grupo de políticos e altos funcionários. A falta de oxigenação gerou práticas inaceitáveis para a opinião pública, que vão do nepotismo a fraudes em contratos. Romper com essas práticas é fundamental para recuperar a imagem do parlamento.</font>   <!--  <hr>  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>  <!-- <hr class="hr2"> -->           
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		<title><![CDATA[Congresso busca agenda positiva]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33425</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br>     <br><font class="sutia">Sem votações importantes desde o início do ano, o Legislativo prepara um esforço concentrado para assim aprovar medidas que possam combater os efeitos da crise no país, como o Cadastro Positivo</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Flávia Foreque e  Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio </font> <p>   <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Gustavo Moreno/Esp. CB/D.A Press - 16/12/08</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090317/fotos/pri-1703-0301.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td> <br></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">O Congresso Nacional pretende reagir aos efeitos da crise econômica no Brasil e votar projetos que diminuam os impactos negativos no país. A intenção é não só aprovar medidas em benefício da economia nacional como também afastar a imagem desgastada dos parlamentares, após crises internas e denúncias de irregularidades na Casa. “É uma questão de sobrevivência”, afirma um parlamentar. Os embates internos são apontados pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) como um dos motivos para o baixo desempenho dos parlamentares em relação à crise. “Primeiro, precisa de vontade política. Segundo, as crises internas que a Câmara e o Senado enfrentaram foram colocadas na linha de frente do nosso dia a dia em detrimento de uma escala de prioridades absolutamente fundamentais. E terceiro, as medidas provisórias. São tantas que você não consegue fazer aquilo que é essencial para os parlamentares, que é legislar.” Desde o início do ano legislativo, os senadores não aprovaram nenhum projeto em plenário — uma medida provisória trancava a pauta da Casa.  <br>  <br>Projetos que poderiam contribuir para um melhor cenário econômico no país permanecem parados no Congresso. A expectativa agora é retomar o debate e aprovar medidas, como a que cria o Cadastro Positivo, cujo intuito é diminuir os juros cobrados em empréstimos tomados por bons pagadores. O projeto tramita na Câmara desde 2003. Outras propostas, no entanto, correm o risco de permanecer esquecidas, como a da reforma tributária.  <br>  <br>Integrantes da Comissão Mista de Orçamento reconhecem que o Senado e a Câmara, assim como o Executivo, subestimaram a crise e deixaram a cargo do governo a execução de medidas que teriam repercussão negativa entre setores da sociedade. O Congresso aprovou, por exemplo, a medida provisória que reajustou os salários de cerca de 380 mil funcionários públicos, cuja expectativa de impacto nos cofres públicos era de R$ 10 bilhões. “Essa MP, quando foi discutida, tinha uma válvula de escape que dizia que se as receitas não correspondessem àquilo que o governo vinha planejando, ele poderia alongar os aumentos”, afirma Delcídio, relator do documento. Na semana passada, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, admitiu que o reajuste pode ser adiado.  <br>  <br>O Orçamento deste ano incorporou o reajuste e aumentou a despesa com os servidores da União em R$19 bilhões em comparação ao Orçamento de 2008. A crise também atingiu as emendas de deputados e senadores. A articulação política do governo pretende empenhar os R$ 4,8 bilhões previstos no Orçamento em três etapas. Até o momento, o governo não assumiu o compromisso de pagar nenhuma proposta dos parlamentares. Ontem, o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS) afirmou que o contingenciamento de recursos do Orçamento será negociado com a base aliada.  <br>  <br><b>Massacre</b>  <br>Integrante da Comissão Mista do Orçamento, o deputado Marcos Montes (DEM-MG) afirma que a falta de iniciativa do Legislativo também é responsabilidade do Executivo. “O Congresso, nas últimas decisões, tem sido submetido às vontades do governo, que tem uma base massacrante”, justifica o deputado. “O governo deixou para nós uma responsabilidade que também é dele.”  <br>  <br>O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vai reunir hoje líderes de vários partidos, em nome da preservação da imagem da Casa. Na avaliação dele, o Senado continuará na mira da imprensa por um bom tempo. A saída seria criar uma agenda alternativa, capaz de atrair as atenções da mídia. “Temos de votar, e muito”, disse um de seus interlocutores mais próximos. “A ordem é trabalhar. Nas comissões e no plenário.”  <br>  <br>Sarney quer dar prioridade aos projetos de combate à crise. São propostas de grande repercussão e de impacto positivo. Sua votação passaria a imagem de que o Congresso está trabalhando para superar os problemas do país. O peemedebista se baseia na experiência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2005, ele saiu da crise do mensalão com a geração de uma agenda positiva, marcada pelo lançamento de obras e programas sociais. As medidas do governo ocuparam o espaço que era monopolizado pelas denúncias de corrupção.</font>    </p>  
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		<title><![CDATA[Senado, uma casa terceirizada]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33424</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br>     <br><font class="sutia">Apesar das denúncias de fraudes, principalmente na contratação de mão de obra, os valores dos  contratos aumentaram 122% em cinco anos. Só com vigilância privada, foram gastos R$ 40 milhões</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Leandro Colon</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font> <p>  <!--  -->   <font class="texto">Quase meio bilhão de reais na conta das empresas terceirizadas. Tratado com sigilo até hoje, esse foi o montante gasto pelo Senado na locação de mão de obra nos últimos cinco anos, segundo levantamento obtido pelo Correio. Os dados revelam que não houve qualquer preocupação com a redução deste tipo de serviço, que abre brechas para fraudes e tem sido alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público. Pelo contrário. O crescimento impressiona. O Senado aumentou em 122% os gastos na contratação de empresas terceirizadas, enquanto a inflação no período atingiu uma média de 28%. Os repasses saltaram de R$ 56 milhões em 2004 para R$ 125 milhões no ano passado. Os pagamentos liberados no período somam R$ 460 milhões.  <br>  <br>Nem mesmo a Operação Mão-de-Obra, deflagrada pela PF em 2006 para desmontar uma quadrilha de fraudes em licitações do setor no Senado, intimidou a área administrativa. Desde aquele ano, 29 empresas do ramo fecharam contrato com a Casa. A campeã foi a Ipanema Serviços Gerais, com R$ 82 milhões recebidos no período. Logo atrás, vem a Aval Empresa de Serviços Especializados, com R$ 56 milhões. Em comum, as duas têm como dono o empresário José Carvalho de Araújo, que chegou a ser preso pela PF em 2006.  <br>  <br>A Ipanema é acusada de fraudar as concorrências no Senado, enquanto a Aval é suspeita de empregar parentes de servidores, como alternativa para burlar a decisão judicial contra o nepotismo. Em julho do ano passado, a Aval teve um terceiro aditivo aprovado para manter até setembro um contrato de R$ 1,4 milhão mensais. Em 2008, o Senado despejou R$ 20 milhões na conta da empresa. A prorrogação foi assinada pelo então primeiro-secretário, Efraim Morais (DEM-PB). O levantamento dos gastos do Senado inclui toda a gestão de Efraim na Primeira-Secretaria, entre 2005 e 2009, e o último ano, 2004, de Romeu Tuma (PTB-SP). Ao lado do ex-diretor-geral Agaciel Maia, Efraim é suspeito de irregularidades nessas contratações. Eleito em fevereiro para o cargo, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) já pediu uma auditoria nos contratos do Senado. Por enquanto, não deu mais detalhes.  <br>  <br><b>Vigilância</b>  <br>O Senado possui uma Secretaria de Polícia Legislativa, responsável por quatro subsecretarias. Mesmo assim, dobrou a despesa com vigilância terceirizada nos últimos cinco anos. Somente no ano passado, foram gastos R$ 12 milhões. No total, o repasse para esse serviço chega a R$ 40 milhões. E a despesa não vai parar. Na terça-feira passada, a empresa Brava Segurança e Vigilância Patrimonial foi declarada vencedora para fechar um contrato de R$ 2 milhões para vigiar a Secretaria de Informática (Prodasen) e o Interlegis, braço de educação legislativa.  <br>  <br>Agora, sabe-se quanto a Casa gasta com terceirização, mas continuam em segredo a quantidade e a lista de funcionários que prestam serviço. O Senado, por exemplo, não aumentou de tamanho no período, nem o número de senadores cresceu, mas o pagamento com terceirização de “apoio administrativo” triplicou. Os valores chegaram a R$ 95 milhões no ano passado. Está incluída nessa despesa, por exemplo, a contratação de 330 funcionários para a TV Senado. Até o ano passado, a Ipanema recebia pelo serviço. Agora, a Plansul deve assumir após vencer uma licitação com uma proposta de R$ 23,3 milhões anuais. Esse contrato, aliás, tem sido motivo de contestação judicial por parte de quem prestou concurso para 51 vagas efetivas do Senado na área de comunicação no ano passado. Quem ficou de fora reivindica postos destinados à mão-de-obra terceirizada. O Ministério Público já abriu um inquérito para investigar o caso.  <br>  <br>Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Demostenes Torres (DEM-GO), os gastos com esse tipo de mão-de-obra impressionam. “Não tinha a menor noção disso. É um negócio escandaloso. É preciso ver cada contrato para saber o que está acontecendo, se o serviço é necessário”, disse. Proporcionalmente, quem mais aumentou dentro do Senado foi a Steel Serviços Auxiliares. O repasse para a empresa cresceu em 137% desde 2004, tendo recebido R$ 5 milhões no ano passado. A reportagem perguntou à Secretaria de Comunicação do Senado sobre o aumento de despesa com terceirização, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.  <br>  <br>  <br><center><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090317/fotos/a2-1.jpg"></center></font>   <!-- <hr> -->    <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>   <hr>  
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		<title><![CDATA[A charge de hoje do Kacio, no Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33423</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/3199d10e4967147cedad968aa6505bf8.jpg">  
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		<title><![CDATA[Sarney quer gerar agenda contra a crise do Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33395</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		O presidente do Senado, José Sarney, reunirá hoje um punhado de parlamentares experientes. Dirá que a pancadaria da imprensa na Casa não vai acabar tão cedo e pedirá um esforço concentrado para gerar outra agenda. "Temos de votar, e muito", diz um de seus interlocutores mais próximos. "Trabalhar, para gerar outro tipo de noticiário". <br> <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Sindico em vez de estadista]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33383</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		GUSTAVO KRIEGER <br>DA EQUIPE DO CORREIO <br> <br>Um mês e meio depois de sua eleição para a Presidência do Senado, José Sarney (PMDB-AP) anda desencantado com o cargo. Passa o tempo às voltas com denúncias de irregularidades no pagamento de horas-extras, na ocupação de imóveis funcionais e outros assuntos administrativas. Coisas que, para ele, são assuntos menores. As iniciativas que ele realmente preza, como a comissão especial para discutir a crise econômica, ganham pouco destaque da mídia. “O presidente Sarney reclama que foi eleito para um papel de estadista e tem uma vida de síndico”, conta um de seus mais próximos aliados.  <br>Sarney teve de acostumar-se até a um ritual que detesta. Ser parado para entrevistas nos corredores da Casa. Ao assumir, o parlamentar, que consagrou a expressão “liturgia do cargo”, quando ocupou a Presidência da República, disse que daria menos entrevistas que seu antecessor, o verborrágico Garibaldi Alves (PMDB-RN). Ele prefere falar em condições mais organizadas, de preferência sentado em seu gabinete. Mas foi em pé, cercado por microfones, que ele fez um desabafo público. “O Senado está sendo boi de piranha”, reclamou. Foi uma referência à avalanche de denúncias dos últimos dias. <br>Para o experiente senador, não foi nada fácil demitir o amigo Agaciel Maia da diretoria-geral da Casa. Os dois têm uma relação de décadas. Foi Sarney quem levou o funcionário ao comando da administração do Senado. Alvo de uma série de acusações ao longo dos últimos meses, Agaciel chegou a ser tema da campanha eleitoral para a Presidência do Senado. O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse que não votaria em Sarney por saber que ele não mexeria no então diretor-geral. <br>Agaciel acabou caindo, depois da acusação de que escondera a posse de uma casa avaliada em R$ 5 milhões. A princípio, Sarney queria mantê-lo. Pediu uma investigação do Tribunal de Contas da União e anunciou que Agaciel aguardaria no cargo pelo resultado. Desistiu após assistir a edição do Jornal Nacional, da TV Globo. O destaque dado ao caso convenceu-o de que era melhor abafar a crise. <br>Mas Agaciel saiu e as denúncias continuaram. Esta semana começou com a revelação de que o Senado pagou R$ 6 milhões em horas-extra a seus funcionários em janeiro, mês em que a Casa está em recesso. É prática antiga e generalizada. O gabinete do próprio Sarney autorizou o pagamento suplementar a seus servidores. Pressionado, o senador condenou a prática e mandou seus assessores devolverem o dinheiro. <br>Logo depois, o Correio revelou que um dos diretores do Senado emprestava para os filhos o apartamento funcional recebido da Casa, enquanto morava numa mansão no Lago Sul. Mais uma vez, a solução foi rápida. No dia seguinte, ele desocupou o apartamento. <br>“O presidente Sarney está enfrentando bem as crises”, diz um aliado. “O problema é que ele não se elegeu para resolver crises”. Esta semana, ele teve de explicar porque mandou seguranças do Senado protegerem uma residência da família em São Luís, no Maranhão. “Ameaçaram explodir minha casa”, justificou. <br>Reservadamente, ele se queixa de perseguição da imprensa contra ele, sua família e o Senado. Os suspeitos de municiar os ataques, mais uma vez, estão no PT. Nos bastidores, os aliados de Sarney acusam o senador Tião Viana de estar por trás dos vazamentos de informações. Ex-vice-presidente do Senado, Viana concorreu à Presidência, mas foi derrotado por Sarney. <br> <br>  
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		<title><![CDATA[Crise financeira já bate na porta do gabinete de Lula]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33265</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br>     <br><font class="sutia">Depois da “marolinha”, presidente dá sinais de que está preocupado com o impacto da situação mundial na economia e na sua sucessão</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font> <br> <br><!--  -->   <font class="texto">Esta semana, durante reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou escapar um comentário preocupado. “A crise está aí. Agora, é fazer com que ela peça licença para entrar. Não podemos deixar ela arrombar a porta.” A frase é sintomática. Mostra que Lula já se conformou em ter a crise como companheira de gabinete, seja de forma educada ou não. O clima no Palácio do Planalto no início de 2009 é bem mais tenso que no final do ano passado. Os números divulgados nos últimos dias aprofundaram a preocupação. Em especial, a queda de 3,6% do PIB, no último trimestre de 2008.  <br>  <br>Até pouco tempo, a avaliação do governo era que o país começaria a se recuperar da crise já no fim do primeiro semestre de 2009. A visão otimista foi superada pelas dificuldades econômicas e problemas para 2010, ano de eleição presidencial. Lula esperava números negativos. Mas não achava que eles seriam tão ruins. O governo mudou o discurso. Em vez de subestimar a crise, passou a reconhecer seu tamanho, mas sempre ressaltando que a coisa será “menos ruim” para o Brasil.  <br>  <br>“A história da marolinha foi muito ruim”, admite um auxiliar do presidente, sob a condição compreensível de permanecer anônimo. A frase na qual Lula comparou os problemas da economia mundial a uma pequena onda é reconhecida internamente como um grande erro tático. Deu discurso à oposição para acusar o governo de ter subestimado a crise e demorado a agir.  <br>  <br>O governo lida com a crise em dois planos: um estratégico e outro político. No primeiro estão as medidas econômicas, como a redução de impostos para a indústria automobilística ou o programa que promete construir um milhão de casas. O segundo é a exploração política dessas medidas. “O governo brasileiro não pode resolver uma crise mundial na economia”, diz um ministro. “Mas precisa deixar claro que está fazendo de tudo para combater seus efeitos.”  <br>  <br>Esta semana, depois do anúncio da queda no PIB, Lula redobrou a pressão sobre o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Queria garantias de que o Comitê de Política Monetária (Copom) aceleraria o ritmo da queda dos juros. Deu resultado. Na quarta-feira, o Copom anunciou um corte de 1,5 ponto percentual na taxa Selic, um dos mais radicais feitos desde a posse de Lula.  <br>  <br><b>Aquecimento</b>  <br>Interlocutores do presidente relatam que ele está irritado com a crise. Depois de ser informado do resultado do PIB, ele passou a projetar como teria sido o número final de 2008 se a economia tivesse continuado aquecida. “Ia ser o melhor ano da história”, lamentou-se.  <br>  <br>Apesar dos problemas, a convicção no governo ainda é de que a tempestade será mais branda no Brasil e que ela pode ser combatida com a queda dos juros e medidas de incentivo aos setores sob maiores riscos. A grande preocupação é com o aumento do desemprego.  <br>  <br>A oposição também tem medo, mas seu receio é completamente diferente. O temor é de que Lula saia fortalecido depois dessa onda. Afinal, enquanto o PIB, o nível de emprego e a produção industrial despencaram ao longo dos últimos meses, a popularidade do presidente se manteve intacta. Algumas das medidas do governo surpreenderam a oposição. No final da semana passada, um estudo feito pelo PSDB apontava a inviabilidade do plano de habitação de Lula. A conclusão é que seria impossível resolver todos os problemas de urbanismo e licenças ambientais antes do fim do mandato do presidente. Dias depois, o governo anunciou que o plano incluiria mudanças para agilizar a concessão das licenças.  <br>  <br>Os oposicionistas passaram a acompanhar com lupa a execução do orçamento da União, em busca de sinais de falta de fôlego do caixa. “O governo está sem dinheiro”, avalia o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP). “Temos de mostrar que as promessas do governo não saem do chão”, secunda o presidente do DEM, Rodrigo Maia.</font>  
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		<title><![CDATA[A charge do dia]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33264</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/54f6063ac2fd38bdbd61f9ae73408e18.jpg">  
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		<title><![CDATA[O velho jogo de criticar o BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33203</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		Tenho a impressão de que existe, nos computadores da Fiesp, CUT, Força Sindical, CNI e outros um artigo de World chamado "pau no BC". Serve de máscara para os indefectíveis comunicados que todos soltam logo depois das reuniões do Copom. É só preencher as lacunas. "O corte de ___ pontos percentuais nos juros foi muito tímido. O país esperava ao menos ___." <br> <br>No iníco da semana, cobrava-se um corte de 1,5 pontos nos juros e esperava-se que o Banco Central ficasse em um ponto. Veio, a reunião do Copom e o corte foi de 1,5 pontos. Os indignados de sempre continuaram bravos. Dizem que teriam de ser pelo menos dois pontos. <br> <br>É parte do jogo. As entidades puxam a corda para forçar o BC a ir mais longe. O Banco Central faz sua parte, de acordo com o cenário da economia, sempre visto com as lentes conservadoras de quem tem de cuidar da inflação. E, depois da reunião, vêm as notas oficiais. <br>  
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		<title><![CDATA[A culpa é sempre dos outros - A coluna Nas Entrelinhas de hoje.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33202</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		 <br>    <br><font class="sutia">O Congresso vem sendo uma ausência notável no enfrentamento à crise econômica mundial</font> <br>     <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font> <br> <br>&nbsp;<!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090312/fotos/a4-1.jpg" align="right" border="0">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font><font class="assinatura" size="1">Arte: Maurenilson Freire/CB/D.A Press</font> <br><font class="texto">Há poucos dias, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), fez um pronunciamento destoante da média do palavrório despejado no plenário da Casa. “Não sei o que estou fazendo aqui”, confessou. “Nós gastamos tempo demais em discursos e não cuidamos do que importa. Há uma gigantesca crise internacional no mundo e nós não fazemos nada a respeito”. Virgílio foi ouvido com certo constrangimento pelos colegas, que economizaram nos apartes e deixaram o surto de&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; indignação extinguir-se no silêncio.  <br>  <br>A lista de propostas não votadas é longa. Dá para começar pela reforma tributária, que deveria ser prioridade em tempos de queda na arrecadação, mas, ao invés disso, tornou-se tabu. Há o espinhoso projeto que limitaria a correção anual da folha de pagamento do funcionalismo público, mudanças na previdência social e as alterações no marco das agências reguladoras. Até idéias aparentemente sem adversários, como a lei que criava o “cadastro positivo” dos bons pagadores, arrastam-se pelas duas Casas do Legislativo.  <br>  <br>O Congresso vem sendo uma ausência notável no enfrentamento à crise econômica mundial. Ontem, a pauta do Correio propôs que o jornal tentasse esclarecer os motivos dessa falta de resultados. Conversei com alguns parlamentares e, de maneira pouco surpreendente, ouvi uma resposta unânime. A culpa, sempre, é dos outros.  <br>  <br>“Hoje pela manhã eu fiz a mesma pergunta”, disse o deputado Rodrigo Maia, presidente nacional do Democratas. “Se o governo editasse menos medidas provisórias e a bancada governista tivesse mais vontade política, o Congresso poderia chegar a resultados mais concretos”, completou, enquanto entrava apressado no prédio da Câmara.  <br>  <br>Maia quase esbarrou com outro parlamentar apressado, mas que vinha em sentido inverso. Arlindo Chinaglia, petista, foi o presidente da Câmara até fevereiro. Comandou a Casa durante o último trimestre de 2008, quando o PIB brasileiro despencou, sem que o Congresso conseguisse esboçar qualquer ação coerente contra a crise. Enquanto esperava o carro que o levaria a uma audiência fora do Congresso, ele arriscou uma explicação. “Quando a agenda está tomada demais por medidas provisórias, fica mais fácil para a oposição obstruir os trabalhos. Com isso, só passam os assuntos onde há consenso.”  <br>  <br>Resumindo até aqui: para a oposição, a culpa é do governo e de sua base de apoio. Os parlamentares petistas reclamam da oposição e do governo. E o que acha o Palácio do Planalto? Na conversa que teve segunda-feira com os presidentes da Câmara e do Senado, Lula queixou-se do Congresso. Reclamou que os projetos demoram demais para ser votados e que a negociação com os partidos é sempre penosa.  <br>  <br>No fundo, a culpa é da repetição de um problema estrutural da política brasileira. Há o que é bom para o país e o que é bom para cada um dos envolvidos. Na dúvida, todos escolhem o seu interesse individual. A oposição pode fazer o discurso bonito que quiser, mas, nos bastidores, acredita que a crise é sua grande chance para virar o jogo e derrotar Lula em 2010. O governo, por seu lado, em vez de atacar as razões estruturais da crise, o que certamente exigiria medidas impopulares, prefere ater-se a propostas setoriais, de forte apelo publicitário. Coisas como a redução da carga tributária para a indústria automobilística, o programa de habitação popular, etc…  <br>  <br>Um bom exemplo aconteceu no fim do ano passado. A crise já batia à porta, mas o governo ainda classificava como “marolinha” o tsunami que atingia a economia mundial. Nesse embalo, o governo enviou para o Congresso um pacote de medidas provisórias, como generosos reajustes para setores do funcionalismo público. Quando elas chegaram para votação no Senado, já estava absolutamente claro que iam na contra-mão do panorama da economia. Sabe o que aconteceu? Não apenas foram todas aprovadas, como os parlamentares ainda enfiaram de carona algumas categoria que não tinham sido agraciadas. À época, o líder do DEM, José Agripino, explicou: “Acho uma irresponsabilidade. Mas se o governo diz que há dinheiro para pagar, voto a favor. Não vou ser mais realista que o rei”.  <br>  <br>O Orçamento de 2008 é outro exemplo claro. O governo mandou um projeto que limitava o crescimento da folha de pagamentos. O Congresso não aprovou. Qual foi a reação do Palácio do Planalto? Aproveitou a licença para aumentar ainda mais as despesas.  <br>  <br>Não é só a culpa que é sempre é dos outros. A conta, também.</font>  
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		<title><![CDATA[Juntos em evento, Dilma e Serra trocam críticas indiretas]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33201</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		    <p>Matéria importante publicada pelo G1</p>  <div class="materia-assinatura-letra">    <div class="materia-assinatura">       <p class="vcard author">          <strong class="fn">Mariana Oliveira</strong>          <span class="adr">             <span class="locality">Do G1, em São Bernardo do Campo</span>          </span>       </p>    </div>     </div> <div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content">      <p>&nbsp;</p>     <div class="materia-mascara midia-largura-192">       <div class="materia-foto">          <div class="foto">&nbsp;             <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/foto/0,,19122470-EX,00.jpg" title="A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o                 governador de São Paulo, José Serra, em seminário sobre                 a crise no ABC (Foto: Ricardo Trida / Diário do Grande                 ABC / Agência Estado)" class="foto-zoom-ef">                <img src="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/foto/0,,19122469-FMMP,00.jpg" alt="Foto: Ricardo Trida / Diário do Grande ABC / Agência Estado" width="192" height="253">                <font size="2"><span class="credito">Foto: Ricardo Trida / Diário do Grande ABC / Agência Estado</span></font>             </a>          </div>          <h4>A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o                 governador de São Paulo, José Serra, em seminário sobre                 a crise no ABC (Foto: Ricardo Trida / Diário do Grande                 ABC / Agência Estado)</h4>       </div>    </div>     <p>Dois dos candidatos cotados para a sucessão presidencial em 2010,         a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o governador         de São Paulo, José Serra, trocaram críticas indiretas em         seminário no ABC paulista para discutir a crise financeira         internacional. Apesar das farpas, o clima foi cordial. <br>          <br>         Dilma discursou primeiro e criticou ações do         governo Fernando Henrique Cardoso, sem citar nomes. Ela afirmou         que o governo anterior controlou a inflação, mas não se         preocupou em baixar juros.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>"Depois do Plano Real, tivemos um dos juros mais elevados do         mundo. Agora temos a oportunidade de juros civilizados, sem         ameaçar a estabilidade econômica." <br>          <br>         Na sequência, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1038832-9356,00.html">ela             afirmou ainda que o governo tem atualmente&nbsp;como uma das             prioridades a redução&nbsp;no preço do crédito</a>. "Essa         conjuntura externa deflacionária é a oportunidade única para o         Brasil passar a ter juros civilizados e sem ameaçar a         estabilidade”, disse a ministra.&nbsp; <br>          <br>         Antes, ao falar sobre a crise, ela havia afirmado:         "O governo sempre foi parte do problema em todas as crises.         Porque vinha o câmbio, a saída de capitais, e o governo         quebrava. Recorria ao fundo monetário (FMI) que impunha cenário         de recessão. Essa situação explica a quantidade de obras         paradas. Hoje o governo é parte da solução."  <br>          <br>         Serra, que falou logo após a ministra, afirmou que         governo demorou para baixar taxa de juros. "Estamos há seis         meses na crise. (...) O câmbio ficou desvalorizado sem impacto         na inflação. Era o momento de ter jogado juros para baixo.         Passou seis meses sem política ativa. Não é possível que, no         momento em que o mundo precisa ativar o crédito, o Brasil vá na         mão contrária."  <br>          <br>         <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1038666-9356,00-MESMO+COM+QUEDA+NO+PIB+BRASIL+DEU+DE+A+EM+PAISES+RICOS+DIZ+DILMA.html">Dilma             e Serra chegaram quase juntos ao seminário</a> “ABC do         Diálogo e do Desenvolvimento – A região unida para enfrentar a         crise”, em São Bernardo.&nbsp; <br>          <br>         Dilma chegou minutos antes e comentou dados do         Produto Interno Bruto (PIB) com jornalistas. Durante a conversa,         o governador José Serra chegou. Ela então interrompeu a         entrevista e se dirigiu ao auditório ao lado do governador, que         não falou com os jornalistas.</p>     <p>&nbsp;</p> <br></div>  
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		<title><![CDATA[Eleições 2010 -  ‘Mensagem ao Partido’ apoia Dilma]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33199</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		 <br>     <br><font class="sutia">Segunda maior corrente do PT declara, no fim de semana, apoio à ministra-chefe da Casa Civil na corrida à Presidência da República. Essa é a segunda tendência interna que reconhece a candidatura dela este mês. A Articulação de Esquerda também já deu seu aval</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font>   <!--  -->   <font class="texto"> <br> <br>A “Mensagem ao Partido”, segunda maior corrente interna do PT, vai declarar seu apoio à candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República. A manifestação acontecerá no encontro nacional da tendência, marcado para o fim-de-semana, no Rio de Janeiro. É mais um sinal de que o nome da ministra é hoje incontestável dentro do PT. Há um ano, o quadro era muito diferente. Dilma enfrentava contestações e possíveis adversários dentro da legenda. A mudança é resultado da pressão exercida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  <br>  <br>Criada depois da crise do Mensalão, que dividiu o PT, a Mensagem é um grupo amplo. Seus líderes vão do ministro da Justiça, Tarso Genro, à Democracia Socialista, uma das correntes de esquerda do PT. Indicou o deputado José Eduardo Cardozo para a secretaria-geral, segundo cargo mais importante da direção partidária.  <br>  <br>Apontado por muito tempo como um dos presidenciáveis petistas e com uma relação nem sempre pacífica com Dilma, Tarso Genro defende a candidatura dela. “O presidente Lula é uma voz muito importante dentro do partido e já deixou clara sua preferência pela ministra Dilma como candidata”, afirma. “Cabe ao PT construir essa candidatura”.  <br>  <br>José Eduardo Cardozo confirma. “Não existe outro nome colocado dentro do PT para disputar a Presidência da República a não ser o nome da ministra Dilma. Ela conta com o apoio do presidente Lula e está credenciada pelo trabalho que executa no governo.”  <br>  <br>No início do mês, a Articulação de Esquerda, outra das maiores correntes petistas, aprovou um documento no qual reconhece como fato consumado a candidatura de Dilma e elencou seus pontos fortes: o comando do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma longa história de militância na esquerda, a “competência reconhecida” como administradora e até a condição de mulher.  <br>  <br>Quando foi lançada por Lula, a ministra encontrou reação no PT, que reclamava de sua pouca história no partido. A reação esgotou-se, pela força do presidente e pela falta de capacidade da legenda em apresentar outro nome.  <br>  <br><b>Nordeste</b>  <br>Ontem, a ministra da Casa Civil seguiu com a agenda em tom político. Começou o dia recebendo a bancada de deputados do Nordeste para um café da manhã. E estabeleceu uma forte relação entre a região e o principal programa social do governo Lula. “O Bolsa Família tem a cara do Nordeste. (...) No Bolsa-Família, 52% dos beneficiários são do Nordeste. Do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social, 48% dos recursos são para a região”, relatou a ministra. É a mesma análise feita pelos partidos da oposição, que identificam relação direta entre o mapa de distribuição do Bolsa-Família e o crescimento dos partidos governistas na região.</font>  
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		<title><![CDATA[Mais um abuso no Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33198</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<span style="font-weight: bold;">Vale a pena ler a ótima matéria de Leandro Colon e Marcelo Rocha, publicada hoje pelo Correio.</span> <br> <br> <br> <br><font class="chapeu">SENADO</font> <br>      <font class="titulo">Apartamento oficial a serviço da família</font> <br>     <br><font class="sutia">Cotado para substituir Agaciel Maia na Direção-Geral da Casa, João Carlos Zoghbi é suspeito de transferir para os filhos o uso de um amplo e luxuoso imóvel funcional na Asa Norte e morar no Lago Sul</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Leandro Colon e Marcelo Rocha</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font> <p>   <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Breno Fortes/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090312/fotos/pri-1203-0201.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda">De acordo com a vizinhança, apartamento do Senado tem sido ocupado pelos parentes de João Zoghbi <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <!-- <table width="120" align=""> -->  <tr><td><font class="credito"> <br>Adauto Cruz/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090312/fotos/pri-1203-0202.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda">Casa no Lago Sul foi comprada em 1992 em nome de um dos filhos, na época estudante e adolescente <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">O diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi, é suspeito de repassar aos filhos um apartamento funcional de 180 metros quadrados na Asa Norte. Cotado para ser o novo diretor-geral da Casa e responsável pela folha de pagamento de R$ 2 bilhões anuais, Zoghbi recebeu o aval para morar no imóvel público em 1999, mas teria entregue as chaves aos filhos, enquanto permaneceu vivendo numa luxuosa casa de 776 metros quadrados adquirida em 1992 na QI 25 do Lago Sul, próxima à Ponte JK.  <br>  <br>Na noite de terça-feira, sem alarde, Zoghbi prestou esclarecimentos ao novo primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), sobre a ocupação do imóvel e a informação de que nunca viveu no local. Zoghbi afirmou ao senador que reside no apartamento e seu filho, o dentista Ricardo Araújo Zoghbi, 34 anos, é quem mora na casa do Lago Sul. As evidências, no entanto, contradizem o poderoso servidor, há 15 anos no comando do setor de pessoal do Senado e ligado ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.  <br>  <br>Nas últimas 48 horas, a reportagem esteve por quatro vezes no Bloco D da 112 Norte, onde fica o apartamento disponibilizado para Zoghbi morar, cujo um aluguel, segundo corretores, vale R$ 2,1 mil, sendo que o servidor paga apenas uma taxa de R$ 388. Moradores e funcionários do prédio repetiram a mesma versão: quem reside no imóvel desde janeiro é seu filho recém-casado, Marcelo Araújo. Uma reforma no apartamento, que tem quatro quartos, teria sido realizada em dezembro. Antes do casal, segundo moradores, residia Carla Santana de Oliveira, ex-mulher do outro filho de Zoghbi, Ricardo. “Antes era o Ricardo (que morava), ele separou, aí morou a Carla e agora é o Marcelo”, disse um morador, que pediu para não ser identificado. Ontem, a informação passada foi a de que Marcelo estava viajando e que o pai aparecia de vez em quando para buscar correspondências endereçadas ao filho.  <br>  <br><b>Cartório</b>  <br>Em sua defesa, Zoghbi argumenta que a casa no Lago Sul pertence a Ricardo. Mas informações obtidas pelo Correio reforçam os indícios de que o servidor é o responsável pela propriedade e mora nela. O registro no cartório do 1º Ofício de Imóveis do DF revela que a casa foi adquirida em 1992 em nome de Ricardo, na época um estudante e menor de idade, segundo o documento. “Assistido por seu pai, João Carlos Zoghbi”, descreve o registro.  <br>  <br>Em 2004, o diretor declarou à Justiça do Distrito Federal viver na casa do Lago Sul, cinco anos depois de receber o aval do Senado para morar num apartamento funcional. Foi na manhã de 22 de outubro daquele ano, quando a oficial de Justiça Ana Paula Araújo Vasconcelos o procurou na residência na QI 25 para citá-lo num processo da 7ª Vara da Fazenda Pública sobre cobrança de IPVA e multas atrasados, num total de R$ 313,69. Localizado no imóvel, Zoghbi informou à oficial de Justiça que naquele momento morava na casa. Outro indício de que o diretor é morador do Lago Sul vem do seu título de eleitor. Zoghbi vota numa seção da QI 7. Na tarde de terça-feira, a reportagem esteve na residência da QI 25 e uma funcionária confirmou que o patrão era João Carlos Zoghbi e que ele só chegaria do Senado à noite.</font>   <!-- <hr> -->    <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>   <hr>    <table width="100%"><tbody><tr><td>  <!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->  <!-- <font class="titulo"></font> <br> -->  <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <br> <font class="texto"><b>R$ 2,1 mil </b>é quanto vale um aluguel de um apartamento no Bloco D da SQN 112.  <br>  <br>Mas o servidor paga apenas uma taxa de <b>R$ 388</b> </font> <br>     <!-- <hr class="hr2"> -->    <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!-- <font class=assinatura></font> -->  </td></tr></tbody></table>   <hr>  <table width="100%"><tbody><tr><td>  <!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->   <font class="titulo">Respostas por e-mail</font> <br>   <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <br> <font class="texto">João Carlos Zoghbi recebeu a reportagem em seu gabinete na última terça-feira. O servidor informou que falaria sobre o apartamento funcional somente por escrito. As perguntas deveriam ser enviadas à Secretaria de Comunicação Social.  <br>  <br>O Correio o indagou sobre quem reside no imóvel disponibilizado pelo Senado e a quem pertence a propriedade na QI 25 do Lago Sul. A Secretaria de Comunicação enviou a seguinte resposta: “O apartamento está passando por reforma de instalações (em fase final), sendo ocupado regularmente por João Carlos Zoghbi”. Segundo o órgão de relação com a imprensa, Zoghbi não é o proprietário do imóvel no Lago Sul.  <br>  <br>O diretor vai receber nos próximos dias um questionário do primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI). O senador quer ter, por escrito, as respostas sobre a ocupação do imóvel da Casa. Além de Zoghbi, os moradores de mais 11 apartamentos funcionais não destinados a senadores terão que passar pelo mesmo crivo. O Correio revelou na semana passada que boa parte desses apartamentos foi entregue a aliados do ex-diretor-geral Agaciel Maia. (LC e MR) </font> <br>     <!-- <hr class="hr2"> -->    <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!-- <font class=assinatura></font> -->  </td></tr></tbody></table>  <!-- <hr> -->      <br>
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		<title><![CDATA[A charge de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33197</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/959335075e6f9491b6639a7738a7ada5.jpg">  
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		<title><![CDATA[Juros caem 1,5 ponto percentual]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33173</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		O Banco Central baixou em 1,5 ponto percentual a Taxa Selic, que passou para 11,25%. O corte, moderado para as expectativas do mercado, foi radical para o conservadorismo do BC. Depois do impacto provocado no governo pelo PIB negativo do último trimestre de 2008, não dava para esperar outra coisa.  
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		<title><![CDATA[Cenas brasileiras]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33143</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		O presidente da Fiesp, Paulo Skaff, sonha em ser governador de São Paulo. Anda em negociações adiantadas para filiar-se ao PSB e ter o apoio do PSB. Verdade. O presidente da mais poderosa federação de indústrias do país descobriu-se um socialista. E os comunistas encantaram-se com ele.  <br> <br>Se acontecer, será interessante, no mínimo como experiência política. Poderá ser uma tentativa de socialismo-capitalista, ou vice-versa.  <br> <br>E se ele ganha? Terá o apoio do PSB e PCdoB para um programa de corte nos impostos e no Estado? Ou vai aderir ao estilo Lula, de aumentar a carga tributária para financiar projetos sociais? <br> <br>Vale a pena esperar. <br>  
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		<title><![CDATA[Cenas brasileiras 2]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33142</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		A Câmara descobriu como economizar dinheiro público. É só aumentar os salários dos deputados. Isso mesmo: os salários passariam de R$ 16 mil para R$ 24 mil, mesmo valor recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Em compensação, abririam mão dos R$ 15 mil que recebem hoje a título de "verba indenizatória". <br> <br>A proposta, em si, já é um reconhecimento de que boa parte dos parlamentares colocava nos próprios bolsos o dinheiro, supostamente usado para "financiar o exercício do mandato". Agora, que a imprensa terá acesso às notas fiscais, eles preferem ganhar menos para não ser fiscalizados.  <br> <br>Por incrível que pareça, a idéia, do primeiro-secretário, Rafael Guerra, é boa. Poupa dinheiro e hipocrisia. O nó da questão é outro. Deputados estaduais e vereadores têm seus salários vinculados aos dos deputados federais. E muitos também têm verbas de representação. Num cálculo otimista, feito por Guerra, se todos fizerem a troca, a economia dos cofres públicos pode chegar aos R$ 100 milhões por ano. Num cenário pessimista, muita gente vai ficar com o aumento e a verba. E aí... <br>  
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		<title><![CDATA[Bem-vindo, principe ... Chaves!!!!]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33138</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		&nbsp;<img src="file:///C:/DOCUME%7E1/10105/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-18.jpg" alt=""><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/10105/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-19.jpg" alt="">O repórter Tiago Pariz, aqui do Correio, está encarregado da cobertura do Palácio do Planalto. Hoje cedo, como sempre, entrou na página que traz a agenda do presidente Lula. Olha só o que ele encontrou às 17h30.  <br> <br> <br> <br><div style="text-align: center;">Presidência da República <br>AGENDA DO SENHOR PRESIDENTE <br> <br>Quarta-feira <br>11 de março de 2009 <br> <br> <br>09:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Paulo Nogueira Batista <br>&nbsp; Diretor-Executivo do Fundo Monetário Internacional - FMI <br> <br>10:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia <br>&nbsp; Salão Oval <br>&nbsp; <br>11:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - 10º Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras  <br>&nbsp; Rurais <br>&nbsp; Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília/DF <br>&nbsp; <br>12:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Rafael Branco  <br>&nbsp; Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe <br> <br>15:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Franklin L. Feder  <br>&nbsp; Presidente da Alcoa América Latina <br> <br>16:00&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Eduardo Frei  <br>&nbsp; Ex-Presidente do Chile <br> <br><span style="font-weight: bold;">17:30&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Charles Philip Arthur <span style="color: rgb(255, 0, 0);">Chaves </span></span><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; Príncipe de Gales</span><br style="font-weight: bold;"> <br>18:30&nbsp;&nbsp;&nbsp; - Beto Albuquerque <br>&nbsp; Deputado Federal – PSB/RS <br></div> <br><div style="text-align: left;">Isso mesmo. Uma gafe da presidência transformou o príncipe em Chaves.  <br> <br>Uma dúvida: Com qual deles foi a confusão: <br> <br><img style="width: 98px; height: 131px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/3a027ae029bd1f995d4b36322749c3ac.jpg"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/9985440751e44ec174f9fe3b4ca1d223.jpg"><img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/05635c7e99acd245a712a144dcd43cbe.jpg"> <br> <br>Depois, alguém descobriu e corrigiu. <br> <br>Ah, o nome completo (e correto) dele é <i>Charles Philip Arthur George Mountbatten-Windsor...</i></div>&nbsp;
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		<title><![CDATA[Tarso animado com a possibilidade de ser candidato ao governo gaúcho.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33136</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		O ministro da Justiça, Tarso Genro, acredita que o PT gaúcho chegará a um acordo para evitar prévias na indicação de seu candidato ao governo do Estado. E está animado com a possibilidade de ser esse nome. Mas leva tudo com muito cuidado. "Se outra liderança quiser ser o candidato, abro mão", assegura. Por "outra liderança", entenda-se o ex-governador Olívio Dutra ou o ex-ministro Miguel Rossetto. Tarso não quer repetir o episódio de 2002, quando derrotou Olívio nas prévias e foi derrotado nas eleições.&nbsp;  
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		<title><![CDATA[Foto legenda: "Sou uma mulher dura cercada de homens meigos".]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33134</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;  <br><font size="4">Atenção: cenas de meiguice explícita:</font> <br> <br> <br> <br><font size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Paulo H. Carvalho - Correio Braziliense</font> <br><img src="../../static/user//18/18598/5ec61154a45da2189f8c4fd869a856ce.jpg"> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/6042afe58695a585b9cdc15a5cbba1f7.jpg"><font size="2">Ricardo Stuckert/PR</font> <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/d77826e722287ada0823cda93f1729ce.jpg"> <br><font size="2">Ricardo Matsukawa/Futura Press</font> <br>  
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		<title><![CDATA[Encaminhado acordo para limitar (mas não muito) as MPs.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33133</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="chapeu">LEGISLATIVO </font> <br>      <font class="titulo">Congresso põe MPs em xeque</font> <br>     <br><font class="sutia">José Sarney e Michel Temer negociam com Lula mudança na tramitação das medidas provisórias para evitar que o Parlamento seja reduzido a uma tribuna de ataques da oposição contra o governo</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font>    <table align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1" width="120"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Cadu Gomes/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090311/fotos/pri-1103-0301.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda"><font size="2">Temer adverte: excesso de medidas provisórias obstrui e tumultua os trabalhos no Senado e na Câmara</font> <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto"> <br> <br> <br>Os dois peemedebistas que dividem o comando do Congresso querem negociar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma forma de reduzir a edição de medidas provisórias sem diminuir demais o poder do governo. O assunto, recorrente na pauta de conversas entre Legislativo e Executivo, ganhou contornos mais concretos segunda-feira à noite, durante uma reunião entre Lula e os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). No encontro, os dois parlamentares disseram que o Congresso precisa adotar uma “agenda positiva” e que ela precisa começar pelo controle das MPs.  <br>  <br>Os três concordaram que o Congresso precisa voltar a funcionar. Sarney e Temer disseram a Lula que uma pauta cheia é a melhor maneira de evitar que o Parlamento seja reduzido a uma tribuna para ataques políticos da oposição ao governo. Os parlamentares deram o exemplo do discurso feito na semana passada pelo peemedebista rebelde Jarbas Vasconcelos (PE), cheio de acusações ao partido e ao governo. Segundo eles, Jarbas se manteve em evidência por dias, em grande parte por causa do vazio em que vive o Congresso.  <br>  <br>Tanto Sarney quanto Temer foram eleitos com um discurso a favor da independência do Congresso. A limitação das medidas provisórias foi uma das principais bandeiras de ambos. Mas os dois são aliados do Palácio do Planalto e controlam áreas importantes dentro do governo. Não querem trombar de frente com Lula. Logo, iniciaram as negociações com o próprio presidente.  <br>  <br>O comandante do Senado esmerou-se no tom conciliatório ontem, ao falar do assunto: “O presidente nos convocou para que se desenvolva uma agenda comum em harmonia entre Câmara e Senado, e eu, junto com o presidente Temer, dissemos que o primeiro item desta agenda é o problema das medidas provisórias, que obstruem, e não só obstruem, mas tumultuam a vida no Congresso”, disse.  <br>  <br><b>Proposta</b>  <br>A ideia colocada na mesa de negociações é limitar as áreas sobre as quais o governo poderia editar medidas provisórias. Seria uma alternativa a propostas mais radicais, que mudam o rito de tramitação das MPs.  <br>  <br>Lula resiste a ceder. Ele acha que o Congresso é lento demais na análise de assuntos importantes e reclama de ficar refém da pressão dos parlamentares. A  <br>  <br>atual fórmula, na qual as medidas provisórias passam a trancar a pauta se não forem votadas rapidamente oferece uma vantagem tática ao governo, que tem mais controle sobre o calendário.  <br>  <br>Sarney e Temer se comprometeram a dar mais agilidade aos assuntos de interesse do governo, caso Lula faça um gesto pela negociação e aceite a regulamentação das medidas provisórias. O mandato dos dois coincide com o de Lula. Ambos sabem que essa mudança aumentaria seu peso político.  <br>  <br>A ofensiva contra as MPs tem outro significado importante. Coloca Temer e Sarney no mesmo movimento. As bancadas do PMDB na Câmara e Senado são tradicionais adversárias, tanto pelo controle do partido quanto por espaços no governo. Desde que o partido conquistou as duas Casas do Congresso, eles buscam um entendimento. Acham que isso os fortalece, na queda de braço com o PT. </font>  
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		<title><![CDATA[Mais jogo pesado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33131</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/93a3bb747c2f72df9e0c1904cbde7de6.jpg">  
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		<title><![CDATA[A notícia mais importante do dia virá do BC]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33130</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<img style="width: 227px; height: 227px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/0042ee1d5a3c2e672a5eec07007fd675.jpg"> <br> <br>Todo mundo de olho no Banco Central. É dia de reunião do Copom. Depois dos números do PIB do quarto trimestre, divulgados ontem, a expectativa é de um corte radical na taxa Selic. O Palácio do Planalto contabiliza como certo um corte de um ponto percentual, mas cruza os dedos e torce por 1,5 ponto. <br>  
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		<title><![CDATA[Tarso comemora denúncia contra Protógenes]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33079</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Normalmente, o ministro da Justiça, Tarso Genro, não gosta de vazamentos em inquéritos da Polícia Federal. Mas ele não esconde a satisfação com a reportagem da revista Veja, que apontou abusos do deputado Protógenes Queiroz, durante a investigação da Operação Satiagraha. Para Tarso, a matéria justifica a ação do comando da PF, que afastou Protógenes do caso. <br> <br>"Sempre que surgirem denúncias de abuso nas investigações, elas serão investigadas, ao menos enquanto eu for ministro", afirma. "Esse tipo de conduta é um atentado contra a democracia". <br>  
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		<title><![CDATA[Sarney quer fazer gestão "marcante" no Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33078</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		Quem convive de perto com José Sarney acredita que ele surpreenderá muita gente em sua passagem pela Presidência do Senado. Sem futuros planos políticos, o veterano parlamentar estaria disposto a fazer do cargo sua despedida do centro da cena e em boa situação com a opinião pública. É de se esperar mais medidas de corte de gastos e uma postura mais firme em questões polêmicas, como o excesso de medidas provisórias. <br> <br>A conferir. <br>  
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		<title><![CDATA[A coluna Nas Entrelinhas de hoje]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33077</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font style="font-weight: bold;" class="titulo" size="5">Será que pode?</font> <br>    <br><font class="sutia">Dilma está ou não fazendo campanha eleitoral? A resposta depende da opinião política de cada um</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a> <br> <br></font>&nbsp;<!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090310/fotos/entrelinhas.jpg" align="right">Há alguns dias, DEM e PSDB entraram com ação na Justiça Eleitoral, pedindo uma definição: afinal, o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, vêm fazendo é ou não campanha eleitoral? À primeira vista, pode parecer apenas um gesto político, desses encenados diariamente por governo ou oposição para chamar a atenção da mídia. Mas é bem mais importante. É fundamental que a Justiça Eleitoral defina as regras do jogo com antecedência. Até porque os parlamentares, a quem caberia legislar sobre o assunto, não costumam ser nem rápidos nem muito claros nessas definições.  <br>  <br>O país tem acompanhado a sequência de decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o destino de governadores eleitos em 2006 sob suspeita de irregularidades. Cássio Cunha Lima (PSDB), da Paraíba, teve seu mandato cassado. Jackson Lago (PDT), do Maranhão, encaminha-se para ter o mesmo destino nos próximos dias. Outros governadores esperam julgamento, como Luiz Henrique (PMDB), de Santa Catarina, ou Marcelo Deda (PT), de Sergipe. Nenhum deles esconde a preocupação. A Justiça vem sendo dura no exame dos casos.  <br>  <br>É absolutamente saudável que a Justiça aja com severidade. Se alguém foi eleito fraudando as regras do jogo, é correto que perca o mandato. Mas os casos apresentam alguns efeitos colaterais preocupantes. São processos longos, que se arrastam por anos. De um lado, o Estado vive uma situação de total insegurança jurídica durante os processos. Ninguém sabe quais os atos de governo serão mantidos e quais poderão ser anulados. De outro, enquanto os julgamentos não acontecem, governantes potencialmente ilegítimos continuam nos cargos.  <br>  <br>Imagine essa situação transportada para o governo federal. Que Dilma Rousseff vença as eleições, mas governe por um, dois anos, sob ameaça de um processo de cassação. As consequências para a economia e até para a segurança das instituições nacionais seriam inimagináveis.  <br>  <br>Dilma está ou não fazendo campanha eleitoral? A resposta depende da opinião política de cada um. O governo jura que ela não está praticando nada além de sua obrigação: visitar obras e projetos, participando de inaugurações e lançamentos. A oposição reclama do ar de comício assumido por essas cerimônias de governo. Já escrevi nessa coluna a minha opinião: Dilma está governando e fazendo campanha ao mesmo tempo. Ela está desrespeitando as leis? Melhor fazer como o DEM e o PSDB e perguntar para a Justiça Eleitoral.  <br>  <br>A legislação proíbe campanha fora do período reservado na lei eleitoral. Ele é definido antes de cada pleito, mas não ultrapassa os seis meses. Pois bem: o PSDB pensa em fazer prévias para definir seu candidato a presidente da República. Obviamente, essa consulta teria de ser feita bem antes da campanha oficial. Como fazer isso sem ferir a lei? O melhor, novamente, é perguntar a quem decide.  <br>  <br>Essa insegurança é resultado de um problema crônico na política brasileira: a falta de regras claras, conhecidas. Produzimos uma nova lei eleitoral a cada pleito. Normalmente, de acordo com as conveniências de quem controla as maiores bancadas do Congresso.  <br>  <br>A Justiça Eleitoral assumiu um papel regulador nessa barafunda. Já impôs a coerência entre as alianças nacionais e regionais (derrubada depois pelo Congresso), colocou limites para o troca-troca partidário e, agora, vem cassando os mandatos de quem abusou na campanha. Os políticos não gostam dessa interferência, que consideram abusiva. Embora comemorem quando a decisão judicial fulmina um adversário.  <br>  <br>É claro que o objetivo de tucanos e democratas é mais comezinho. Querem, acima de tudo, amarrar as mãos de Dilma Rousseff. A candidata oficial, que continua se recusando a assumir a candidatura, beneficia-se da agenda montada pelo governo. Reportagem publicada no domingo pelo jornal O Globo registra que ela fez 30 viagens nos últimos 12 meses, com a justificativa de lançar obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Correndo livre, ela vem crescendo nas pesquisas em um ritmo inquietante para a oposição. Mas talvez eles acertem mais do que pensaram. E ajudem a criar um hábito saudável na política brasileira. O de perguntar se dá para fazer algo, em vez de fazer e torcer para não ser pego pela Justiça.</font>  
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		<title><![CDATA[Jogo Pesado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=33076</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<img src="http://"><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/21b2a6496ec3eb286f283678a7998efd.jpg">  
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		<title><![CDATA[Arthur Virgílio pode complicar o jogo do PSDB]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32822</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		O senador Arthur Virgílio voltou a pensar com carinho na possibilidade de disputar as prévias do PSDB para a Presidência da República, em 2010. Sabe que não tem chances, mas seria uma chance de nacionalizar seu nome e colocar no debate questões que considera fundamentais, como a discussão da Amazônia. <br> <br>Se Arthur entrar mesmo no jogo, ele muda. Hoje, a discussão entre os tucanos é fazer ou não as prévias. José Serra combate a idéia nos bastidores. Aécio Neves a defende, mas com seu jeitão diplomático. Arthur Virgílio é do tipo que chega chutando a porta... <br>  
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		<title><![CDATA[De volta para o futuro. A coluna Nas Entrelinhas de hoje.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32819</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		  <br><span style="font-style: italic;">Se você continua com a impressão de que os personagens desse filme não mudam, pode ficar tranquilo. Está absolutamente certo. </span>  <br>   <br>gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br   <br>   <br><img style="width: 271px; height: 231px;" src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/863b177aa2525d01423ce54a0b486ab1.jpg">  <br>&nbsp;   <br>A leitura dos jornais de hoje pode dar a impressão de um deslocamento temporal. Personagens que em outras épocas andaram em baixa voltam ao noticiário com o sorriso característico dos vencedores. Fernando Collor assume a comissão do Senado encarregada de debater os assuntos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Ao seu lado, como orgulhoso patrocinador, aparece Renan Calheiros, agora líder do PMDB e novamente um dos homens mais poderosos do Senado. José Sarney, fortalecido pela conquista da Presidência do Senado, conta os dias para que sua família reassuma o poder político no Maranhão. A derrota nas urnas em 2006 deverá ser anulada pela justiça eleitoral. Com a quase certa cassação do governador Jackson Lago, o cargo será assumido pela senadora Roseana Sarney.   <br>   <br>A sensação é de que a política brasileira não muda e continua a ser comandada sempre pelos mesmos nomes. De certa forma, é verdade. Os casos citados têm em comum o fato de acontecerem num mundo com regras muito próprias: o da política parlamentar e partidária no Brasil.   <br>   <br>Renan é o caso mais impressionante de ressurreição. Na velocidade e intensidade. Em dezembro de 2007, ele estava sob um dos mais inclementes fogos cruzados que o Congresso brasileiro testemunhou. Acusado de usar o lobista de uma empreiteira para encobrir os pagamentos de pensão para uma filha que teve fora do casamento, ele não tinha um momento de paz. Passou a ter sua cassação pedida, inclusive por antigos aliados, como o DEM e o PSDB. Salvou o mandato, mas teve de renunciar à Presidência do Senado.   <br>   <br>Há pouco mais de um ano, ele não conseguia pegar um voo de carreira de Brasília para Alagoas. Temia a reação das pessoas. Hoje, voltou a ser Renan Calheiros. Caminha pelos corredores do Congresso com a imponência de quem domina o ambiente. Divide a cena com José Sarney, de cuja eleição para comandar o Senado foi o principal articulador. Foi o homem por trás da cena nas manobras que levaram Fernando Collor ao comando da Comissão de Infraestrutura.   <br>   <br>O que está por trás dessa reação é sua habilidade em comandar as engrenagens do poder no Congresso. Renan sabe que o governo tem dificuldades no Senado. Precisa desesperadamente de qualquer voto que possa arrebanhar. O PMDB ligado a Renan e Sarney soma entre 15 e 18 parlamentares. Ele turbinou essa conta aproximando-se de Gim Argello, que em poucos meses passou de parlamentar pouco conhecido a líder e articulador político do PTB. Juntos, controlam pelo menos um quarto do Senado.   <br>   <br>Com essa força, Renan ajudou a eleger Sarney e assumiu a liderança do PMDB. O partido confia nele porque sabe que ele é hábil ao negociar os pedidos da bancada com o Palácio do Planalto. E o governo negocia com ele porque ele tem os votos. A crise de Renan foi com a opinião pública e a imprensa. O Senado sempre gostou dele. Elegeu-o duas vezes presidente e depois salvou seu mandato.   <br>   <br>Em sua volta por cima, tem ao lado até alguns dos desafetos de 2007. O líder do DEM, José Agripino, um de seus principais acusadores, acompanhou-o na campanha de Sarney e nas negociações das comissões do Senado. Ninguém lhe cobrou coerência. Tarefa difícil, levando em conta que do outro lado, abraçados, estavam PT e PSDB.   <br>   <br>Collor é menos afeito às manobras parlamentares. O Senado, onde exerce o mandato, é o mesmo que o afastou da Presidência da República, em 1992. Como parlamentar, foi um estranho no ninho, passando quase tanto tempo em licença quanto na Casa. Sua sabedoria, nesse caso, foi aliar-se a Renan. A relação entre os dois é uma parábola da falta de coerência na vida política brasileira. Passaram de aliados a adversários e vice-versa tantas vezes que fica difícil manter a conta. Hoje, estão juntos no poder.   <br>   <br>José Sarney é um caso à parte. Ele praticamente escreveu o livro de regras desse jogo. Comanda como ninguém os bastidores do Congresso. Conseguiu eleger-se presidente do Senado negando ser candidato. Exatamente por isso, sabe que o poder parlamentar precisa ser alicerçado numa sólida base política regional. A derrota no Maranhão, em 2006, colocou em risco seu império político. A volta de Roseana ao governo, com as bençãos de justiça eleitoral, recoloca as coisas em seu lugar.   <br>   <br>Se você continua com a impressão de que os personagens desse filme não mudam, pode ficar tranquilo. Você está absolutamente certo.    <br>
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		<title><![CDATA[Guerrilha]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32818</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		Depois da discussão que teve com Fernando Collor durante a eleição para a Comissão de Infraestrutura do Senado, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, decidiu continuar incomodando o adversário. Pediu ontem para ser inscrito como suplente da comissão.  
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		<title><![CDATA[Collor de novo presidente]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32815</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<font style="font-style: italic;" class="sutia">Depois de uma disputa na qual não faltaram ataques, senador de Alagoas vai comandar a Comissão de Infraestrutura da Casa</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font> <br> <br> <br>    <table style="width: 187px; height: 172px;" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Cadu Gomes/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090305/fotos/pri-0503-0201.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td> <br></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">Desde ontem, Fernando Collor de Mello (PTB-AL) pode ser chamado novamente de presidente. É verdade que a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado é bem menos importante que o comando da República. Mas, para Collor, o cargo representa uma volta por cima. O senador, que passou os dois primeiros anos de mandato em ostracismo, assume agora um dos principais cargos do Congresso. Vai dirigir a comissão pela qual passa a discussão dos principais projetos estruturais do Brasil, entre eles o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No mesmo Senado que cassou seu mandato de presidente da República em 29 de dezembro de 1992, sob acusação de liderar um esquema de corrupção no governo.  <br>  <br>Não foi fácil. Collor teve de superar a petista Ideli Salvatti (SC) numa disputa pelo voto secreto, no plenário da comissão. Venceu por 13 votos a 10, ao final de uma sessão tensa, com troca de provocações entre os parlamentares. Sua eleição quebrou duas tradições do Senado. A primeira, de resolver por acordo o comando das comissões permanentes. E a segunda, de obedecer a proporcionalidade do tamanho das bancadas na distribuição dos cargos.  <br>  <br>Pela proporcionalidade, o cargo caberia ao PT, que anunciou há meses a escolha de Ideli. Mas Collor e o PTB bateram o pé e se recusaram a ceder. O Palácio do Planalto e os líderes governistas tentaram um acordo até a última hora. Os líderes do PT e PTB se reuniram ontem para um café da manhã, numa última tentativa de conciliação. Conversaram até o momento marcado para o início da sessão da comissão. Mas Collor se manteve irredutível. Sabia que a contabilidade dos votos apontava sua vitória, mesmo que por margem estreita.  <br>  <br>Única comissão disputada no voto, a de Infraestrutura concentrou as atenções. Faltaram cadeiras em sua acanhada sala de reuniões para acomodar os senadores interessados em participar da discussão. Parlamentares ficaram em pé nos corredores laterais e se revezam nas bancadas para usar o microfone.  <br>  <br>Collor chegou cedo e com pose de vencedor. Os cabelos grisalhos dispensaram a tintura. Vestia um sóbrio terno azul-marinho, com gravata da mesma cor. Nos corredores, foi abraçado por parlamentares, assessores e curiosos. Numa cena impensável algum tempo atrás, posou para fotos ao lado de um grupo de manifestantes vestindo camisetas vermelhas da CUT. Para desgosto de uma das militantes, que ficou de lado, xingando em voz baixa.  <br>  <br>A reunião foi marcada pelo nervosismo. A primeira polêmica surgiu no discurso de Collor. O senador alagoano fazia um elogio a Ideli Salvatti e disse que sua adversária “é uma pessoa que cisca para dentro”. A expressão indignou a bancada do PT, que a interpretou como um xingamento. O líder do partido, Aloizio Mercadante, cobrou que o ex-presidente se retratasse. “Foi um elogio”, justificou-se Collor. “A expressão identifica uma pessoa que agrega.” Mesmo assim, voltou atrás.  <br>  <br>Depois, quem deu a canelada foi o senador Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB. Os tucanos estavam aliados ao PT e Guerra provocou: “Espero que, se eleito, o senador Fernando Collor não tire nova licença”, provocou. Foi uma referência às duas licenças pedidas pelo parlamentar alagoano desde a posse, em 2007. Sob o pretexto de organizar o PTB em seu estado, ele ficou afastado durante quase oito meses, em dois anos de mandato. “Esperamos contar com a sua presença”, disse o tucano, “porque nos últimos anos ele não passou muito por aqui”.  <br>  <br>Collor respondeu com a voz embargada. “Sou uma pessoa experiente e sofrida”, disse. “Quando o senador Sérgio Guerra tirou licença, não perguntei os motivos.” A resposta veio do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). “O senador Sérgio Guerra nunca tirou licença. Apenas apresentou atestados médicos para justificar sua ausência, durante o tratamento de uma doença que quase lhe custou a vida.”  <br>  <br>A briga prosseguiu mesmo depois da votação. Ao sair da sessão, Mercadante criticou o acordo entre PMDB, PTB e DEM, que garantiu a vitória de Collor. “Foi uma aliança espúria que interferiu no direito legítimo e democrático do PT de presidir a comissão”, queixou-se. Ao saber das declarações, Collor reagiu: “Eu repilo. Espúria, ele que vá procurar para saber onde vai achar. Relação espúria não. Foi um acordo inteiramente aberto que todo mundo participou, todo mundo soube. O senador Aloizio Mercadante precisa medir um pouco suas palavras para respeitar seus companheiros aqui do Senado.”  <br>  <br>Não é uma briga nova. Quando ainda era deputado, Mercadante foi um dos principais integrantes da comissão parlamentar de inquérito que investigou corrupção no governo Collor. Foram os trabalhos dessa comissão que levaram ao impeachment do ex-presidente. </font>  
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		<title><![CDATA[Mão de Renan recupera a força]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32814</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<br style="font-style: italic;"><font style="font-style: italic;" class="sutia">Líder do PMDB articula vitória de Collor, vence desafetos no PT e PSDB e volta a ser um dos políticos mais poderosos dentro da Congresso</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font>    <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Cadu Gomes/CB/D.A Press</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090305/fotos/pri-0503-0401.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td> <br></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto"> <br> <br>No momento em que os integrantes da Comissão de Infraestrutura caminhavam até a urna para depositar seus votos, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), mudou estrategicamente de lugar na sala. Posicionou-se, perfilado, atrás da Mesa Diretora. Ao seu lado, o líder do PTB, Gim Argello (DF). Com o gesto, Renan deu forma ao que todos sabiam. Foi ele quem patrocinou a candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB-AL) à presidência da comissão e impôs ao PT sua maior derrota legislativa no ano. Exatos 14 meses depois de ser obrigado a renunciar à Presidência do Senado, Renan volta a ser um dos políticos mais importantes da Casa e aproveitou para cobrar a fatura de alguns antigos desafetos.  <br>  <br>Renan foi decisivo. Inicialmente, Collor planejava disputar a presidência da Comissão de Relações Exteriores. Foi convencido pelo conterrâneo a desistir, porque a contabilidade ali era inclemente. Mostrava que ele perderia para o tucano Eduardo Azeredo (MG). Renan então o orientou a tentar a Comissão de Infraestrutura, onde a relação de forças era mais favorável. Não foi uma escolha aleatória. Há meses o PT tinha declarado seu interesse no cargo. O confronto era certo. Assim como a vitória petebista.  <br>  <br>Escolhido líder da bancada do PMDB, cabia a Renan indicar os integrantes do partido na comissão. Escolheu-os a dedo, entre os integrantes de sua tropa de choque, como o mineiro Wellington Salgado. Faltava assegurar os votos do DEM. Para isso, ele cedeu ao partido a vice-presidência do colegiado. O cargo, que seria do PMDB, foi entregue ao democrata Eliseu Rezende (MG). Embora oficialmente tenha liberado sua bancada, o DEM despejou votos em Collor.  <br>  <br>O apoio a um nome do PTB foi estratégico para Renan. O partido tem sete senadores e, nos últimos tempos, aprendeu a votar unido. Foi decisivo na eleição de José Sarney (PMDB-AP) para a Presidência do Senado. Na prática, os petebistas de Gim Argello formam um bloco com o PMDB de Renan. Juntos, os dois controlam cerca de 25 votos, decisivos no precário equilíbrio do Senado.  <br>  <br>Não por acaso, em seu discurso na Comissão de Infraestrutura, Renan apontou várias vezes a fragilidade da maioria governista no Senado. Uma maioria que depende deles e de seus aliados. Há pouco tempo, numa conversa reservada, José Sarney definiu a situação. “O Renan gosta de ter um porrete nas mãos na hora de conversar com o Palácio do Planalto.” Agora, ele tem.  <br>  <br><b>Troco</b>  <br>Em dezembro de 2007, Renan viveu o pior momento de sua vida parlamentar. Acusado de usar os serviços de um lobista para pagar a pensão de uma filha que teve fora do casamento, ele teve de renunciar à Presidência do Senado. Submetido a julgamento em plenário, por pouco não foi cassado. Na época, anotou cuidadosamente o nome de alguns desafetos. Nos últimos meses, vingou-se deles.  <br>  <br>Primeiro foi Tião Viana (PT-AC). Vice-presidente do Senado durante a crise de Renan, assumiu o cargo quando o peemedebista teve de se afastar e deu celeridade ao processo contra ele. Em fevereiro, Tião foi derrotado por Sarney na disputa pela presidência do Senado. Renan foi o articulador de Sarney.  <br>  <br>Ontem, foi a vez de Aloizio Mercadante. O petista tirou o corpo fora durante a crise, quando Renan esperava ter o seu apoio. Hoje, Mercadante é o líder do PT. A candidatura de Ideli Salvatti (PT-SC) à Comissão de Infraestutura foi seu primeiro teste. E Renan venceu.  <br>  <br>Nos dois episódios, o PSDB aliou-se ao PT e compartilhou a derrota. Os tucanos também entraram na lista de inimigos de Renan, depois de lutar por sua cassação.</font>  
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		<title><![CDATA[Braço forte. A charge de hoje do Kacio no Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32813</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Quem derrotou o PT no Senado foi Renan]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32735</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		Escrevi no post abaixo que o PTB derrotou o PT na disputa pela Comissão de Infra-Estrutura do Senado. Na verdade, a melhor formulação é que Renan Calheiros derrotou o PT. O ex-presidente do Senado e hoje líder do PMDB foi o grande artífice da vitória de Fernando Collor. <br> <br>Collor queria comandar a Comissão de Relações Exteriores. Desistiu aconselhado por Renan, que fez a contabilidade dos votos e percebeu que a derrota seria inevitável. Optou pela de Infra-Estrutura, reivindicada antes pelo PT. Lá, o PMDB lhe assegurava os votos necessários. <br> <br>Renan colocou na comissão apenas os senadores mais ligados a ele, em quem podia confiar numa votação secreta. Além disso, cedeu ao DEM a vice-presidência da Comissão, que a princípio caberia ao PMDB. Com isso, amarrou os votos do Democratas e garantiu a vitória de Collor. <br> <br>Ao entregar o cargo ao PTB, Renan fortalece o partido e, em especial, o líder da bancada, Gim Argello. Na prática, PTB e PMDB formam um bloco no Senado. Um bloco que concentra ao menos 25 votos e é, na prática, o fiel da balança na Casa. Como o governo não tem maioria confiável no Senado, terá de negociar com ambos. <br> <br>Além disso, Renan deu o troco ao PT, que lavou as mãos no escândalo Mônica Velloso, que lhe custou a Presidência do Senado e quase lhe tirou o mandato. Ele nunca perdoou o petista Aloizio Mercadante. Agora o desafeto é líder da bancada e começou com uma pesada derrota, imposta por Renan. <br> <br> <br><img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/6f309565051a02464b48fcb7c3a6394f.jpg"> <br><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Collor discursa, próximo a Ideli Salvatti e Aloizio Mercadante.</span> <br><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/10105/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot-16.jpg" alt=""> <br>  
		]]>
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		<title><![CDATA[PTB ganha a Comissão de Infra-Estrutura.  PT sai derrotado.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32728</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Acabou a eleição na Comissão de Infra-Estrutura.&nbsp;Fernando Collor (PTB) venceu, com 13 votos, contra 10de Ideli Salvatti (PT).</P> <P>A valer as indicações dos partidos, o placar seria de 12 a 11 para Collor. Apesar do voto secreto, a única defecção é identificável. Marconi Perillo, do PSDB, partido que apoiava Ideli, faltou. Com isso, foi substituído por Antonio Carlos Júnior, do DEM, que forma com os tucanos o "Bloco da Minoria". O DEM votou com Collor.</P> <P>Para o governo, é um problemão. A base governista no Senado é frágil. Uma disputa entre dois partidos ajuda a tensionar o quadro. A reunião da comissão mostrou divisões claras, e não apenas entre PT e PTB. Os maiores estranhamentos foram entre os petistas e o PMDB, os dois principais partidos de sustentação do governo.</P> <P>"Haverá sequelas", definiu o líder do PT, Aloizio Mercadante, ainda durante a reunião.</P>
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		<title><![CDATA[Renan assume a defesa de Collor]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32723</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Renan Calheiros voltou ao centro da cena. Fortalecido por sua indicação para a liderança do PMDB e pela vitória de José Sarney na disputa pela Presidência do Senado, assumiu o comando da campanha para Fernando Collor na Comissão de Infra-Estrutura. "Estamos cumprindo nosso acordo com o PTB, que apoiou José Sarney", justificou.</P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Mais um momento de tensão]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32722</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Outro momento tenso na&nbsp;Comissão de Infra-Estrutura. O senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, provocou Fernando Collor, lembrando que ele tirou duas longas licenças nos primeiros dois anos de mandato. "Espero que, se for eleito, o senador Collor não tire outra licença. Ele deve ao Senado mais presença. Nos últimos dois anos, não andou muito por aqui".</P> <P>&nbsp;</P> <P>Collor respondeu com voz embargada. "É pena que não exista um sinal ortográfico para marcar ironias", disse. "Sou um homem muito sofrido", disse. Lembrou que Sérgio Guerra também se licenciou. "Não perguntei o motivo".</P> <P>&nbsp;</P> <P>O líder do PSDB, Arthur Virgílio, respondeu. Disse que Guerra não pediu licença e sim apresentou atestados médicos, para justificar as ausências. "Ele correu risco de vida". lembrou.</P>
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		<title><![CDATA["Ciscada" provoca constrangimento em comissão]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32720</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Dois momentos tensos na Comissão de Infra-Estrutura:</P> <P>&nbsp;</P> <P>1) Supostamente para elogiar sua adversária na disputa, Fernando Collor (PTB) disse que sua adversária, Ideli Salvatti (PT), "cisca para dentro". A frase revoltou a bancada do PT, que entendeu como um insulto. O líder, Aloizio Mercadante, cobrou que Collor a retirasse. "A expressão é elogiosa e mostra alguém que agrega", justificou-se o senador alagoano. Mas, retirou a expressão.</P> <P>&nbsp;</P> <P>2) Wellington Salgado (PMDB), integrante da tropa de choque de Renan Calheiros, defendeu a candidatura de Collor e cobrou a incoerência do acordo entre PT e PSDB no Senado. Foi interrompido por Mercadante, que o tratou como "você". O tratamento irritou o senador. "Você não! Vossa Excelência". A mesa teve de interromper.</P>
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		<title><![CDATA[Comissão de Infra-estrutura será disputada no voto]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32709</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>Falhou a última tentativa de acordo para a escolha do novo presidente da Comissão de Infra-estrutura. Líderes do PT e do PTB não se acertaram no café da manhã que tiveram hoje. Com isso, haverá mesmo dois candidatos: Ideli Salvatti (PT-SC) e Fernando Collor (PTB-AL). "Vamos para o pau", diz o líder petebista Gim Argello (DF). </P> <P>O Palácio do Planalto tentou até a última hora evitar a divisão na base governista, mas perdeu.</P>
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		<title><![CDATA[Veja o desabafo do senador Arthur Virgílio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32695</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>O senador Arthur Virgílio não é de medir palavras. Nessa entrevista ao blog, ela deixa claro que está de saco cheio com a paralisia do Senado.</P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P> <P><embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps4.swf' width='435' height='346' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' flashvars='video_id=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18598/367a733ce7517584eaf00b800866fd4e.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18598/367a733ce7517584eaf00b800866fd4e_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'/></P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Sarney marca para amanhã as eleições nas comissões. Ainda não há acordo]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32677</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<P>O presidente do Senado, José Sarney, marcou para amanhã, às 10h, as reuniões de todas as comissões da casa. Fez isso, depois de ser muito pressionado pelos líderes de bancada, em plena sessão. Eles o responsabilizaram pela paralisia na casa, que não vota nada porque as comissões não foram instaladas, mais de um mês depois do fim do recesso. Ainda não há acordo sobre a Comissão de Infra-Estrutura, disputada por PT e PTB. Uma reunião de líderes foi chamada para hoje, às 18h. Por precaução e falta de fé num acordo hoje, petistas e petebistas já marcaram um café da manhã para essa quarta-feira.</P> <P>&nbsp;</P> <P>"Vou trabalhar por um consenso", diz o líder do PTB, Gim Argello. Mas também diz que não há chances do petebista Fernando Collor desistir do cargo.</P>
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		<title><![CDATA[Com a saída de Agaciel, Sarney tenta matar a crise no Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32661</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Diz o ditado que "o diabo mais sabe por ser velho que por ser diabo". Na política brasileira, ninguém é tão experiente quanto José Sarney. Ele sabe quando enfrentar uma crise e quando esvaziá-la. O pedido de demissão do diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, é mais uma demonstração disso. Até ontem, Sarney estava disposto a bancar Agaciel. O presidente do Senado esperava que seu assessor fosse inocentado pela investigação que ele mesmo pedira ao Tribunal de Contas da União. Hoje, Sarney viu que o caso continuaria na pauta da mídia (como mostra reportagem do <span style="font-weight: bold;">Correio </span>que reproduzi num post mais abaixo. <br> <br>Se Agaciel continuasse, permaneceriam com ele as denúncias e a crise. Sarney, então, sacrificou o assessor. Despediu-se dele com muitos elogios, mas fechou a porta da crise. <br> <br>Agaciel chegou ao comando do Senado em uma gestão anterior de Sarney. Os ataques contra o assessor bateriam no chefe. Afastando-o, o presidente do Senado tenta criar um muro de contenção. <br>  
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		<title><![CDATA[As relações perigosas entre o governo e os movimentos sociais. Coluna Nas Entrelinhas de hoje.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32650</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="titulo">Relações perigosas</font> <br>    <br><font class="sutia">A princípio, é natural que os movimentos apoiem o governo que ajudaram a construir. Mas, quando entra dinheiro na equação, as coisas se complicam</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font>  <br> <br><!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090303/fotos/a4-1.jpg" align="right">Há algum tempo, acompanhei uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um encontro da União da Juventude Socialista, movimento ligado ao PCdoB. Fiquei meio chocado ao ver o ministro da Educação ser aplaudido em pé pelos militantes, cena impensável nos meus tempos de estudante. Também soaram esquisitas as palavras de ordem em favor de programas do governo, como o ProUni. Lembrei-me disso ao ler a matéria do repórter Leandro Colon, do Correio, registrando o aumento no repasse de verbas federais para a União Nacional dos Estudantes (UNE). Foram R$ 10 milhões nos últimos cinco anos e o ritmo dos repasses vem aumentando a cada ano. A UNE é dirigida pelo PCdoB e conta com forte presença do PT.  <br>  <br>Honestamente, tenho resistências à ideia de que os movimentos sociais estariam sendo comprados pelo governo por intermédio de distribuição de verbas. Acho que é meio simplista e ignora relações históricas e bandeiras importantes. A UNE não defende o ProUni só porque recebeu verbas do governo Lula. Defende porque esse tipo de programa faz parte de sua pauta de reivindicações. O movimento estudantil, assim como outras organizações sociais, ajudou a eleger Lula em 2002 e 2006. Isso vale para a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem-Terra (MST) e dezenas de outras entidades. A princípio, é natural que os movimentos apoiem o governo que ajudaram a construir. Mas, quando entra dinheiro na equação, as coisas se complicam.  <br>  <br>É inegável que os movimentos sociais estão mais mansos no governo Lula. Dá para imaginar o que a CUT estaria fazendo contra a onda de demissões geradas pela crise econômica internacional se no poder estivesse o PSDB. O MST, apesar de invasões periódicas de sedes regionais do Incra e de episódios de violência, como a morte de quatro homens numa fazenda em Pernambuco há poucos dias, é uma dor de cabeça bem mais leve para Lula do que foi para os presidentes anteriores. As duas entidades tiveram o aporte de verbas federais turbinado desde a posse de Lula.  <br>  <br>Até que ponto essa postura é resultado de identificação política com o governo ou da relação com o caixa federal? É uma resposta que se torna cada vez mais difícil. Ao subvencionar os movimentos sociais que o apoiam, o governo tem uma dupla vantagem. De um lado, aumenta sua força política e a interlocução com a sociedade. De outro, faz com que essas forças se tornem dependentes dele. A relação é ótima para Lula, mas perigosa para os movimentos sociais.  <br>  <br><b>Corrupção</b>  <br>O Palácio do Planalto acompanha com preocupação os movimentos do senador pernambucano Jarbas Vasconcelos. Ele promete para hoje novo discurso com acusações de corrupção contra seu partido, o PMDB e o governo Lula. A ansiedade não é propriamente com o conteúdo das acusações, mas com sua repercussão. O governo considera os ataques do senador genéricos demais, mas percebeu que o caso tem condições de ganhar corpo na mídia. Especialmente com a intenção anunciada por ele de, junto com outros políticos, criar uma “Frente anticorrupção”. Tudo que o governo não quer é se ver envolvido numa guerra com Jarbas Vasconcelos, especialmente se ele estiver do lado popular. É uma daquelas brigas em que não dá para ganhar.  <br>  <br>Não por acaso, ontem o Planalto fazia a propaganda do discurso que o deputado Silvio Costa (PMN-PE) ameaça fazer hoje com ataques contra Jarbas. Tudo que o governo é mudar o ângulo da encrenca. Em vez de brigar para cima, mirando Lula, o senador teria de ser ver com um adversário regional, abrigado na Câmara dos Deputados.  <br>  <br>Em 2005, Lula se viu obrigado a enfrentar a pauta da corrupção por meses. Foi o pior período do seu governo. Se a oposição conseguir recolocar o assunto na ordem do dia, terá conseguido uma vitória política importante. Jarbas se presta bem ao papel. Se dá bem com a mídia e consolidou uma imagem de independência. O desafio do governo é desconstruí-lo, mas sem entrar abertamente na arena. Uma tarefa complicada.</font>  
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		<title><![CDATA[E continua a briga no Senado...]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32649</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Continua o rolo em torno da Comissão de Relações Exteriores do Senado. O ministro José Múcio está chegando ao gabinete do líder do PTB, Gim Argello. Mucio, que é petebista, tenta retirar da disputa o candidato do partido, Fernando Collor. Enquanto isso, os petistas do Planalto tentam afastar a candidata do PT, Ideli Salvatti. O motivo de tanto despreendimento? Ninguém quer ter de administrar a confusão que será gerada se PT e PTB disputarem no plenário da Comissão.  
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		<title><![CDATA[Reportagem do Correio revela mais um rolo do diretor do senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32648</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="titulo">Protegidos de Agaciel Maia</font> <br>     <br><font class="sutia">Só pode ser policial legislativo quem fizer concurso específico para a área,  mas diretor-geral nomeou servidores que não têm nada a ver com a função,  segundo denúncia encaminhada à Advocacia-Geral da Casa</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">Marcelo Rocha</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font>    <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Dida Sampaio/AE</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090303/fotos/pri-0303-0201x.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda">José Sarney (PMDB-AP) pediu ontem ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma investigação sobre o caso da mansão de Agaciel <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">A rede de intrigas que tomou conta do Senado bateu às portas da Polícia Legislativa. Feudo do diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, a área foi denunciada à Advocacia-Geral do Senado por supostamente manter em seus quadros servidores de outros departamentos, transferidos sem a realização de concurso público e qualificação necessária para atuar como policiais legislativos.  <br>  <br>A Polícia Legislativa é responsável pela segurança do presidente, demais parlamentares, funcionários e dependências do Senado. Tem o poder de abrir inquéritos e conduzir investigações criminais. Dentre as atribuições legais, pode realizar revistas, buscas e apreensão, além de atividades de inteligência. Fechou 2008 com 318 funcionários, cerca de 77% dos postos previstos no plano de carreira.  <br>  <br>Uma das supostas nomeações irregulares foi formalmente denunciada em novembro do ano passado. É o que descreve ofício enviado à direção da Polícia Legislativa e à Advocacia-Geral. De acordo com o documento, o auxiliar legislativo Dácio Rogério Rodrigues de Freitas, funcionário da gráfica, estaria desempenhando atribuições exclusivas de policial legislativo sem ter os requisitos para tal.  <br>  <br>O <b>Correio</b> localizou no boletim administrativo de pessoal do Senado o ato, de 2005, que nomeou Dácio Freitas para trabalhar na Polícia Legislativa. O papel leva a assinatura de Agaciel Maia. Questionado ontem, o diretor-geral alegou que o servidor atua apenas em atividades administrativas.  <br>  <br>Foi também essa a explicação dada por Pedro Ricardo de Araújo Carvalho, diretor da Polícia Legislativa. “Eles nos auxiliam, mas não fazem trabalho de polícia, não têm armamento”, garante Carvalho. Não é o que sustenta a denúncia enviada à Advocacia-Geral. O documento alega que o funcionário estaria portando “identificação policial, armamento, distintivo e botom”.  <br>  <br>De acordo com a Resolução nº 59, de 2002, que dispõe sobre a Polícia Legislativa, a atividade deve ser exercida exclusivamente por “analistas legislativos da área de Polícia e Segurança e por técnicos legislativos da área de Polícia Legislativa”. Dácio não se enquadraria. O advogado-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Mello, confirmou que trabalha num parecer sobre o caso.  <br>  <br>Não é a primeira polêmica envolvendo a Polícia Legislativa. Em 2006, no rastro da Operação Mão-de-Obra, que desvendou esquema de fraudes em licitações do Senado, um funcionário do setor denunciou ter presenciado movimentação suspeita no andar onde trabalha Agaciel nos dias que antecederam a ação da Polícia Federal. Agentes vasculharam a sala do diretor, um dos investigados. Segundo o policial, documentos teriam sido retirados do gabinete. Agaciel nega envolvimento.  <br>  <br>Surge, agora, mais um caso em que Agaciel terá de se defender: as suspeitas em torno de sua evolução patrimonial. Ele teria escondido da Receita Federal ser o dono da casa onde mora no Lago Sul, avaliada entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu ontem ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma investigação sobre o caso (leia mais na página 3). O senador Arthur Virgílio (PSDB-PR) classificou como “escapismo” o envio do assunto ao tribunal.</font>  
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Atravessando o samba. A charge de hoje do Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32647</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<img src="http://www.dzai.com.br/static/user//18/18598/e508d04724796da5696d60790fec4a1a.jpg">  
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		</item>
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		<title><![CDATA[Prossegue a polêmica das comissões do Senado]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32608</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Segue a briga no Senado. O problema continua a ser o comando da Comissão de Infra-Estrutura. Pela proporcionalidade das bancadas, o cargo caberia ao PT, que indicou Ideli Salvatti (SC). Mas o PTB também quer o posto, para o senador Fernando Collor (AL). A disputa está marcada para amanhã e o voto é secreto. Os dois lados se dizem confiantes na vitória. <br> <br>O ministro José Múcio ainda tenta costurar um acordo. Ele é do PTB e não conta com a simpatia do PT. Sabe que a situação pode piorar se o seu partido impuser mais uma derrota aos petista. A bancada do PTB, para quem não lembra, apoiou José Sarney quando esse bateu Tião Viana (PT) na disputa pela Presidência do Senado. <br> <br>Como Collor não dá sinais de que vá desistir, a pressão voltou-se para convencer Ideli a mudar de planos. <br>  
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Governo preocupado com nova ofensiva de Jarbas]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32606</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		O Palácio do Planalto acompanha com preocupação a nova ofensiva do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Ele ameaça fazer um discurso pesado no plenário do Senado, repetindo as acusações de corrupção contra o governo Lula e o seu próprio partido. Além disso, lançará, junto com outros políticos, uma "frente contra a corrupção".  <br> <br>Não são as acusações de Jarbas que assustam o Planalto e sim a possível repercussão delas. O governo avalia que os ataques do senador tem pouca substância, mas que ele desperta uma enorme simpatia na mídia.  <br> <br>Ontem, o coordenador político do governo, José Múcio Monteiro, discutiu o assunto com parlamentares da confiança do Planalto. Cobrou dos senadores governistas uma firme resposta a Jarbas em plenário.  <br> <br>O governo também aposta no discurso que o deputado pernambucano Silvio Costa (PMN) ameaça fazer, com ataques a Jarbas.  <br> <br>A última coisa que o Planalto quer é que Jarbas se agigante e torne-se o centro de uma disputa com o governo, <br>  
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[A CPI que ninguém quer]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32585</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Os deputados do PMDB dizem que vão insistir na criação de uma CPI para investigar a influência política nos fundos de pensão. Essa CPI é uma daquelas que ninguém quer. Não interessa ao governo, por motivos óbvios. Os cargos de direção nos grandes fundos foram loteados politicamente, e o PT ficou com a parte do leão. Mas também não é boa para o PMDB, que controla uma boa fatia.  <br> <br>É assim: o PMDB queria o controle da Real Grandeza, o fundo de aposentadoria dos servidores de Furnas. O argumento é que a estatal é do setor de energia, ligado ao Ministério de Minas e Energia, administrado pelo partido. O PT recusou e apelou, com muita cara de pau, para o discurso contra as indicações políticas. <br> <br>O PMDB ameaçou então pedir a CPI. Com isso, espera alcançar um de dois objetivos: Se possível, assustar o PT e ganhar a direção do fundo. Se não der, partir para a retaliação. <br> <br>Quem está por trás da iniciativa é o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se consolidou nos últimos dois anos como um dos mais duros operadores da Câmara. Ele infernizou a vida do governo comandando a Comissão de Constituição e Justiça. Dá para imaginar o que faria numa CPI. <br> <br>A CPI não é boa nem para a oposição. O PSDB também usou e abusou politicamente dos fundos, no governo Fernando Henrique.  <br> <br>Ninguém quer a CPI. Mas, da forma atrapalhada como se faz política no Brasil, é capaz dela acabar saindo. <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Aos amigos, tudo. O caixa do governo irriga o caixa da UNE]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32581</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		<font class="chapeu">DINHEIRO PÚBLICO</font> <br>      <font class="titulo">R$ 10 milhões para amansar a UNE</font> <br>     <br><font class="sutia">Os anos rebeldes da maior entidade estudantil são coisas do passado. Verbas do governo federal não  faltam, só na produção de um livro sobre a militância secundarista foram repassados R$ 436 mil</font> <br>   <hr class="hr2">    <font class="assinatura">LEANDRO COLON</font> <br>    <font class="complassinatura">DA EQUIPE DO CORREIO</font> <p>   <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito">Monique Renne/Especial para o CB/D.A Press - 7/7/07</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090302/fotos/PRI-0203-0210.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda">A UNE foi criada em 1937. Se destacou no enfrentamento do regime militar e na campanha pelo impeachment de Collor <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <!-- <table width="120" align=""> -->  <tr><td><font class="credito">Monique Renne/Especial para o CB/D.A Press - 8/7/07</font></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090302/fotos/PRI-0203-0250.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td><font class="legenda">Nenhum recurso será capaz de comprar a autonomia e a independência da entidade  <br>Lúcia Stumpf, presidente da UNE <br></font></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td><font class="legenda">&nbsp;</font></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">A União Nacional dos Estudantes (UNE) ganhou na loteria no governo Lula. O repasse do Poder Executivo à entidade aumentou em 20 vezes nos últimos cinco anos. A soma dos recursos públicos transferidos chega aos R$ 10 milhões no período. Em contrapartida, as sexagenárias manifestações independentes e de críticas ao governo federal desapareceram. No lugar, sobra bajulação. Fotos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com dirigentes da entidade são exibidas com pompa no site da UNE.  <br>  <br>O crescimento da verba recebida do governo foi meteórico. Os recursos saltaram de R$ 199 mil em 2004 para R$ 4,5 milhões no ano passado. Mas não parou por aí. O montante tende só a crescer em 2009: R$ 2,5 milhões já foram depositados na conta da UNE neste ano, segundo levantamento obtido pelo Correio no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). Nada mal para quem recebeu cerca de R$ 1 milhão em oito anos do governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).  <br>  <br>Transferidos para a UNE em 12 de janeiro passado, R$ 786 mil foram destinados à realização de shows e debates em São Paulo e Rio de Janeiro. Mas nenhuma apresentação foi feita até agora, admite a presidente da UNE, Lúcia Stumpf (PCdoB). Em 5 de junho de 2008, o governo liberou o pagamento de R$ 435 mil para o projeto Sempre Jovem e Sexagenária. Segundo Lúcia, o recurso de quase meio milhão de reais será usado para fazer um livro sobre a história da militância estudantil secundarista. A UNE tem até junho para concluir esse projeto. A reportagem pediu à presidente da entidade algum elemento referente ao que já foi feito até hoje. Não houve retorno até o fechamento desta edição. Ela apenas garantiu que o projeto vem sendo executado. “Tem pesquisadores e historiadores fazendo a busca de material e redigindo. Será um livro histórico”, afirma.  <br>  <br><b>Braço político</b>  <br>A presidência da UNE está nas mãos do PCdoB há mais de 15 anos. O partido tem como representante no governo o ministro dos Esportes, Orlando Silva, que presidiu a entidade estudantil entre 1995 e 1997. Em janeiro passado, o ministério comandado por ele liberou R$ 250 mil para patrocinar a bienal de cultura da UNE, realizada naquele mês em Salvador.  <br>  <br>Cerca de R$ 6,2 milhões do dinheiro público repassado pelo governo Lula saíram dos cofres do Ministério da Cultura. Pelo menos seis convênios com a entidade foram alvos de tomadas de conta especial, um processo administrativo interno aberto sempre que aparece indício de irregularidade que possa dar prejuízo ao órgão público. Um deles refere-se à participação da UNE em paradas de orgulho gay em 2006. Cerca de R$ 37,5 mil foram repassados à entidade e até agora a prestação de contas não foi aprovada.  <br>  <br>O outro processo é mais antigo ainda. Trata da verba de R$ 173 mil para gravação de CDs e compra de equipamentos da Bienal de Cultura e Arte de 2003. Em novembro do ano passado, o ministério abriu uma tomada de conta especial. A tramitação do convênio revela que a pasta chegou a contestar a gravação de 2 mil CDs, e não 4 mil, como previa o projeto inicial apresentado pela UNE. O ministério abriu outro procedimento parecido em 1º de dezembro do ano passado para averiguar pendências na condução do convênio Cinema Une em Movimento. A entidade recebeu R$ 436 mil há dois anos para realizar em 2007 um circuito de filmes nacionais em universidades. A prestação de contas foi entregue somente no último em 12 de dezembro.  <br>  <br>A entidade estudantil também se aventurou pelo orçamento da saúde. No segundo semestre do ano passado, a UNE recebeu R$ 2,8 milhões do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer uma caravana pelo país. O objetivo foi abrir um debate e realizar ações ligadas à saúde. “Percorremos os 27 estados discutindo cultura, saúde e educação, visitando 41 universidades públicas e privadas no Brasil”, justifica a presidente da entidade.  <br>  <br></font>   <!-- <hr> -->    <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  <!-- <hr> -->  <!--  -->  </p>   <hr>    <table width="100%"><tbody><tr><td>  <!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->   <font class="titulo">MUITO DINHEIRO</font> <br>   <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <br> <font class="texto"><b>R$ 10 milhões </b>é o valor repassado pelo governo à UNE em cinco anos  <br>  <br><b>R$ 7 milhões </b>foram depositados nos últimos 14 meses  <br>  <br><b>R$ 436 mil</b> serão usados para um livro sobre a militância secundarista  <br>  <br><b>R$ 786 mil</b> foram destinados para shows e debates até o fim do ano  <br>  <br><b>6 </b> convênios foram alvos de investigação interna do Ministério da Cultura </font> <br>     <!-- <hr class="hr2"> -->    <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!-- <font class=assinatura></font> -->  </td></tr></tbody></table>   <hr>  <table width="100%"><tbody><tr><td>   <font class="chapeu">Memória</font> <br>    <font class="titulo">Lutas históricas no currículo</font> <br>   <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <br> <font class="texto">A UNE foi criada em 1937. Em seu site, destaca ter contestado a ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas, e participado da campanha O petróleo é nosso, no fim dos anos de 1940. A entidade estudantil passou a influenciar com mais intensidade a partir do golpe militar de 1964. A UNE chegou a ser declarada ilegal e passou a atuar na clandestinidade. Naquele ano, seu presidente era o hoje governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Em 1968, o governo militar desmontou o famoso congresso da UNE em Ibiúna, São Paulo, que reuniu mil estudantes. Toda a liderança do movimento foi presa. Entre os detidos, estava o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu (PT-SP), então presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE).  <br>  <br>Outra liderança que virou político de destaque foi Aldo Rebelo (PCdoB-SP). O deputado comunista presidiu a UNE entre 1980 e 1981. A entidade voltou a se destacar em 1992 nas passeatas pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. O então presidente, Lindberg Farias (PT), hoje é prefeito de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Além dos recursos federais, a UNE, uma entidade teoricamente sem fins lucrativos, se sustenta com a venda de carteirinhas que dão desconto aos estudantes em eventos culturais e artísticos. O órgão estudantil declara que arrecada R$ 3 milhões por ano com a venda do benefício. </font> <br>     <!-- <hr class="hr2"> -->    <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!-- <font class=assinatura></font> -->  </td></tr></tbody></table>   <hr>  <table width="100%"><tbody><tr><td>  <!-- <font class="chapeu"></font> <br> -->   <font class="titulo">“Autonomia mantida”</font> <br>   <!-- <br><font class="sutia"></font> <br> -->  <!-- <br> <font class="assinatura"></font> <br> -->  <!-- <font class="complassinatura"></font> <br> -->  <!--  -->   <br> <font class="texto">A presidente da UNE, Lúcia Stumpf, garante que os milhões recebidos do governo Lula não ferem o histórico caráter contestador da entidade. “Nenhum recurso será capaz de comprar a autonomia e a independência da UNE”, diz. “A relação que a UNE tem com o governo é a mesma que teve com outros governos em seus 70 anos. É uma relação de absoluta autonomia”, ressalta.  <br>  <br>Filiada ao PCdoB, Lúcia Stumpf foi eleita em 2007, aos 25 anos, para presidir a entidade. Estudante de jornalismo, ela sucedeu Gustavo Petta, do mesmo partido e que recentemente assumiu a Secretaria de Esportes de Campinas (SP). Para a militante estudantil, as possíveis irregularidades apuradas pelo Ministério da Cultura não são graves. “É comum ter problema pela grande burocracia existente. Por conta disso, há dificuldade de apresentação dos documentos”, explica.  <br>  <br>Procurado pelo Correio, o Ministério da Cultura informou que a UNE não tem sido privilegiada pela pasta. “Os critérios adotados são os mesmos para qualquer projeto de apresentação ao Fundo Nacional de Cultura (FNC)”, disse a assessoria.  <br>  <br>Para o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), a relação financeira entre a instituição estudantil e o governo federal prejudica a independência da militância. “A entidade tem que ser, por natureza, independente. Mas o governo acabou silenciando a UNE”, diz. “E mais, não há preparo para administrar esse recurso. Não é papel do movimento estudantil criar estrutura.” (LC) </font> <br>     <!-- <hr class="hr2"> -->    <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!--  -->  <!-- <hr class="hr2"> -->  <!-- <font class=assinatura></font> -->  </td></tr></tbody></table>  <!-- <hr> -->       
		]]>
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		<title><![CDATA[O carnaval acabou mesmo... A charge de hoje no Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32580</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Pausa para um carnaval um pouco mais longo]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32199</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		Caros,  <br>  <br>o blogueiro inicia hoje uma semana de folga, esticando o carnaval. Para recarregar baterias e preparar a cabeça para a volta do Congresso aos trabalhos diários (pelo menos é o que eles prometem). Retorno à vida normal no dia 2, segunda-feira.  <br>  <br>Bom carnaval a todos.  <br>  
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		<title><![CDATA[A coluna Nas Entrelinhas de hoje.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32140</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<STRONG><FONT size=4>Muitos palanques, muitos problemas <BR> <BR></FONT></STRONG><FONT size=2><EM><FONT class=sutia>A montagem das alianças para as eleições de 2010 será bem mais complicada do que parece. Envolve negociações em todos os estados e PT e PSDB terão de ceder espaços regionais aos aliados</FONT> <BR> <BR></EM><FONT class=assinatura>Por Gustavo Krieger</FONT> <BR><FONT class=complassinatura><A href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br"><FONT color=#000066>gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</FONT></FONT></FONT></A>  <P><!--  --><FONT class=texto><IMG src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090219/fotos/a4-1.jpg" align=right border=0>A montagem das alianças para as eleições presidenciais de 2010 será bem mais complicada do que parece à primeira vista. Ela envolve negociações em todos os estados e, para o PT e PSDB, protagonistas desse jogo, implicará em ceder espaços regionais para os aliados. E aí se dá um choque de prioridades. A direção nacional dos partidos topa tudo em nome da chapa presidencial, mas esbarra na obstinação das seções locais, para quem o mais importante é a briga pelos governos de estado.  <BR> <BR>O DEM é um bom exemplo. O partido sabe que não tem alternativa na eleição presidencial a não ser marchar ao lado do PSDB. No máximo, pode sonhar com a candidatura a vice-presidente, embora esteja disposto a ceder até nisso em nome da aliança. Mas esse apoio não será sem custos. Os democratas sabem que sua legenda vem minguando nos últimos tempos. O número de prefeituras sob seu comando caiu pela metade desde que Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência da República. Para o partido, voltar ao poder é essencial. Questão de sobrevivência.  <BR> <BR>Mas o poder federal é pouco. A grande força do DEM sempre esteve na forma como a legenda comandava a máquina dos governos estaduais, ainda nos tempos em que se chamava PFL. Hoje, tem apenas um governador, o do Distrito Federal. Para os democratas, reconquistar o poder em alguns estados é ainda mais importante do que remover o PT do Palácio do Planalto. E aí vem a conta.  <BR> <BR>O DEM colocou na mesa uma exigência. Quer montar os palanques estaduais antes do nacional. Antecipar-se até à definição do candidato tucano à sucessão de Lula. Com isso, espera obrigar os tucanos a apoiar nomes do partido. Não será fácil. Na Bahia, por exemplo, PSDB e DEM têm projetos políticos concorrentes. A relação entre os dirigentes locais das duas legendas é beligerante. Para complicar, nenhum dos dois lados aparece como favorito destacado. O comando nacional do PSDB terá de ser muito hábil se quiser conduzir os tucanos baianos ao ninho do DEM.  <BR> <BR>A tarefa do PT não é mais simples. Especialmente porque a legenda nunca foi reconhecida pela generosidade em ceder espaços aos aliados. Lula quer que sua candidata, Dilma Rousseff, chegue à campanha amparada por um poderoso palanque, no qual a presença mais vistosa seria a do PMDB. Para conseguir isso, não basta a promessa de ministérios futuros. Até porque dificilmente Dilma entrará na disputa com forte favoritismo. Será necessário fazer ofertas mais concretas. Aí entram os estados.  <BR> <BR>O grande problema é que o PMDB é uma das principais forças políticas em praticamente todos os estados. Em boa parte deles, tendo como principal adversário o PT. Como convencer os petistas do Rio Grande do Sul a engavetar sua estrelada lista de candidatos, com nomes como Tarso Genro, Olívio Dutra ou Miguel Rossetto? E, ainda por cima, para apoiar o PMDB, um velho inimigo. Ou fazer com que Ideli Salvatti e o PT catarinense esqueçam a oposição que fizeram ao governador Luiz Henrique e o ajudem a eleger seu sucessor?  <BR> <BR>Caciques do PMDB avaliam que as questões regionais inviabilizarão qualquer acordo nacional para a legenda. Se, em alguns estados o PSDB é aliado, em outros é inimigo. O mesmo acontece com o PT. Os peemedebistas não têm dúvidas na hora de escolher suas prioridades. Ficam sempre com o Estado. O ministro do Desenvolvimento Regional, Geddel Vieira Lima, tem uma frase definitiva: “O meu mundo é a Bahia”, ele não se cansa de repetir. É ministro do governo Lula e cotado para ser vice na chapa de Dilma Rousseff. Mas pode estar no palanque de José Serra, desde que o PSDB apoie sua candidatura ao governo da Bahia. Nesse caso, seu adversário seria o governador Jaques Wagner, do PT, de quem é aliado hoje. Mas ele também pode compor com Wagner, candidatar-se ao Senado e apoiar Dilma. Tudo a depender da realidade local.  <BR> <BR>A equação soma outras variáveis, em especial no caso de Dilma. Como o Bloco de Esquerda, formado por PSB e PCdoB. Os dois partidos têm como credencial a candidatura de Ciro Gomes, que aparece bem posicionado nas pesquisas de opinião. O apoio dele impulsionaria o nome de Dilma. Mas, para que isso aconteça, o PT terá de ceder aos aliados. Em Pernambuco, por exemplo, seria necessário fechar com o governador Eduardo Campos, presidente nacional do PSB. Os petistas pernambucanos têm uma longa tradição de lançar candidatos ao governo estadual e não parecem dispostos a mudá-la.  <BR> <BR>Não é por acaso que as negociação para 2010 começaram tão cedo. Se a gente pensar bem, é capaz de faltar tempo.</FONT> <!--  <hr>  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --><!-- <hr> --><!--  --></P><!-- <hr class="hr2"> --> <BR>
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		<title><![CDATA[A charge do Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32139</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Lula reza por Obama. Mas está pessimista e defende a nacionalização de bancos nos Estados Unidos.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32087</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<p>"Estou rezando todos os dias pelo Obama. Não tem ninguém por quem eu reze mais". A declaração foi feita pelo presidente Lula aos integrantes do Conselho Político, que reúne líderes dos partidos governistas. Para o presidente brasileiro, a crise internacional só será superada se os Estados Unidos resolverem seus problemas. Mas ele não está otimista. Disse ver poucas chances de sucesso no plano anunciado por Baracak Obama. Para Lula, o caminho seria nacionalizar os bancos americanos.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Quem sabe ele não dá a sugestão no encontro que os dois terão em março?</p>
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		<title><![CDATA[A caravana de Dilma e Lula vai engrossar.]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32086</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		Lula disse aos integrantes do Conselho Político do governo que começará a convidar todos os deputados e senadores das regiões onde for inaugurar obras. Independente dos partidos. É uma estratégia para ampliar os palanques a favor de sua candidata, Dilma Rousseff, em que se transformaram as cerimônias de inauguração de obras. E de amarrar mais parlamentares ao seu projeto. Só os oposicionistas mais aguerridos resistirão a um convite para cortar fitas de obras.
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		<title><![CDATA[Lula ao Conselho Político: "Vou tomar cuidado com as MPs"]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32085</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		O governo está preocupado com a possibilidade dos novos presidentes da Câmara e Senado cumprirem as promessas de campanha e aprovarem limitações para edição de Medidas Provisórias. Por isso, na reunião do COnselho Político de hoje, ele prometeu aos líderes governistas que vai pegar mais leve com as medidas provisórias. Disse que só lançará mão do recurso em caso de crise. Mas cobrou agilidade do Congresso. "Os deputados têm que se entender com os senadores", disse. "Não podem demorar meses para votar uma lei".
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		<title><![CDATA[A briga pelas comissões: Jucá tenta convencer Ideli a aceitar um cargo pior]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32083</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<![CDATA[
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		<P>O líder do governo, Romero Jucá, está às voltas com uma ingrata missão. Convencer a petista Ideli Salvatti a desistir do comando da Comissão de Infra-Estrutura e contentar-se com a de Desenvolvimento Regional e Turismo, bem menos prestigiada.</P> <P>&nbsp;</P> <P>É que, pelas contas do governo, ela pode perder se for para a disputa no voto com Fernando Collor, do PTB. O ex-presidente da República pensava em disputar a Comissão de Relações Exteriores, mas desistiu ao perceber que seria derrotado pelo tucano Eduardo Azeredo. Na de Infra-Estrutura suas chances são melhores. Pode ter o apoio de parte da oposição e do PMDB. Além disso, Ideli tem muitos adversários na casa.</P> <P>&nbsp;</P> <P>Se o PTB derrotar o PT, abrirá uma crise na base do governo. Por isso Jucá está se esforçando tanto.</P>
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		<title><![CDATA[PSDB quase ficou de fora da representação contra Lula]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32091</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.dzai.com.br/tv/avatar?a=/18/18598"/>
		Abaixo, transcrevo a representação da oposição contra Lula. Nela, o presidente é acusado de fazer campanha para sua candidata, Dilma Rousseff, fora do período legal. Um detalhe. A versão da representação distribuída pelo comando do Democratas é assinada apenas pelo presidente do partido, Rodrigo Maia. O texto entregue ao Tribunal Superior Eleitoral traz também o nome do PSDB. É que os tucanos se enrolaram tanto com suas diferenças internas que quase perderam o prazo para assinar a ação contra Lula... <br>Só entraram graças a um telefonema de última hora do presidente do partido, Sérgio Guerra, a Rodrigo Maia. Confira abaixo: <br> <br> <br><span style="font-style: italic;">EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; RODRIGO MAIA, Presidente da Comissão Executiva Nacional do Democratas (DEM), Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro, carteira parlamentar nº 322, com endereço profissional no Anexo IV da Câmara dos Deputados, Gabinete nº 308, em Brasília/DF, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fundamento no inciso XII do artigo 23 do Código Eleitoral, formular a presente CONSULTA, o que faz nos termos adiante expendidos:</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que propaganda eleitoral é a difusão de idéias com caráter informativo e persuasivo, tendo por objetivo a adesão de pessoas a um determinado projeto político;</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que o § 1º do art. 37 da Constituição Federal de 1988 estatui que a publicidade dos atos propagandas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos;</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que, segundo a jurisprudência deste Tribunal Superior Eleitoral, “entende-se como ato de propaganda eleitoral aquele que leva ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, a candidatura, mesmo que apenas postulada, a ação política que se pretende desenvolver ou razões que induzam a concluir que o beneficiário é o mais apto ao exercício de função pública (...)” (AC’s 16.183 e 15.732, Rel. Min. Eduardo Alckmin e AC 16.426, Rel. Min. Fernando Neves);</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerando que, a teor do art. 36 da Lei nº 9.504/97 a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 5 de julho do ano eleitoral, sujeitando-se o infrator ao pagamento de multa;</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pergunta-se:</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; a) antes do período referido no art. 36 da Lei nº 9.504/1997, constitui propaganda eleitoral extemporânea a realização de eventos que, a pretexto de difundirem os feitos de gestões governamentais em andamento, buscam impulsionar a pré-candidatura de determinados agentes públicos?</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) antes do período mencionado no citado art. 36, configura propaganda eleitoral extemporânea a divulgação, em eventos ou por veículos de comunicação, da idéia de que a continuidade de obras, ações e programas depende da eleição de determinado agente público?</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nestes termos, e por atender o consulente a todos os requisitos traçados pelo art. 23, XII, do Código Eleitoral, aguarda resposta à presente consulta.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eis os temos em que pede deferimento.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Brasília, 17 de fevereiro de 2009.</span><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Rodrigo Maia</span><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Presidente do DEM</span> <br> <br>  
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[A charge do dia do Correio]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32063</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Serra e as prévias]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32062</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<span style="font-weight: bold;">O Correio de hoje traz reportagem de Leandro Colon, mostrando que o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, questionou o governador de São Paulo, José Serra, se ele teria objeções às prévias do partido. Abaixo, reproduzo um trecho. Essa é uma das histórias onde é importante ler nas entrelinhas. A primeira notícia é a de que Guerra foi a Serra falar das prévias. É um movimento importante. Significa que a direção do partido começou a se mexer para fazer a consulta às bases, defendida por Aécio Neves e condenada por Serra. Mas aí vem a pergunta óbvia: Se Serra é contra, porque não disse isso a Guerra? Porque não dá para combater abertamente uma idéia como essa. Fica feio. Se a direção do PSDB prosseguir nesse caminho, Serra terá de participar. Mas enquanto isso não for irreversível, lutará nos bastidores contra a idéia.</span> <br> <br> <br><hr class="hr2">    <font class="assinatura">Leandro Colon</font> <br>    <font class="complassinatura">Da equipe do Correio</font>    <table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1"><!-- <table width="120" align=""> -->  <tbody><tr><td><font class="credito"> </font> <br></td></tr>  <tr><td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090218/fotos/PRI-1802-0410.jpg" border="1"></td></tr>  <tr><td> <br> <br> <br></td></tr>  <!--</table>--> <tr><td> <br></td></tr></tbody></table>    <font class="texto">O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), informou ao governador de São Paulo, José Serra, que o partido pretende realizar prévias para a escolha do candidato à Presidência da República em 2010. Segundo Guerra, Serra avisou que aceitará as regras impostas pela legenda. “O governador me disse que nunca afirmou a ninguém ser contrário às prévias”, comentou ontem o senador. </font> <br>  
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		<title><![CDATA[Veja entrevista na qual Jarbas Vasconcelos reafirma suas denúncias contra o PMDB]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32007</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<P>&nbsp;</P> <P>Fiz esta entrevista ontem, às 15h, quando o senador Jarbas Vasconcelos posava em Brasília. A intenção era oferecer aos leitores do blog um vídeo no qual ele comentava as denúncias contra o PMDB, que causaram tanta polêmica em Brasília. Infelizmente, problemas técnicos no site só permitiram que ele entrasse no ar hoje. Mesmo assim, acho que vale. Desculpem pela demora.</P> <P>&nbsp;</P> <P><embed src='http://www.dzai.com.br/static/ps4.swf' width='435' height='346' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' flashvars='video_id=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18598/5fd2b8f09e029ae28e0e67b386ef6299.flv&image=http://www.dzai.com.br/static/user/18/18598/5fd2b8f09e029ae28e0e67b386ef6299_preview.jpg&autoLoad=false&autoPlay=true'/></P> <P>&nbsp;</P> <P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[Grandes crises, pequenas soluções]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32003</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<title><![CDATA[Do outro lado do espelho. A coluna Nas Entrelinhas traça semelhanças e diferenças entre Lula e Chávez]]></title>
		    <author><![CDATA[Gustavo Krieger]]></author>

		<link>http://www.dzai.com.br/krieger/blog/krieger?tv_pos_id=32002</link>
		<!--<pubDate>Quarta-feira, 10 de março de 2010</pubDate>-->
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		<font class="titulo">O outro lado  do espelho</font> <br>    <br><font class="sutia">O DEM e setores do PSDB tentaram fazer crer que Lula tinha o mesmo tipo de projeto de Chávez. A profecia se revelou furada. Ainda bem</font> <br>     <br><font class="assinatura">Por Gustavo Krieger</font> <br>    <font class="complassinatura"><a href="mailto:gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br">gustavokrieger.df@diariosassociados.com.br</a></font>   <!--  -->   <font class="texto"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20090217/fotos/a4-1.jpg" align="right">Não gosto de governantes de uniforme. E me dá arrepios quando alguém arregimenta seguidores uniformizados. Por tudo isso, achei perturbadora a imagem de Hugo Chávez, de camisa vermelha, acenando do balcão do Palácio de Miraflores, para milhares de simpatizantes vestidos da mesma cor. Especialmente porque ele comemorava a vitória em um plebiscito que mudou as regras da democracia venezuelana, para permitir que se perpetue no poder. Lembrou-me de outros líderes, sempre gritando do alto de seus balcões. A cor das camisas já foi preta, cáqui ou verde-oliva. O fim da história, invariavelmente, foi ruim para a democracia.  <br>  <br>Há pouco tempo, o líder da Venezuela tentara aprovar a mesma proposta, em outro plebiscito. Derrotado, jurou que aceitaria a manifestação democrática do país. Na verdade, apenas ganhou tempo para arregimentar novas forças. Tentou de novo e desta vez venceu. Se tivesse perdido, voltaria a convocar plebiscitos, até conseguir. Na Venezuela, a democracia se curva ao sabor da maioria arregimentada por ele.  <br>  <br>Feita essa análise, fica claro que era completamente descabida a acusação de “chavismo” que a oposição tentou colar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por um bom tempo, o DEM e setores do PSDB tentaram fazer crer que Lula tinha o mesmo tipo de projeto de Chávez. Ele se manifestaria numa tentativa de dividir o Brasil num cenário radicalizado, que teria os pobres de um lado e a classe média e os ricos de outro. E num esforço para calar a oposição e manter o presidente indefinidamente no poder. A profecia se revelou furada. Ainda bem.  <br>  <br>Para começar, Lula está longe de propor um governo de ruptura. Ao contrário, faz o que pode para cair nas graças dos banqueiros e grandes empresários. Sua política econômica é de um conservadorismo capaz de fazer corar boa parte dos tucanos. A receita de combate à crise econômica segue o modelo de apoio aos setores empresarias sob risco, na mesma cartilha dos Estados Unidos e da Europa.  <br>  <br>Houve, num momento específico, um descompasso de opinião entre as classes sociais. Foi no final de 2005 e na campanha eleitoral de 2006. Na ocasião, a classe média, desencantada com os escândalos políticos, em especial o caso do mensalão, migrou para o voto de oposição. Os pobres ficaram com Lula. Identificaram-se com as políticas sociais e o discurso do governo. Lula venceu e o país não ficou dividido, como os índices de aprovação do governo nas pesquisas de opinião deixam claro.  <br>  <br>Por meses, a oposição suspeitou que Lula tentaria mudar a Constituição para ganhar o direito a um terceiro mandato. Houve quem dissesse que ele tentaria fazer isso por meio de um plebiscito, bem ao estilo chavista. Sempre apostei que tentaria algo mais ao seu próprio estilo. Como usar a força do governo e seu prestígio pessoal para eleger um sucessor alinhado, capaz de manter seus projetos e de preservar sua liderança. Dilma Rousseff está aí, para confirmar a previsão.  <br>  <br>Há, no entanto, uma semelhança de fundo entre os quadros políticos do Brasil e da Venezuela. Não se refere aos líderes, mas ao povo. No domingo, lá de seu balcão, Chávez gritou a seus seguidores: “Vocês são os donos deste país”. Sua força resiste em convencer a maioria dos venezuelanos de que eles assumiram o protagonismo político. Mesmo que não seja verdade. Ele deve o sucesso de sua estratégia à mesma elite venezuelana que tenta sem sucesso derrubá-lo, seja pelo voto, seja pela força. Por séculos essa elite manteve o povo afastado do processo político. Chávez convenceu o país de que ele faz o inverso. Enquanto não conseguir dialogar com o povo, a oposição venezuelana não vencerá.  <br>  <br>Aqui, Lula trouxe para o centro do debate um contingente do eleitorado que também andava esquecido. Ele deve sua reeleição aos brasileiros mais pobres. E não por clientelismo ou “compra oficial de votos”, como reclama a oposição. Mas porque esse segmento se viu reconhecido nas políticas de governo. O presidente conseguiu estabelecer um diálogo com esses eleitores e ganhou seu apoio. Eles venceram a eleição presidencial de 2006. É impossível construir um projeto para 2010 sem incluí-los.  <br>  <br>Esse é o grande desafio da oposição no Brasil. É preciso criar uma nova relação com a maioria dos eleitores. Mostrar que são diferentes de Lula, mas não desfarão sua obra. Subestimar o povo seria um erro estratégico monumental.</font>  
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